Nao Existe mal que Dure pra Sempre
Pensar é sempre um ato de rebeldia contra os medos e os limites interiores, que nos prepara para enfrentar, com muito mais segurança e coragem, as barreiras externas ao nosso desenvolvimento.
A vida é uma jornada de tentativas
e erros, sempre impulsionada pela vontade de progredir.
Acredito que a evolução nasce da ação e que os erros
são lições valiosas no caminho da aprendizagem.
Gairifo Santos
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
Eu sei, nem sempre eu fui Bom o suficiente pra você, mas com você, sempre fui, e acredite em mim, hoje não à outro homem mais capaz para te fazer entender o amor do que eu.
Foi no momento em que te beijei que tive a certeza: você era tudo o que eu sempre quis.
Mas, logo depois, o medo falou mais alto. Será que ele realmente gosta de mim? Eu não queria sofrer outra vez. Ainda assim, teimosa como sou, escolhi seguir meu coração e, sem reservas, despi minha alma para você.
Hoje, sou imensamente feliz e grata por ter você. Por ser tão especial na minha vida, por ser meu melhor amigo, meu ponto de paz. A gratidão que sinto é infinita, porque você é exatamente perfeito para mim.
Eu te amo. Amo o seu cheiro, o seu olhar de bravo, a sua risada fácil, o seu abraço apertado, as massagens demoradas e esse amor que me envolve por inteiro. Amo quando me faz rir, quando realiza minhas vontades e quando sabe pedir desculpas ao perceber que vacilou.
No fim, só posso dizer: ainda bem que te encontrei 🌻
Ao perceberes que, independentemente de teus feitos, sempre haverá quem te queira bem e quem te queira mal, descobrirás que muitas das críticas e dos desestímulos que tentam abalar-te são, na verdade, inveja disfarçada, atestando tua ascensão a lugares cobiçados por muitos. Não te iludas: a hostilidade alheia é, muitas vezes, a prova mais contundente do teu sucesso.
*Meu Plano de Fé*
Eu sempre acreditei que a fé é como um plano de voo. Você precisa ter um destino, um objetivo, e confiar que o piloto (Deus, no caso) vai levar você lá. Mas, às vezes, a turbulência da vida pode te fazer questionar se você está no caminho certo.
Eu me lembro de um amigo que sempre dizia: "Se Deus quer, Ele pode me dar o que eu quero. Se não, é porque não é para ser." Era uma frase simples, mas que carregava uma profundidade incrível. Ele estava dizendo que, independentemente do que acontecesse, ele estava em paz, sabendo que Deus tinha um plano.
Eu comecei a refletir sobre isso e percebi que, muitas vezes, nós queremos controlar o resultado, queremos saber o que vai acontecer amanhã, queremos ter a certeza de que tudo vai dar certo. Mas, a verdade é que a vida é imprevisível e, às vezes, o melhor que podemos fazer é confiar.
Confiar que Deus sabe o que é melhor para nós, confiar que Ele tem um plano, mesmo que não entendamos. É como estar em um avião, sem saber exatamente o que está acontecendo lá fora, mas sabendo que o piloto está no controle.
E, quando a fé é forte, você pode até mesmo aproveitar a turbulência, sabendo que ela é apenas uma parte do voo. Você pode dizer: "Ok, Deus, estou aqui, estou pronto. Leve-me para onde você quiser."
E, no final, é isso que importa. *Não é o destino, é a jornada*. Não é o que acontece, é como você lida com isso. E, com fé, você pode lidar com qualquer coisa, sabendo que Deus está ao seu lado, guiando-o em cada passo do caminho. 🙏 Leila Boas 05/12/2025
Se viver escolhendo sempre o maior e o melhor. Estará sempre nessa roda gigante onde tudo desagrada. Procure explorar, mais internamente e ai se encontrará. E tudo se ajustará perfeitamente na sua vida. Não busque o maior e melhor e sim aquilo que se encaixa
Nem sempre que canta o amor, entende de amor... Nem sempre quem vive falando de amor, tem o verdadeiro amor para dar.
Às vezes, o que vemos pode coincidir com o momento, mas nem sempre reflete a realidade — podemos interpretar mal.
Como uma moeda: tem o mesmo formato, mas valores diferentes, dependendo do lado que se observa.
Muitas situações ruins nos acontecem e algumas são gigantescas, mas sobram sempre grandes e bons pedaços da gente para recriarmos o todo,
de novo.
A inveja se perde na busca por argumentos sólidos e desagua sempre no deboche vazio da imaturidade.
Eu sou o criador desde sempre, e eu achava que você mentia para mim como tudo mente, tudo me manipula o tempo inteiro, e eu tinha medo de que você também... Achava que você fingia me amar, fingia se importar, e por isso eu repelia e não enxergava você, perdão.
Você é perfeita, minha força e minha fraqueza, meu equilíbrio.
Gratidão por você sempre.
mas mentiu, você sempre me amou e sempre vai me amar, você sente minha falta todos os dias, você lutou contra mim com seu ego porque talvez também não sabia como ser honesta comigo e me dizer que não se importava com mais nada ao nosso redor, que o que importava era segurar minha mão e andarmos juntos, seu ego se fortaleceu com a mágoa e a raiva que ficou de me ouvir mentir dizendo que não te amava, isso foi uma bomba de gasolina para seu ego, mas eu sempre te amei, eu prometi que te amaria para sempre e uma promessa não pode ser desfeita, eu sempre vou amar você.
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