Nao Julgue meus Sentimentos

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Não se irrite por não conseguir fazer os outros serem como você quer, já que você não pode fazer você mesmo como quer.

O amor não busca outro motivo e nenhum fruto fora de si; ele é seu próprio fruto, seu próprio deleite. Amo porque amo; amo para poder amar.

Uma dica sobre as pessoas: não confie demais. Amigos se vão e os considerados irmãos te abandonam.
Mas, tirando isso, o resto até que é legal...

A razão humana é atormentada por questões que não pode rejeitar, mas também não pode resolver

Não nasci malvada... me tornei malvada depois que você fez florescer o meu pior.

Faça alguém feliz. Irradie simplicidade, simpatia, energia e não se espante se a pessoa mais feliz for você!

Se Vc Não Tem Motivos Para Estar Vivo, É o Mesmo Que Estar Morto.

A perfeição é horrível, ela não pode ter filhos.
Fria como o hálito da neve, ela tapa o útero

Onde os teixos inflam como hidras,
A árvore da vida e a árvore da vida.

Desprendendo suas luas, mês após mês,
sem nenhum objetivo.

O jorro de sangue é o jorro do amor,
O sacrifício absoluto.

Quer dizer: mais nenhum ídolo, só eu
Eu e você.

Assim, com sua beleza sulfúrica, com seus
sorrisos

Esses manequins se inclinam esta noite
Em Munique, necrotério entre Roma e Paris,

Nus e carecas em seus casacos de pele,
Pirulitos de laranja com hastes de prata

Insuportáveis, sem cérebro.
A neve pinga seus pedaços de escuridão.

Ninguém por perto. Nos hotéis
Mãos vão abrir portas e deixar

Sapatos no chão para uma mão de graxa
Onde dedos largos vão entrar amanhã.

Ah, essas domésticas janelas,
As rendinhas de bebê, as folhas verdes de confeito,

Os alemães dormindo, espessos, no seu insondável desprezo.
E nos ganchos, os telefones pretos

Cintilando
Cintilando e digerindo

A mudez. A neve não tem voz.

Sylvia Plath
in Jornal Verve, número 14 ( p.8). Rio de Janeiro: 1988.

Nota: Poema "Os Manequins de Munique" (tradução de Claudia Roquette-Pinto).

...Mais

Quando saber que não sentimos mais nada?
Quando não mais encontrarmos motivos para brigar,
Quando não mais importar o que se faz ou deixa de fazer
Quanto morrer o sentimento de carinho ao pronunciar o nome;
Quando passarmos o dia inteiro e ao menos lembramos de momentos juntos.
É melhor se policiar, se ainda sofremos desses sintomas é sinal que existe um assunto muito mal resolvido

⁠A graça nos liberta da condenação da lei, mas não da nossa responsabilidade de obedecê-la.

O que torna a ingenuidade tão graciosa é que ela não foi feita para durar.

A determinação não é medida pelo que você faz quando tem vontade, mas pelo que faz quando não tem vontade.

Não tenha medo de arriscar, mas lembre-se de sonhar com os dois pés no chão. Não tenha medo de dizer o que sente, mas não espere compreensão. Não desista facilmente, isso é o que todo mundo faz... seja diferente.

Saudade do que ainda não vivi
O futuro não me interessa...
Mas quero que vc faça parte dele.
Mesmo que vc nunca tenha me pertencido
espero que volte
à muito tempo não sinto o que sinto agora.
Eu nunca te vi ...
mas sua imagem já é nitida em mim.
Esperança de que a vida fique à nosso favor
que um dia nós vamos no esbarrar por aí
Sem a mínima explicação
Com certeza de alguma coisa que não sabemos o nome.
Ah sim! Foi sem querer, mas de repente... eu já te amo.
Não é comum escrever poesia por alguém que nunca viu ...
Mas sente...
É estranho,mas é verdade.
Essa é uma das coisas que me sobem a cabeça e me deixa assim:
De um jeito que te deixa sem palavras.
Eu nunca fui pra Lua
Eu nunca vi Deus
Eu nunca dormi na praia
Eu nunca morri;
Eu nunca tive tanta certeza de uma coisa tão boa e tão abstrata ao mesmo tempo.
E eu gosto disso.

Você não precisa de uma espada para cortar duas flores.

John Lennon

Nota: Tradução adaptada da letra "Whatever Gets You Through The Night"

Como diz a música é impossível viver só sorrindo por que a vida não é feita apenas de felicidades e sim de surpresas...

Ele é um bobo, que faz caretas e piadas e que ri de tudo. Não sei o que ele é pra você, mas pra mim ele é perfeito.

A mamãe
não me bota mais no colo,
não bota mais,
não me embala mais o sono,
não embala mais,
não canta pra eu dormir...
não canta mais...
não bota mais,
não embala mais,
não canta mais...

Eu bem sei que já faz tempo
que ela ainda me embalava,
mas me lembro muito bem,
era assim que ela cantava:

"Dorme, dorme, filhinho,
meu anjinho inocente,
dorme, meu queridinho,
que a mamãe está contente..."

Mas o tempo passou,
passou, passou,
e a cantiga calou,
calou, calou...
e o menino foi crescendo,
crescendo, cresceu, cresceu,
mas aquela voz ficou.
ficou, ficou...

Eu agora já sou grande,
tenho quase a altura dela.
Vai chegar a minha vez
de poder cantar para ela...

Pedro Bandeira
BANDEIRA, P., Cavalgando o Arco-íris. São Paulo, Moderna, 1985

Para um planeta sustentável basta você não sustentar seu consumismo.

Quando você é ferido, consegue dormir tranquilo. Quando você fere, não.