Nao Julgue meus Sentimentos
MEUS VERSOS SÃO UM SONETO
Meus versos são um soneto... bem sei
Provida no sentimento e muita poesia
Momentos, sensações, assim, os rimei
Também, os choros, suspiros e magia
Cantei no versejar aos que romanceei
Chorei em cada estrofe com nostalgia
A alegria, como não, então, eu exaltei
E, em cada tom aquela exata sintonia
Gabei nos versos a carícia tão amada
Segredei sigilos em noite enluarada
E na madrugada sussurrei na solidão
Na sentimental simbiose, o trovador
E a trova, sempre tão cheio de amor
Soneteando os sucedidos do coração.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08 julho 2025, 17’22” – Araguari, MG
Simplesmente você
Quando meus olhos encontraram os seus, foi como se o mundo parasse. Por um instante, desaprendi a respirar… e de repente, você se tornou o próprio ar. Seus olhos, seu sorriso intrigante, o seu jeito de ser — você, simplesmente você.
A palavra “razão” perdeu o sentido, pois ele foi roubado por um tentador par de olhos. E o orgulho que ainda me restava, foi destruído pela soberba do seu olhar desafiador. O amor jamais foi uma opção, mas a razão me foi levada com uma única risada — aquela que me desconcertou por inteiro. E por esse grande feito… me tens, agora, em tuas mãos.
Deus Todo-Poderoso,
fonte da criação, da vida e do amor,
guia meus passos no caminho da luz.
Que minha fé seja forte na escuridão,
que meu coração promova o bem,
e que minhas ações elevem o mundo.
Ensina-me a verdade com humildade,
a empatia com coragem,
e a bondade com firmeza.
Que eu reconheça Tua presença em tudo,
e que a minha jornada me leve à eternidade.
Louvado e Glorificado seja meu Deus,
hoje e sempre.
Fui maquinista de trens que nunca foram meus, acelerando sem controle até o estrago acontecer; tentei mudar de caminho, mas quase me perdi de vez, até entender que nunca devia ter conduzido trens que não me pertencia
Da Grande cidade, pelo Rio Pinheiros, até os confins da Serra do Mar, desafiei meus limites, escrevi mais um capítulo da minha história e provei a mim mesmo que eu consegui.
Você é um amor que eu cultivo ao ar livre e que sempre volta para os meus braços por vontade própria e não por compromisso ou obrigação, as portas estarão sempre abertas e o coração mais ainda.
No berço dos meus pensamentos, nasceu liberdade sem sofrimento!
De tal liberdade me contrui, de vasto aprisionamento me sufoquei nos conceitos.
Quem me derá ser liberto. Por um momento achei que era!
Quem já foi liberto lembra de preto velho, de pombas brancas, de minha filha esperança, da minha prima lembrança.
Oh liberdade! Em altos pulos você se tornou vaidade. Mas a verdade é que todos sabem que você mora no mundo do esquecimento.
Diminua as luzes querida, veja o inferno que existe em mim, dance com meus demônios; Abra as portas e deixe-me entrar, prometo passar toda noite dentro de ti.
Além do mundo que morre em meus olhos.
Além dos olhos que morrem no mundo,
perco os olhos mas não perco o mundo.
Escuridão habitou em meu mundo
Teu riso clareou peito imundo.
A cegueira dos olhos sorria, não via as cores,
ela fazia a noite virar dia, rainha de uma magia.
Nas sombras de um velho vagabundo,
alagou sentimentos por tempos.
Inundei-me de lágrimas felizes,
mergulhei, sarou cicatrizes.
Acendi a paixão pelos dias,
enquanto, corria menino pelado no tempo, maturei.
Tornando a criança sem lei pra ser feliz,
homem do jeito "Sorrir".
Pulei as catracas de minha velha casa de rodas,
estava ela a correr de meias.
E por saber de tudo isso, o mundo,
se deslumbrava ao ver Vitória.
O vento assobiava suas canções,
O espelho aplaudia teus passeios.
E eu que quase sem recheios me cobria em meus anseios.
Riscaram minha pele com brasa, assassinaram minha mãe, roubaram de mim o meu filho, chicotearam meus irmãos. Acredite, ainda diziam se sujar no roçar com nossas peles... cafés e cafés com leite por ai; O pobre branco de espirito não sabia, mas, meus olhos sorriam mesmo sem nada a ter graça, a pele que carregava as marcas da chibata se rasgavam, minha vida já caminhava e do outro lado da calçada encontrei eu a paz, sem cor de pele para entrada.
A verdade destruiu a minha vida
A mentira iludiu as minha ferida
O razo inundou meus pensamentos
Um vento levou as cortinas que tapavam meu brilho
No final vi sorrindo tudo aquilo que eu havia partido
Enfim, percebi que nunca quis entender o que não teria que ser dito.
Em cima do mar, andei, pulei como criança!
Meus pensamentos voaram, encostei nas nuvens, degustei algodão branco
Senti o cheiro de terra molhada, estava chovendo em um dia tão ensolarado
O arco-iris passava por trás do algodão
As árvores chacoalhavam "Shiiia", dava até vontade de fazer xixi, o mar balançava "Shuaa"
Minha vovó gargalhava, pedia pra esperar
Eu andei tão rápido, acabei passando minha amiga infância
Eita lembrança, tinha um prancha de cor laranja, que me derrubava dentro d'água
Os peixes nadavam, enxergava tudo azul cor de mar, salgado mar, doces lágrimas de alegria
É eu tava na Bahia.
Inverso ( Parte 2)
Caminhava na areia da praia, as ondas sociais criticavam os meus pés, por ter formato de concha
Os lenços que tinha no bolso, já não secavam o meu rosto, encharcado de puro suor, respirei fundo, observei, e vi um bebe que se chamava liberdade, de pele negra, ele naquela idade já sabia falar, em sua primeira palavra, saiu a igualdade
Até hoje esse bebe chora, ele repete tanto isso, mas pouca gente da bola, e quem chuta a bola nunca leva o famoso globo terrestre para a frente, com sua visão quadrada, é difícil fazer um gol descente
Continuei em alguns passos, me joguei no mar, mesmo sabendo que as criticas viam, novamente me encontro de cabeça para baixo, o mundo era totalmente diferente, havia alguns peixes, uns pequenos e outros do mesmo tamanho, pelo menos do meu ponto de vista, naquele mundo, não existia peixe grande , naquele mundo se disputava quem fazia mais pelo outro, sem brigar, os famosos socos e golpes, lá! Sim lá, naquele mundo, eram sorrisos que se dobravam, e faziam passagem ao olhos d'água, caiu alguns litros de lágrimas sobre meu pano, todas as lágrimas regaram me alma, diferente das antigas, que apenas me fazia parecer cada vez mais triste, esse mundo era redondo, e cheio de Hamsters chamados de Seres-humanos, eles insistiam em girar aquele globo azul, e mesmo que estivesse parado, eles continuavam até chegar em algum lugar, e chegaram, a igualdade, a prevalência do amor e paz, mesmo chegando a isso tudo de forma respeitável, eles não param de girar o grande globo.
Joguei meus sapatos fora, sou melhor sem par.
Mesmo que digam, mesmo que falem que na vida só se acompanha quem vale a pena.
Vou me acompanhando até que não sobre mais.
O tempo levou na mochila razões.
O tempo deixou na minha boca (um gosto de ti.) 2x
O tempo me leva sorrindo pra perto da saudade.
Será?
Que devo voltar a pensar em quem fui.
E vou pensando em quem já fui.
Buscando me entender.
Buscando me encontrar.
Pego papel,a caneta e rabisco (a lua em que vivi) 2x
Não sei mais vou cair 2x
O tempo levou na mochila razões.
O tempo deixou na minha boca um gosto de ti.
O tempo me leva sorrindo pra perto da saudade.
Será?
Que devo voltar ou pensar em ser quem fui.
Pra nunca mais errar. 3x
Fechei meus olhos no espelho e murmurei uma oração para Deus. Pedi a Ele que me ajudasse, que me abençoasse com seu carinho e me enviasse seu sorriso. Preciso de Sua presença, preciso de Sua força para me guiar nesta jornada.
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