Não Ignore uma Pessoa
Seja uma boa pessoa, mas não perca tempo e energia tentando provar isso aos demais. Os gratos saberão reconhecer seus bons feitos apesar das faltas, já os ingratos sempre enfatizarão as faltas apesar das coisas boas que já fez para eles.
Então, apenas continue trilhando seu caminho e não desista de fazer o bem.
No final das contas o que importa não é o que as pessoas pensam de você, mas sim o que Deus sabe ao seu respeito.
Nem Jesus agradou todo mundo.
Respira e viva, um dia de cada vez.
Ser fiel está muito além de beijar ou não outra pessoa.
Ser fiel é querer estar ali, mesmo quando se pode estar em qualquer outro lugar.
Sabe aquela pessoa que chega e parece o nascer do Sol, te renova, te ilumina, te anima e quando você menos espera, seu dia amanheceu, pois foi naquele momento que seu dia começou.
Nunca espere muito de uma pessoa ,
pois ela sempre vai te decepcionar .
Nunca subestime uma pessoa ,
Pois ela sempre pode te surpreender .
Nunca ame demais uma pessoa ,
pois nunca sabemos de nada quando se trata de amor ,
e se voce amar demais e surgir um adeus o seu mundo desaba .
Nunca odeie profundamente uma pessoa ,
pois esse sentimento sempre te leva pra tras .
Nunca fale nunca mais ,
pois se voce cuspir pro alto cai na cara ,
e sempre que surgir um nunca mais ,
voce volta a tras , e comete os mesmos erros .
Nunca diga para sempre ,
pois isso envolve muito tempo ,
e nao sabemos nem do dia de hoje ,
quem dira o dia de amanha .
Quando uma pessoa descobre a traição de um amigo sofre muito, mas quando essa mesma pessoa ajuda alguém e é traída por ela, a dor é pior. Traição é burlar a confiança, mas a ingratidão é virar as costas para quem um dia o ajudou.
A maturidade é verificada quando a pessoa reconhece que é a única responsável pelos seus problemas e pelas suas alegrias.
Quando você deixa ir embora uma pessoa que te ama, os sentimentos bons que às tinham vai embora tudo perde a cor e no lugar do sorriso fica a tristeza e só sobra o vazio.
A pior saudade não é quando você está longe de alguém. É ter a pessoa ao seu lado e ainda assim sentir falta dela.
...Quando estávamos juntos, era como se quiséssemos ser uma pessoa só ao mesmo tempo, como que se nada importássemos a nós, a não ser o tempo que tínhamos contados para estar juntos... Nada mais importava para mim, a não ser te fazer feliz e estar feliz junto a você; nada mais me importava além de estar junto a você todos os dias... As nossas conversas, os nossos planos para o futuro, todas as nossas gargalhadas, sentados na escada, rindo do nada, nossas trocas de olhares, nossas trocas de beijinhos, as juras de amor ao pé do ouvido, as brincadeiras, os abraços, foi tudo tão intenso, que nem pensávamos no dia de amanhã, o que seriamos de nós sem um ao outro... Nunca me imaginei sem você, nunca me imaginaria sem você, mais um dia esse sonho teria que acabar, e acabou! Eu não consigo entender, o porque de tudo isso, o porque que as coisas lindas duram tão pouco tempo, e porque tudo que é bom é vivido intensamente e se "rompe" sem mais nem menos... Não sei, eu gostaria de saber, mais isso quem vai me dizer vai ser o tempo, ou quem sabe você? Qualquer um dos dois, não importa, o que importa é que o mais rápido possível, eu quero olhar pra trás e dizer: valeu a pena ter vivido! - Mesmo passando por tudo isso, ou até mesmo sendo feliz de uma maneira que eu não mereça... Um dia eu vou saber, por qual motivo eu te amei tanto assim!
Saudades, Bárbara
Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.
Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.
Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.
Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.
Quando uma pessoa levanta falso contra sua vida e tenta denegrir a sua imagem, é porque os seus frutos tem alimentado a muitos ao contrário dos frutos amargos que ela gera. Não se justifique, não entristeça seu coração, não se importe com o que em nada te acrescenta e nem pare no meio do caminho...Saiba que pedras são atiradas em árvores altas , onde não se conseguem alcançar os frutos com as mãos . Apenas cresça e apareça pra Deus e ele fará com que o mundo te conheça...
