Nao Existe mal que Dure pra Sempre

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Na guerra para muitos existem apenas dois lados o bem e mal, mas para os que causam ela também existem dois lados aqueles que defendem o interesse de uma minoria e aqueles que defendem o interesse de uma maioria.

Inserida por NathanReginhard

O mal do ser humano, é fazer mal ao próximo se esquecendo que ele pode ser o "próximo" da fila

Inserida por ana_cardoso_martin

Plante o bem e regre com muito cuidado e amor. pois o mal é como ervas daninhas nace cresce e prolifera sem cuidado nenhum.

Inserida por Eliezer_souza

Chegará o dia em que a música será a linguagem universal e nenhuma nota será mal interpretada.

Inserida por fabioi

Ai daqueles que riem dos que choram, mal sabe eles que o futuro lhe guardam o mesmo destino.

Inserida por denilson_everret

Encontro

Mal saíra do Hotel Meridien, onde seus amigos paulistas o convidaram para uma caipirinha. Quase uma da tarde. Nada demais, apenas o fato de ele não tomar caipirinha. Mas era uma amizade que vinha de longe, e não seriam algumas doses que iriam separá-los. Deglutira galhardamente três doses com alguns salgados e, após ouvir as indefectíveis piadas cuja validade havia expirado, despediu-se dos casais amigos e decidiu andar um pouco.
Colhido pelo bafo quente, olhou para a direita e viu o mar indecentemente azul, que em algum ponto lon¬gínquo engolia um céu de um azul mais claro, apenas manchado de algumas nuvens esparsas de algodão de um branco duvidoso. Andar um pouco pela Avenida Atlântica e olhar as beldades em uniformes de conquista não eram o ideal naquele momento. Tinha dei¬xado trabalho no escritório e, apesar de o celular não reclamar nenhuma atenção, no momento, sabia dis¬por de menos de meia hora antes de enfrentar o mundo além túnel.
Além do túnel, acaba a Cidade Maravilhosa, era o seu bordão predileto. As malditas doses haviam tor¬nado seu andar ligeiramente menos decidido que de costume. Na verdade, não sabia como matar a meia hora. Lá longe o Posto Seis e o Forte pareciam chamá-lo. Resistiu ao apelo e, muito a contragosto, decidiu andar um pouco pela Gustavo Sampaio. Um pouco de sombra, já que os prédios projetavam suas silhuetas no asfalto e lá também havia gente, muita gente andando sem muita pressa, com o ar tranquilo e um “xacomigo” zombeteiro estampado no rosto.
Relembrou a sessão de piadas. Achava que deveria haver algum dispositivo legal, ou pelo menos um acordo, que determinasse prazos além dos quais as anedotas seriam arquivadas e frequentariam somente as páginas das coletâneas ditas humorísticas. Ter de dar risadas ao ouvir pela centésima vez a mesma piada, ou variações sobre o mesmo tema, poderia ser perigoso para a paciência dos ouvintes, ou reverter em agressão física em detrimento de um contador desatualizado. Até que seria uma boa ideia colocar avisos nesse sentido. Ou, então, seguindo o exemplo das churrascarias rodízio, introduzir o cartão de dupla face, a verde autorizando a continuação e a vermelha decretando o final da sessão. Muito compli¬cado. Como fazer no caso de divergência? Decidir por maioria simples. Ou, devido à importância do assun¬to, haveria de ter a concordância de pelo menos dois terços dos ouvintes? Os desempates seriam decididos pelo voto de Minerva do criminoso, isto é, do conta¬dor. E se houvesse daltônicos na platéia?
Será que há exame médico para garçons de rodízio, eliminando os daltônicos?
Mas, na falta de regulamentação, como resistir à sanha do contador de “causos”? Não dar risada? Interromper? Contar a sua versão? Esses expedientes eram ainda piores. Olhar a paisagem do terraço, sim, e acompanhar a gargalhada dos outros foi a solução encontrada. Providencialmente. A regulamentação ficaria adiada, procrastinada, decidiu com uma risa¬dinha interior.
E tem aquela do português que chega em casa... E aquela outra da freira que... Ah, a melhor de todas, acabaram de me contar: o Joãozinho pergunta para a professora...
Afinal, era um bom passatempo, com a vantagem de observar fisionomias alegres. As reações eram muitas vezes mais engraçadas que as piadas.
Será que eles também conheciam TODAS aquelas anedotas, ou somente algumas?
Esbarrou num transeunte, balbuciou uma desculpa qualquer e teve direito a um bem humorado:
– Ô meu, olha só, estou na preferencial!
O peso pesado já estava se afastando e as ideias voltando a se agrupar depois da desordem causada pelo baque.
A ligeira dor de cabeça pedia uma parada numa farmácia. E farmácia era o que não faltava na rua.
Entrou e aguardou que a balconista o notasse. Entre ser notado e a pergunta:
– O que deseja? se passaram alguns intermináveis segundos.
– Duas passagens para Paris em classe executiva. E ante o misto de espanto e divertimento da moça, completou:
– Bom, já que não tem, qualquer coisa para a dor de cabeça. Poderia tomar aqui mesmo? Tomou o analgésico, agradeceu e, instantes mais tarde, estava de volta à calçada esburacada.
Olhou para o Leme Palace e resolveu voltar cami-nhando pela Atlântica.
Evitou o segundo esbarrão da meia hora de folga.
Em frações de segundos, os olhares se cruzaram. Era uma beldade, outonal, mas, apreciador de Vivaldi, as quatro estações são arrebatadoras, pensou.
O andar sinuoso, os pequenos sulcos rodeando os olhos, carimbos ainda piedosos no passaporte da vida, cabelos cortados Chanel, ombros e decote plena¬mente apresentáveis e não apenas um tributo pago ao calor daquele verão, pernas bonitas, e medidas ten¬dendo à exuberância. O rosto comum, tinha o olhar faiscante a valorizá-lo.
Naquele instante, o tempo parou, não o suficiente, porém, para que, da extrema timidez dele, brotasse algo mais inteligente do que um sorriso vagamente encorajador. “Pergunte algo, as horas, o caminho para algum lugar, o nome da rua, qualquer coisa”, rebelou-se dentro dele uma voz indignada por jamais ter sido ouvida no passado.
Continuou, como que petrificado, enquanto, sem deixar de olhá-lo, ela passou por ele longe o suficiente para não tocá-lo, e perto o bastante para deixa-lo sentir o perfume discreto que a envolvia.
Ele continuou imóvel e virou a cabeça, contemplando a desconhecida, que continuava andando, afastando-se aos poucos. Alguns passos depois, ela virou a cabeça e o olhar, mesmo àquela distância, lançou um convite mudo ou, pelo menos, assim pa-recia.
Sem reação, ele a acompanhou com o olhar. Ela deu mais alguns passos e novamente olhou para trás. A voz interior estava se desesperando. Ele mesmo não entendia o porquê da sua imobilidade. A desconhe¬cida estava se afastando cada vez mais, confundia-se no oceano de cabeças e, mesmo assim, pareceu-lhe que lá longe uma cabeça estava se virando uma última vez para trás.
Era um adeus. Sentiu que o que se afastava não era uma desconhecida. Era um pedaço de si mesmo, de uma juventude da qual não havia sabido desfrutar e agora lhe acenava de longe, mergulhada num misto de lembranças e saudade.

Inserida por celsocolunista

Cuidado com as expressões: "O importante é ser feliz!" (as pessoas que praticam o mal também pensam da mesma forma e deturpam o conceito de felicidade) e "A vida é minha e eu faço o que eu quiser!" (a vida pertence a Deus e a vontade Dele deve prevalecer, nisto consiste a felicidade).

Inserida por amanda_leite

Se tornamos frios a cada desilusão, a cada esperança mal sucedida que quando é o momento de botar fé,
Erramos com a pessoa certa!

Inserida por viniciuskenther

Sem diferença!

Muita gente ainda pensa
que dinheiro é a solução
tem quem mal pise no chão
e entra sem pedir licença
não respeita uma só crença
que ter riqueza e viver bem
mas quando for pro além
percebe que a ficha cai
e que o buraco que ele vai
é o mesmo que vou também.

Inserida por GVM

A melhor forma de se proteger contra o mal é encher o coração de coisas boas!

Inserida por AdrianaLeal

Conhecimento nunca é demais. Exceto, para aqueles que o utiliza para o mal.

Inserida por Luzzh15

Cada qual só consegue mesmo diminuir o mal que fizeste a alguém inocente, se começar reparar o consequente infeliz resultado, ainda em vida.A estada diminuída no inferno pessoal de cada um, advém do remorso e que deve sempre, iniciar se aqui.Por mais que não desejamos, no final somos nossos implacáveis juízes, severos algozes e piores carrascos.

Inserida por RicardoBarradas

De você falam mal...
Sorria...
De você mal falam...
Sorria...
No primeiro caso é calúnia...
Sorria...
No segundo é falta de imaginação...
Gargalhe!
Pedro Marcos

Inserida por PMarcos

Como é fácil julgar corretamente após vermos o mal que vem de julgar de forma errada.

Inserida por pensador

O bem e o mal
habitam em cada indivíduo.
Deixar que um ou outro se manifeste
depende de escolhase ocasiões.

Inserida por Siby

Nem todo mal se combate com o bem.

Inserida por Ardonny

Quem você é delimitará a sua capacidade de ver o outro. Você nunca verá o bom sendo mal.

Inserida por marcos_alves_2

"Eu avanço na esperança de que o bem supere o mal, e sinto a necessidade de dizer ao mundo que O MAL VIVE ENTRE NÓS e que precisamos livrar o mundo dele."

Inserida por LEandRO_ALissON

Aquilo que somos, mal cabe em um livro, mas é perfeito para as estradas!

Inserida por angelamslara

O ministério da Saúde adverte: puxa sacos fazem mal aos Políticos !

Inserida por LeoniaTeixeira