Não Existe uma Pessoa Certa

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Você já parou para pensar que atualmente existem cursos absolutamente para tudo!?


Existe até curso para ensinar adultos, se tornarem adultos.


Com relação a isso, você já parou para pensar que a busca por maturidade e autoconhecimento sem autossuficiência,
pode ser um auto engano sútil?


A sua busca é realmente por crescimento e evolução, ou você está apenas terceirizando oque deveria ser o aprendizado das tuas próprias experiências de vida.

Sempre existe um recomeço, um novo caminho, uma rota diferente para quem se reinventa e não desiste de vencer.

Feitos de barro

Independente de tudo, não existe lugar que possamos viver livre de alguma “complicação”, famílias, igrejas, qualquer lugar que exista pessoas, teremos dificuldades, agora como vamos lidar?

Já ouvi dizer que “é melhor lidar com animais do que com humanos”, a quem essas palavras saltaram a boca esqueceu de aprender que também somos animais e certas vezes irracionais.

Atentemos para o olhar para outro como se tivéssemos olhando para o espelho, somos falhos, mas, não vemos essa imperfeição, somos imaturos, mas, não vemos essa criança ressentida, somos tolos, mas, é difícil enxergar um palmo a nossa frente.

Saber usar a empatia nos faz menos anti empáticos a vista do mundo que dizemos não servir, mas, estamos postos nele, do outro, que insistimos em subjugar, mas, somos tal como eles.

No final somos todos feitos do mesmo barro.

Deus age em silêncio porque a eternidade não precisa de anúncio, simplesmente existe!

Vai dar tudo certo, é só manter a paz, respirar fundo e acreditar que existe um Deus que nos ajuda a vencer todos os dias por mais complicados que eles sejam. A fé nos leva além!

Penso que a felicidade plena, como se idealiza ou se imagina, não existe na Terra. Muitos mestres já mostraram isso. Não é lugar-comum dizer que a vida não é uma linha reta, sempre pode haver uma curva. Acredito na existência de momentos felizes, de muitos momentos felizes... Assim, vivamos cada momento feliz como se fosse único e eterno.


José Sérgio Batista
@joseseegio9b


09.12.2021

Sabe por que eu gosto da Lua?
Porque ela existe por si só.
Ela não precisa fazer nada
para ser reconhecida.


O mundo não precisa te conhecer
para você ser reconhecida.
E mesmo quando ninguém olha,
a Lua continua lá —
firme, silenciosa, inteira.


Eu também mudo de fase,
às vezes me escondo,
às vezes brilho demais.
Mas mesmo nas noites em que tudo desaba,
eu ainda sou eu.


Carrego sonhos que não são só meus,
e mesmo cansada, continuo existindo,
como quem promete luz
mesmo com o coração em sombras.


Porque, como a Lua,
eu também não deixo de ser luz
só porque o céu está nublado.


(esse foi meu primeiro poema e talvez último, não costumo escrever, mas eu achei necessário nesse momento, por que expressa bem o que sinto) .

Não aceito a ideia de destino predeterminado. Nada existe que não possa ser mudado ou atenuado por nossa vontade, a não ser a morte. Mas a morte não é predeterminismo, é condição da própria vida; continuísmo dela.

Nelson de Medeiros




Você conhece de verdade alguém que te amou sinceramente, sem hipocrisia, sem mentira? Pois existe uma pessoa que te chamou e te ama de verdade, que está sempre contigo: Jesus Cristo.

Meus pensamentos não são só meus. Existe um bem comum onde eu e outros estamos atrás dele.

“A sua vida é uma dualidade, não existe um profissional, sem antes ter um nome pessoal”.

Não existe amor perfeito: existem pessoas que amam e aquelas que ainda não aprenderam a amar. Por isso, de mim terás apenas o equivalente àquilo que deres ao meu coração.

A Desagregação e o Retorno ao Todo

A morte

não é o fim, até porque o fim não existe, a morte é apenas o instante em que a matéria cessa seu labor de renovação e o corpo se desfaz em seus elementos primordiais. As 37 trilhões de células que formam nosso corpo se desagregam, retornam à natureza e, nesse mesmo processo, libertam aquilo que nunca lhes pertenceu inteiramente: o intelecto, a vida, o eu, a individualidade. aquele que sentiu e viveu embarcado no corpo, que agora se desfaz, que volta a natureza

O intelecto (a capacidade de perceber, julgar pensar, coordenar cada membro) não é uma criação do criação do cérebro apesar de estar intimamente ligado a ele, mas uma expressão do próprio universo. Ele é a centelha consciente do infinito, um fragmento do Todo que, por breve tempo, assume a forma humana e experimenta a existência sob os limites da carne e no comando desta.

Quando nascemos, é como se uma fração do cosmos se adensasse em nós, uma gota do oceano cósmico ganhando forma e identidade. Vivemos, pensamos, sonhamos, e por um curto lapso acreditamos ser algo separado. Contudo, quando o corpo já não consegue sustentar a contínua dança celular que chamamos comumente de vida, essa gota retorna ao mar.

Nada se perde, tudo se transforma, (parafraseando um grande cientista ), e o intelecto, sendo energia consciente, não poderia ser exceção. Ao desprender-se da matéria, ele se reintegra ao universo, dissolvendo-se em tudo o que existe. Passa a ser todos os lugares, todos os tempos, todas as dimensões, assim como uma pedra de gelo no oceano que ao derreter e “morrer”, não morre apenas passa a integrar o oceano.

Assim como nos sonhos, onde somos muitos e estamos em toda parte, o intelecto liberto já não conhece fronteiras: torna-se o Todo novamente. Não há mais o “eu” individual, há apenas a unidade essencial do ser. A morte, então, não é uma tragédia, mas um retorno, o reencontro do fragmento com o infinito, do gelo com o oceano da consciência com o silêncio que a gerou.

A loucura não existe; o que há são perspectivas distintas diante da mesma realidade. ✨

Não há como negar que limite existe em todas as áreas que compõe a experiência humana, mas só é um obstáculo para quem decide aceitá-lo.

não existe molde para você.
as mãos do mundo não conseguiram esculpir
o que carrega por dentro.
se fosse forma
seria o contorno de um abraço.
se fosse som,
seria o risso que chega sem aviso.
a pele que te cobre é feita de luz.
você não tem forma de gente e sim,
de amor.

Pra hoje? Um poema!

Eu amei

Em mim não existe arrependimento, eu amei, mas, não tive tempo e nem condições de amar, eu amei na adversidade.

No contrário das ondas, no andar contra o vento, no desespero da dor.

Na insônia de minhas noites, na solidão das minhas dores, eu amei na inutilidade que meu ser devora, na ausência de saúde em mim.

No pensar de uma canção de outrora, no pesar de quem não fui bastante, na incerteza do meu choro em pranto.

Amei sem poder amar, mas, amei!

Obs. Esse é um trecho do meu livro: O último dia, do último mês.

O Paradoxo Humano


Entre o gênio e o psicopata, existe o ser que sente.
Não brilha demais, nem enlouquece por completo —
mas carrega dentro do peito uma guerra silenciosa.


Ele teme, mas enfrenta.
Cansa, mas insiste.
Diz que vai desistir — e logo recomeça.


Não resolve o impossível com fórmulas,
nem vence o medo com frieza.
Vence pela teimosia de continuar,
mesmo quando o mundo desaba.


É paradoxal:
chora, mas sorri.
cai, mas cresce.
erra, mas entende.


E talvez seja esse o verdadeiro dom:
ser contraditório, mas inteiro.
ser falho, mas real.
ser humano — e ainda assim, desafiar o destino.

Acredito demais que se existe 1% de chance terá sempre 99% de fé.

Não existe mercado saturado para que entrega algo único.