Não Existe uma Pessoa Certa
Sempre tive a mania de sorrir quando viajava em pensamentos. Minha mãe certa vez, após várias observações sobre episódios como esse, perguntou-me se eu conversava com alguém quando sorria assim. Ela pensava que eu falava com anjos, coisas de mãe. Bom, mais isso é outra história. E como viajava! Acho que esse não é o tempo certo, a verdade é que viajo. Pego as asas da imaginação e voo. Também adoro mergulhar, de cabeça mesmo. Então voo, mergulho e pouso. E o que tudo isso provoca em mim, me fez recordar uma citação de Martha Medeiros “Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia”. E a isso eu chamo de mergulho profundo. E voar é sair por aí, viver, procurando a cena feliz ou tentando construir a cena feliz, e quando você se depara com alguém que vislumbrou há muito tempo, antes mesmo de conhecer, naquela sua cena feliz, aí que tudo acontece, teu imaginário materializado em corpo e alma.
Se sua ação não é correta, evite por completo fazê-la, mas se ela é certa, por que temer aqueles que vão repreendê-lo injustamente?
Certa vez, um jornalista perguntou a Pablo Picasso: “Pablo, qual é o seu melhor quadro”, respondeu ele instantaneamente: “O próximo”.
Quero eu, quando refletir quanto ao melhor dia da minha vida, acreditar, que seja amanhã, e assim viver, fazendo do hoje, em cada momento, em cada instante a extração do melhor que há em mim pra valer.
O que um amigo faz: Nunca me deixa triste, brinca o tempo todo e sabe ficar quieto na hora certa, está sempre ao meu lado e reconhece minha tristeza e alegria, é, se tem um ser que é realmente meu amigo e me faz muito bem é meu cachorro.
o jeito é aproveitar esse meu espírito caótico; na medida certa; sem me perder dentro de mim mesmo; neste meu mundo que guerreia o tempo inteiro; sempre acabo ficando perdido no meio de tanta indiferença e desafeto; em meio aos longos silêncios gritantes cravados na minha mente rígida.
Certa vez lhe perguntei se você voava.
Você me garantiu que não tinha asas.
Por que mentiu pra mim?
Senão,como poderia atravessar o mar,
e vir até a minha torre escura,
trazendo-me pão e luz.
Aprendi a conhecer o som do ar agitado,
do tremular da vida,e da oração sussurrada.
Você é capaz de dizer que realmente não
estava lá,do outro lado do mar?
Agora,a distância entre nós é
de apenas um passo.
Vejo seu rosto em plena luz.
Agora me diga:
Onde esconde suas asas?''
Eu sabia que ele era capaz de partir corações. Na verdade, eu estava quase certa de que partiria o meu.
Aqueles frutos maduros que teu vizinho colhe às vezes a cantar, na certa custaram-lhe trabalhos penosos de alguém que sabia que nunca em sua vida os colheria, mas que nem por isso os deixou de plantar.
Desculpe mais sou assim, antipática e um tanto antissocial, mas tudo na medida certa, antipática ao ponto de não querer que me bajulem o tempo todo, e antissocial ao ponto de preferir estar ali sozinha do que com pessoas que não valem a pena estar na presença do meu caráter, educação e as demais qualidades que possuo, onde nem meus piores defeitos merecem a companhia da qualidade de alguns.
O nosso ontem já passou,o amanhã ainda virá.A morte é a única certeza, mas não sabemos a hora certa; então nós
temos de certo o agora.Viva este momento com a máxima qualidade que puder viver.
É difícil fazer a coisa certa, afinal, o que pode ser certo pra um talvez não seja certo para o outro. Ou talvez você tenha sido mal compreendido, ou pior ainda, talvez você nem tenha tido chance alguma de dizer ou fazer algo.
Bom, são tantos "ous" que você acaba se perdendo, ai depois vem o famoso efeito dominó.. enfim. O que era pra ser uma coisa, fica sendo outra e você sai como "vilão".
Moral da história: No final você acaba se surpreendendo com as pessoas.. ou não.
Somos tão exigentes na busca de um parceiro, que nos esquecemos de notar que a parceria certa não tem nada de afinidades extremas, mais diferenças que nos completa.
– Mamãe, meu coração tá doendo. Passa pomada?
Com uma certa preocupação a mãe pergunta:
– Seu coração, filho? Como assim? O que aconteceu?
– Não aconteceu nada, mamãe. Começou a doer do nada, mas tá doendo muito, passa a pomadinha!
– Não tem como passar pomada no coração, filho. O que você estava fazendo quando começou a doer?
– Eu tava conversando com minha amiguinha lá no balanço da escolinha. Aí ela me contou que gostava do Hugo, aquele meu amigo que vem sempre aqui em casa. Aí quando ele passou perto dela, ela levantou do balanço e foi atrás dele e me deixou sozinho. Aí meu coração começou a doer e tá doendo até agora.
A mãe, assustada, não sabia o que dizer ao filho. Então simplesmente o abraçou e sussurrou no ouvido dele:
– Filho, você conhece o amor?
O filho, meio sem entender, perguntou:
– O amor? Mas você sempre disse que o amor era uma coisa boa, então por que ele está machucando meu coração?
– Não são todos aqueles que sabem valorizar o amor, e quando esse amor se oferece para alguém e esse alguém não dá valor, o amor fica triste e volta para a sua casinha, que é o coração. E pro amor entrar de novo no coração, deixa um machucado bem grande nele. E esse machucado que fica no coração se chama DECEPÇÃO.
