Não Gosto da sua Frieza

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Gosto de gente que tem tempo para sorrir;
bondade para semear;
perdão para repartir;
ternura para compartilhar e emoções dentro de si.

Desconhecido

Nota: Trecho de um poema de autoria desconhecida.

"Gosto de gente bem humorada, de riso fácil, de abraço apertado. Gente de coração grande que faz amigos só pela amizade e ama só pelo amor!"

Só penso o seguinte: me deixa quietinha com minhas vontades. Se não temos o mesmo gosto podemos ser amigos. Só entenda que dessa linha para cá tem a minha vida e daquela linha para lá tem a sua. Acho que assim todo mundo fica bem. Inclusive, contribuímos para um futuro melhor. Respeito é palavra fundamental no meu dicionário (e no seu?).

Te adoro simplesmente porque você existe!!!

Gosto dos venenos mais lentos! Das bebidas mais fortes! Dos cafés mais amargos! E os delírios mais loucos. Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu adoro voar.

A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

A pessoa certa é a que está ao seu lado nos momentos incertos

Segura, se prepara, que eu vou provocar. Faz parte do que eu gosto. Gosto de atiçar. Mas não vá pensando que eu tô te chamando não. Eu já tô avisando: Fica só olhando.

Eu sou do tipo que lê mil vezes, a mesma mensagem . Só pra ter o gosto de sorrir de novo.

Gosto quando dizem que sou esquisita. Isso valoriza meu acabamento alternativo.

Eu gosto de muros, protegem e dão sombra. Convido o grafiteiro para escrever em cores Alberto Caeiro: "Sou alheio ao espetáculo que vejo..."

Gosto de mulher de verdade,
pouco importa a sua idade.
Daquela decidida,
que não se dá por vencida.
Tem coragem e atitude,
apesar da juventude.
Que não tem medo de amar,
mesmo que precise lutar.
Faz da vida um sorriso
e ajuda, se preciso.
Com um sorriso e esperança,
cabelos soltos ou de trança.
Corajosa e feminina,
que traz no rosto o sorriso de menina.
Gosto de mulher de verdade,
dessas que te amam até a eternidade!

Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso e desafia a vida!

o adultério é a semente
do prazer que tem como
gosto o desejo da carne,
a destruição do lar,
e a condenação do espirito.

Eu realmente gosto muito de ti, mas prefiro não levar isso à diante, você não merece ser usado como curativo para feridas antigas

Gosto de perceber que cresci. Percebo actualmente, que os últimos dois anos mudaram a minha vida e, principalmente mudaram-me a mim enquanto ser individual. Talvez tenha sido o trabalho, a família, os acontecimentos ou simplesmente as pessoas que se cruzaram no meu caminho e que, irremediavelmente, foram deixando cunhos impossíveis de apagar. Umas pela positiva e tantas outras pela negativa.

Todas essas figuras tiveram uma função fundamental no aspecto como afronto o mundo, na maneira como olho os meus semelhantes ou as situações próprias.

Os amigos, esses são os de sempre, os imprescindíveis. A família em nada muda, nas horas boas e nas más acompanham-me e nunca me deixam cair. Os acontecimentos, esses fizeram-me crescer, amadurecer, encarar a vida como um trilho com obstáculos que cada um ultrapassa ao seu melhor género, no ritmo que deseja e com a força que possui.

Agora as pessoas… essas sim, difíceis de perceber, talvez o maior óbice de ultrapassar. Tantas mentiras, falsificações de boas índoles e sentimentos autênticos, também felicidade e deleite de reconhecer o real sentido da amizade.

Nunca estamos inabaláveis quando conduzimos alguém para um universo que é próprio. Jamais podemos ter a convicção absoluta que elegemos um sujeito genuíno para declarar silêncio do espírito, para contar histórias da nossa existência, para repartir sentimentos. Por vezes, com buena-dicha e alguma reciprocidade, atingimos o ponto exacto e adquirimos aliados para a vida. Em outras descobrimo-nos frustrados, abatemo-nos num alvéolo sem desfecho e mortificamos o denodo por um ser benquisto, mas disperso para a eternidade.

Estes dois anos envelhecidos, mas não antigos, que com tanto grado rememoro, onde faço analogias absurdas entre o antes e o depois. Estes anos esplêndidos que inovaram a minha individualidade, que reformularam a minha alma e a minha retrospectiva do mundo. Estes foram anos de combate, flagelo, êxito, memórias inesquecíveis, pessoas que falsearam, que me amaram, que choraram comigo, que partilharam fábulas imaginárias e que me fizeram feliz e infeliz mas que… obrigada, fizeram-me engrandecer!

Agora, por fim, encontrei o fragmento da mestria, a chave que desfechou o meu carácter e que acalenta o meu ser. Sempre me senti com a sensibilidade de dever cumprido, mas ele faz-me ter a certeza e, próxima dele sou admiravelmente feliz. Actualmente não necessito de mais nada para ser afortunada. Sou eu, ele, os meus amigos e a minha família, o meu desporto e o meu trabalho. Juntos fazemos um só na idealização da minha existência exemplar.

Obrigada meu amor por me amares, por fazeres da nossa ligação uma função tão prazerosa e, ao mesmo tempo, tão enigmática.

Que muitos mais pares de anos se passem igualmente. No equilíbrio do bom e do mau que ainda tento descobrir em mim.

Eu sou um contador de histórias... Gosto de me aventurar no universo das palavras, gosto de vê-las clamando por minhas mãos, desejosas de saírem da condição de silêncio. Escrever é uma forma de desvendar o mundo.

Eu gosto de quando a felicidade não se anuncia. Ela vai invadindo, chegando sem pedir, tomando conta, deixando o ar leve e contaminando. Desse jeito, não há tempo para sentir medo ou frear. Quando vê, já se é feliz! Sente-se que é feliz. Não se corre o risco de estragá-la antes do momento ou fechar as portas para ela. Ninguém a vê. Ela é invisível demais para os nossos olhos descrentes. Por isso, gosto do jeitinho atrevido dela de chegar sem ser percebida. Gosto de um dia descobrir que aquele sorriso sem motivo, é só a felicidade.

O que eu não gosto é falsidade...e odeio um amigo que traio sua confiança...sabendo que ele era seu irmão.

eu não gosto de gostar das pessoas por vários motivos, um deles é que, cedo ou tarde ela vai embora, É INEVITÁVEL, de alguma forma ela tem que partir, vai partir, e quando a gente se apega demais, aquela dor da saudade que ainda não chegou é insuportável, mais ainda sim, INEVITÁVEL!

eu odeio despedidas, sabe.

Não gosto das coisas fáceis demais.
Sempre procuro o fruto que está no topo da árvore.
Sempre procuro as flores que estão no meio do jardim.
Sinto saudades de quem com certeza não vou poder ver.
Gosto dos sabores que quase ninguém tem pra oferecer.
Não faço viagens curtas.
Caço desafios, e se não acho, crio uns.
E no final de tudo, ainda por cima, me dou ao trabalho de amar quem não pode ser amado, quem não está para ser amado, quem não sabe que é amado...
Porque as coisas fáceis não têm a minima graça.
Não têm gosto.
Não têm cheiro.
Não têm beleza.
Não têm resistência.
Não me dão prazer...

Desistir. Não gosto dessa palavra e ela não se encaixa no meu perfi, mas terei que admitir que constantemente deixo as coisas pela metade. Histórias, explicações, trabalhos...Porém, Não é que eu seja apta a desistir de viver uma história, ou desista de me explicar, também não largo meus compromissos por cansaço. É tudo uma questão de liberdade, sou livre pra cumprir meus desejos, e não admito me escravizar por intenções passadas. Enquanto eu desejar, eu vou lutar. Mas se eu for embora, não é desistir, é apenas não querer mais. Até mesmo porque arduamente, ninguém desiste.

Gosto do sorriso que me sorrir e dos lábios que me beijam, gosto do cheiro fixo e do toque aveludado, gosto de te ver, de ouvir e de sentir, gosto da cor que dá à minha vida, do jardim florido e do cabelo roçando em meu rosto. Gosto de uma forma especial e única, fazendo com que o exterior seja apenas o exterior, não importando as situações e nem as pessoas, sem pressa, sem rancor...