Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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O que as pessoas não entendem, é que a roupa é um complemento de você mesmo, que te faz ficar melhor ou pior.

Já perdi quem amava, já ganhei quem não esperava.
Já esperei telefonemas que nunca recebi, já recebi telefonemas que nunca esperei.
Já deixei de fazer coisas que por tempos idealizei, já realizei coisas que nunca imaginei.
A vida é assim faz coisas que não imaginamos, nos surpreende.
Nos mostra que nem tudo aquilo que planejamos é bom, mas que o que não esperamos pode ser a melhor coisa a se fazer. O inesperado pode ser o melhor pra você.

Quem confia na justiça divina e sabe que porta consigo uma alma do bem, nao precisa ser protagonista de nenhum tipo de vingança ou sequer criar expectativas diante de outras pessoas: o tempo, por si sò, cuida de tudo... pode demorar... mas ele cuida...

⁠Fora da vontade de Deus não há nada que eu quero. E na vontade de Deus não há nada que eu temo.

Não me faça fazer de graça a única coisa que sei fazer cobrando.

Na infância, nosso futuro é um sonho.
Na juventude, nosso futuro não tem futuro.
Quando adulto, nosso futuro é a realidade.
Na velhice, nosso futuro é uma tragédia.

Eu grito pra não sufocar, escrevo pra não explodir, por mais que eu fale, ninguém compreende, isso é tão meu, é estranho pra mim, só pra mim.

"Não saia da visão celestial"

“Seu presente é o espelho do passado que não pode refletir no futuro.”
(livro: “Livrai-nos de todo mal”)

nNão me venha com coisas comuns...Quero passear na lua de salto alto...

"Muitos vivem nas sombras por não terem iniciativa!"

Não espere que as pessoas entendam seus sentimentos. Espere, no mínimo, que elas apenas os respeitem.

Nunca deixei de te amar , silplesmente me permiti não sofrer mais !

Creio que a não violência é infinitamente superior à violência, e que o perdão é bem mais viril que o castigo...

Eu posso não ser muito, esperto, mais eu sei o que é o AMOR!

As pessoas reclamam que estão sozinhas, mas também, né. Não sabem abrir o seu coração com sentimentos puros e verdadeiros, principalmente pensar com reciprocidade. Querem ter alguém ao lado e, ao mesmo tempo, querem curtir aleatoriamente outras situações que não convém a um relacionamento. Escolha o que realmente quer para si antes de entrar na vida de alguém.

Não se deve frequentar igreja quando se deseja respirar ar puro

Não odeie a mídia, seja a mídia.

Não nasci para me esconder atrás de modelos ou dogmas, muito menos para agradar os outros, o meu compromisso na vida e comigo mesmo.

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.