Nao Importa o que eu Diga
O Pesadelo virou inspiração
Hora de viajar...ir para casa, mas onde é minha casa? onde vc está não é mas meu lugar, ando querendo ficar sozinho, matar certas saudades, me esconder das verdades...
Hora de viajar, observar um lugar, quem sabe achar uma casa para ficar, me mantenho calado ou pelo menos tento, invento, luto todos os dias mesmo que esteja de luto
Hora de Viajar acho que a estrada sempre foi meu lugar, minha casa no mato da praia vou criar, sem vizinhos para reprimir, há um caminho a seguir sempre houve basta caminhar.
Hora de viajar e minha casa encontrar por mais que seja passageiro, mas passageiro no mundo sou, para terminar nao posso reclamar basta achar alguém para amar e ser amado e nesta casa ficar.
Certas coisas ficam dentro de mim e permanecem lá, porque, simplesmente, não consigo transformá-las em palavras.
Minha escrita não é para mim. Quando escrevo penso em quem deveria ler. Se digo algo, minhas palavras saem tão confusas quanto o pensamento. Mas se uso o lápis que desenho, desenho minhas palavras como quem imagina o momento. E tem quem olhe e diga que com ele acontece exatamente assim. Por isso repito: minha escrita não é para mim.
Ah, meu bem! Ainda vai chegar o dia que não me restará dúvidas que suas expressões de riso me pertencem.
Avisto à mesa uma moça desencantada
Que come torrões de açúcar
Para não parecer amargurada:
De nada adianta, coitada!
Faça um análise das coisas que tiram o seu sossego e veja que essas coisas você não vai levar da vida. Porque a única coisa que você leva da vida é o que você é. Então seja. Invista em ser um bom ser humano.
Passe os olhos nesta frase. Mas com carinho, por favor. Aqui não está nem a metade do que chamo de amor.
As pessoas partem, e isso já não me assusta. Mal consigo prender um lápis atrás da orelha: quem dirá alguém no coração.
Pericón! Dança típica fronteiriça de salão, venha, morena linda, me dê a alegria desta dança, não me negue essa chance de alegrar meu coração.
Que escrevamos para esquecer uma raiva, mas não espalhemos tais palavras por aí. Seria uma tragédia desencantar os corações que ainda vivem.
Quero que a gente não se preocupe em doar um sorriso, mas que não deixemos de reservar o nosso. Que ouçamos atentos a necessidade do outro sem precisar esquecer a nossa. Que continuemos entregando o que há de mais belo em nós para alguém; mas que tenhamos o que entregar de mais belo à gente também. E tudo isso sem passear pelo egoísmo.
Ligo a tevê, mas não fixo o canal: O noticiário é puro desânimo! Corro para a banca ansiando algo bom. Volto para casa sem nada sob o braço. A vida seria menos desencantadora se os jornais pertencessem aos poetas.
As pessoas fora de série não conseguem estabelecer vínculo duradouro em um emprego ou trabalho que não valorize as suas competências, os seus diferenciais e as suas virtudes. O ser humano que é fora de série precisa, obrigatoriamente, de desafios a sua altura, caso contrário, sentirá o amargo gosto da derrota a cada fração de segundos da sua vida. Quando um desafio toca o coração de um fora de série, ele assume, sem dúvidas o seu posto e, inevitavelmente, o sucesso acontece. Todo fora de série sabe que precisa compartilhar desta filosofia com pessoas que pensam no mesmo nível e reconhecem a dádiva de evoluir com pessoas que desfrutam dos mesmos valores.
