Nao Existe mal que Dure pra Sempre
O passado,de alguma forma, ele retorna...e sempre te cobrará,teus erros e teus acertos... seja nessa ou em tuas outras vidas.
Parti cedo do aconchego de casa. Fui percorrer minha caminhada em direção de algo que sempre buscava sem saber o que realmente queria e mais precisava.
Buscar a felicidade, amor, aventuras, prazer, amizades. Boas sementes deixei pelo rastro, mas tampouco acertei. Tantas humilhações passei, tantas decepções sofri, tantos erros cometi, tanto vivi em função do outro e não de mim para tanto tempo depois, perceber que o que eu mais queria era o aconchego e a simplicidade de casa com apenas uma diferença, a presença e o afago de Deus!!
Vc passou por mim como uma locomotiva!!! E eu sempre estive no ultimo vagão de tua vida!!! Na parada onde tu passaste! Deixou o vagão destinado!!! Era eu!!!
Nesse vagão tinha muito, mas muita coisa boa que ficou!!! No penúltimo vagão ficaram as coisas ruins
Vc levou contigo e não me deixou nada pra lembrar como fúria de ter me deixado,
É por isso que toda vez que eu pego carona nas locomotivas da vida! Sempre paro na primeira estação,
Entende?
Nem sempre palavras vão poder descrever o sentimento,mas sempre é bom saber o quanto somos desejados pela pessoa que amamos
Que o nome do Senhor seja louvado desde agora e para sempre pois a ele pertencem a sabedoria e o poder.
O caminho mais curto
Zé era uma dessas pessoas que vivia fugindo das dificuldades. Sempre procurou o caminho mais curto e cômodo. Era mestre em atalhos. Nem sempre suas soluções eram as melhores. Mas sempre estavam de acordo com os seus próprios interesses. Sofrimento era uma palavra que simplesmente não existia no dicionário do Zé. Tudo o que pudesse provocar algum tipo de desconforto era imediatamente colocado em segundo lugar. Coisas como: solidariedade, amor, humildade, perdão... Um dia Zé morreu... Ao chegar no Céu encontrou São Pedro em frente a uma grande porta com uma imensa cruz de mais ou menos cinco metros. Zé saudou o Santo com a intimidade de um velho conhecido, do jeito que fazia com os amigos nos bares da vida, quando queria pedir algum favor. Depois, então, Zé lhe perguntou: - Qual o caminho mais curto para o céu? São Pedro respondeu: - Seja Bem-vindo, Zé! A porta é por aqui mesmo... Entre! Zé entrou e viu uma longa escada, bastante estreita e pedregosa. E perguntou imediatamente, como fazia nos velhos tempos: - Não tem um caminho mais curto? São Pedro respondeu com ternura e autoridade: - Não, Zé. O caminho é esse mesmo. Todos os que entram no céu passam por aqui. E tem mais. Você deverá levar esta Cruz até lá. São apenas cinco quilômetros de caminhada. O Zé olhou para a Cruz e pensou com seus botões: - Vou dar um jeitinho. Agradeceu e saiu com sua Cruz em direção ao Paraíso. Caminhou um quilômetro sem dificuldades. Foi então que viu um serrote esquecido no chão. Olhou ao redor, não viu ninguém e não resistindo a tentação, cortou um metro da Cruz. Continuou o seu caminho, mas levou junto o serrote. Mais um quilômetro, mais um metro cortado. Mais um quilômetro... cortou outro metro. Quando faltava apenas cem metros para chegar no Céu só havia mais um metro da Cruz. E lá ia o Zé carregando a cruz sem dificuldade, como sempre fez durante toda sua vida. Foi então que aconteceu o inesperado. Para chegar até o Céu, seria necessário atravessar um precipício. A distância até a outra margem era de cinco metros. Zé podia ver apenas um fogo intenso no fundo do precipício. Faltou coragem... ele não seria capaz de saltar tão longe. Desanimado, sentou. Lembrou então a oração do Anjo da Guarda que aprendera com sua avó. Começou a rezar... e logo seu Anjo da Guarda apareceu e perguntou: - Ei Zé... o que você está esperando? A festa lá no Céu está uma maravilha! Você não está escutando a música e as danças? Porque você está aqui sentado? Zé respondeu: - Cheguei até aqui, mas tenho medo de pular este precipício. O Anjo, então, exclamou: - Ora Zé, use a ponte! - Que ponte? Perguntou o Zé. E o Anjo respondeu: - Aquela que São Pedro lhe deu lá na entrada! Onde está a sua ponte, Zé? E Zé, compreendendo o seu grande erro, respondeu tristemente ao Anjo: - Eu cortei! Os caminhos mais curtos sempre nos levam a algum lugar, mas nem sempre nos ajudam a alcançar os nossos objetivos.
(Autor desconhecido)
Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna.
Os olhos de Ruth Cardoso
Soube com tristeza, pela televisão, da morte de Ruth Cardoso. Ela sempre transmitiu uma grande distinção e serenidade em suas aparições públicas, e quem a conheceu pessoalmente creio que também tinha a mesma impressão.
Os comentaristas acentuam o seu papel na criação do Comunidade Solidária, assunto que nunca acompanhei direito. De qualquer modo, ela foi muito mais do que uma “primeira-dama” (termo que detestava) ao lado do presidente, mas parecia ao mesmo tempo estar constantemente ao lado de Fernando Henrique e no seu espaço próprio, independente.
Para levar este post a um extremo de subjetividade, acho que havia algo muito próprio no olhar de Ruth Cardoso, e no seu tom de voz: ela parecia encarar os entrevistadores, as câmeras, não sei se com bondade, mas certamente com compreensão; não uma compreensão intelectual, ou política, mas compreensão humana mesmo. Atrás dos óculos grandes, os olhos escuros diminuíam um pouco, mas tinham algo de doce, sem ser sedutor: eu sentia certo conforto ao vê-los, mesmo na TV. Tinham, sei que a palavra é estranha, uma grande maciez.
Talvez eu imagine o quanto de compreensão, de perdão mesmo, ela teve de ter com Fernando Henrique ao longo da vida. Mas quantas mulheres não acabam desenvolvendo esse traço de caráter? Acostumam-se, quando não brigam de vez, a encarar o marido como uma espécie de menino crescido, que de vez em quando chega arranhado das brigas de rua, e se entrega fanaticamente à sua coleção de bolinhas de gude...
Mas é claro que, sendo intelectual, professora, e tendo vivido durante o nascimento e o apogeu do feminismo, ela soube viver a própria vida, sem a passividade das antigas esposas de presidentes, de homens de negócios etc.
Foi um fator muito importante para que ela não fosse uma deslumbrada com o poder. Imagino também que sabia, desde moça, que Fernando Henrique haveria de ser presidente (dizem que ele tinha certeza disso já na juventude). Sem deslumbramento nem arrogância, Ruth Cardoso mostrou, sobretudo, que na simplicidade está o segredo da distinção.
sempre que ocorre uma redução de uma capacidade física, ela parece ter chegado antes da hora. espere essa reação. ao se preparar mentalmente para ela, talvez você possa amenizar seu impácto.
" Mas a morte...a morte é inevitável. Está sempre lá. Espere na fila pela sua vez.Talvez você a encare de frente, talvez fuja dela. Mas não tem jeito. Mais cedo ou mais tarde ela virá pegar você. Ninguém vive pra sempre. ''
“Pena que nem todos os sonhos se realizam,
mas ótimo que toda esperança seja sempre válida.”
(do livro: “Livrai-nos de todo mal”)
"À FLOR DA PELE"
Vens breve
como a brisa
quase sempre
à flor do tempo.
Ficas-me no entanto
indelevelmente
à flor da pele...
como pétala de Outono
num gesto de adeus!
ou
um som diáfano
musicado pelo vento!
Vens breve
como os dedos da noite
abandonadamente.
LuizaCaetano
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Saudade
Quantas vezes fora, mas sempre você volta, estais comigo nas horas mais triste, quisera eu que fosse um amigo, quisera eu que fosse um amor, mas sempre és tu, ó saudade. Quando tu chegas, chegas como um temporal devastando e inundando meu coração, quando tu vais és como uma brisa tranqüila e serena, mas sempre deixando comigo esse tua arte e sentimento de ser saudade.
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