Não Existe Homem Fiel
Um homem pode viver uma vida saudável sem ter que matar animais para comer; portanto, se ele come carne, participa do ato de tirar a vida de uma criatura meramente para saciar seu apetite. E agir dessa maneira é imoral.
Por uma certa naturalidade a mulher é por natureza bissexual; e o homem por sua natureza infrassexual.
Afirma-se que o medo é o maior inimigo do homem. O medo está por trás do fracasso, da doença e das relações humanas desagradáveis. Milhões de pessoas têm medo do passado, do futuro, da velhice, da loucura e da morte. O medo é um pensamento em sua mente e você tem medo dos seus próprios pensamentos.
Um menino pode ficar paralisado pelo medo quando lhes dizem que há um homem mau debaixo de sua cama e que vai levá-lo. Quando o pai acende a luz e mostra-lhe que não há ninguém, ele se liberta do medo. O medo na mente do menino foi tão real como se houvesse de fato um homem debaixo de sua cama. Ele se curou de um pensamento falso em sua mente. A coisa que temia, na verdade, não existia. Da mesma forma, a maioria dos seus medos não têm base na realidade. Constitui apenas um conglomerado de sombras sinistras e as sombras não têm realidade.
Ralph Waldo Emerson, filósofo e poeta, disse: Faça aquilo que você receia e a morte do medo será certa.
Quando você afirma positivamente que vai dominar seus receios e chega a uma decisão definitiva em sua mente consciente, liberta o poder do subconsciente, que flui em resposta à natureza do seu pensamento.
Vou descrever agora um processo e uma técnica que ensino há muitos anos. Funciona como um encantamento. Tente-o!
Suponha que você tem medo da água, de montanhas, de uma entrevista, do público ou de lugares fechados.
Se você tem medo de nadar, comece agora a sentar-se tranquilamente durante uns cinco a dez minutos, três a quatro vezes por dia, e imagine que está nadando. É uma experiência subjetiva. Mentalmente você está se projetando como se estivesse dentro d’água. Você sente a friagem da água e o movimento de seus braços e pernas. É tudo tão real e vívido, constituindo uma alegre atividade da mente. Não é um devaneio inútil, pois você sabe que está experimentando em sua imaginação o que depois se desenvolverá em sua mente consciente. Você será compelido a expressar a imagem da representação do quadro que imprimiu em sua mente mais profunda. Essa é a lei do subconsciente.
Você pode aplicar a mesma técnica se tem medo de montanhas ou de lugares altos. Imagine que está escalando uma montanha, sinta a realidade desse ato, aprecie o cenário, sabendo que, fazendo-o mentalmente, o fará depois fisicamente com facilidade e segurança.
Você nasceu apenas com dois medos: o medo de cair e o medo do barulho. Todos os seus outros medos são adquiridos. Livre-se deles.
O medo normal é bom, o medo anormal é mau e destrutivo. Permitir constantemente os pensamentos de medo acarreta o medo anormal, obsessões e complexos. Temer alguma coisa persistentemente provoca um sentimento de pânico e terror. Você pode superar o medo anormal quando sabe que o poder do seu subconsciente pode mudar os condicionamentos e realizar os desejos acalentados por seu coração.
Dedique sua atenção e devote-se, imediatamente, ao seu desejo, que é o oposto do seu medo. Este é o amor que expulsa o medo. Enfrente seus temores, traga-os à luz da razão. Aprenda a sorrir dos seus temores. Esse é o melhor remédio.
Por que é que quando um homem constrói um muro, o outro homem precisa saber - imediatamente - o que está no outro lado?
“... Cada um de nós é como um homem que
vê as coisas em um sonho e acredita
conhecê-las perfeitamente, e então desperta
para descobrir que não sabe nada...!”.
A humanidade é masculina e o homem define a mulher não em si mas relativamente a ele; ela não é considerada um ser autônomo.
E o homem quando sabe o que fazer... pega e faz... não perde saliva falando... ganha tempo agindo...
O homem sem propósito deriva à mercê de sentimentos aleatórios e é capaz de qualquer mal, porque ele está fora de controle de sua própria vida.
O agitado é o contrário do homem de ação. O agitado tem necessidade de agir; sua atividade traduz-se pela ação frequente, incoerente, ao sabor dos dias. Mas como todos os sucessos na vida, em política e em tudo o mais, só se obtém pela continuidade de esforços numa mesma direção, essa agitação transbordante produz muito barulho, mas realizações, sobretudo boas realizações, poucas ou nenhuma. A atividade orientada, segura de si, exige a meditação profunda. Quem não medita, quem não tem sempre na memória o objetivo geral a que deve chegar, quem não busca assiduamente os melhores meios para atingir os fins particulares, torna-se necessariamente um joguete das circunstâncias: o imprevisto perturba-o e obriga-o a cada instante a dar respostas improvisadas, que acabam fazendo com que perca a direção geral que deve seguir.
É digno um homem reconhecer seus erros.
É divino perdoar
Recomeçar juntos.
Que a luz traga brilho para nossas vidas juntos
Uma mulher forte não precisa de um homem para dominá-la.
Precisa apenas de alguém especial que a compreenda.
Uma mulher forte não quer ser confrontada,
quer desafiar a fazê-la mudar de ideia.
Uma mulher forte não quer ser forte a todo tempo, porque cansa.
Ela quer confiar o suficiente para descansar, sem precisar tomar as rédeas da situação.
Uma mulher forte é humana, impulsiva, intensidade pura.
Ela explode, ela xinga, ela diz o que vem na mente,
mas ama como ninguém.
É um poço de verdade e um mar de empoderamento.
Nem sempre é fácil lidar com uma mulher forte, mas fogueira não assusta faísca.
É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro, em posse de grande fortuna, deve estar procurando uma esposa.
Quando imagino uma espécie de homem que repugna a todos os meus instintos, o resultado é sempre um alemão.
Grandes pregadores não tem nenhum valor muito extraordinário, mas um homem que pode amar verdadeiramente uma filha de Deus atingiu um patamar elevado no Reino.
Os pecados de um homem sem Cristo são mais do que podemos contar, mais numerosos do que os cabelos da tua cabeça. Quem pode contar a areia da praia, ou as gotas da chuva ou os pecados de um homem sem Cristo?
Sermões: "O caminho do Reino", II 2-3 (5,1,156-57).
