Não Existe Dificuldades
Bem, a questão se o amor existe ou se é só um processo neuroquímico elétrico que acontece no cérebro deve ser discutida.
O vasto continente americano.
Você sabia que as escolas no Brasil ensinaram que existe três Américas?
América do Norte, América Central e América do Sul.
Mas é difícil para os cidadãos do Norte, aceitar a existência do Sul como igual. Em razão disso, alguns sulistas flertam com a China, esquecendo-se que nenhum deles quer ver o Brasil se tornar um País de primeiro mundo, antes deixam que sejamos saqueados e brindam suas taças de bebidas caras, enquanto se banham em sangue inocente.
" Um país onde existe todo tipo de poluição que se possa imaginar - Tem poluição ambiental, tem visual, porque é cada “beleza” duvidosa que a gente é obrigado a encarar, e tem até a sonora, que não só fere os ouvidos, mas corrói a alma e estraga o juízo."
"Já não existe cultura em um povo que sempre se contentou com migalhas. Não há mais educação onde não há respeito próprio — onde a alma já foi vendida por trocados. "
O QUE É TECNOLOGIA DE EVENTOS PARA NÓS?
Tudo o que existe no mundo tem uma leitura subliminar e outra sub-reptícia. A TRADUÇÃO SEMIÓTICA ajuda a desvelar da etiologia e a epistemologia das duas, em qualquer evento.
No amar, não existem regras ou certezas; existe o sentir incondicional e a vontade do querer. Querer ser mais para si e para o outro. Assim, a liberdade cresce e o amor evolui.
O moinho não mais existe, mas o vento continua.
O sorriso é um dos códigos de convivência mais passificadores que existe. Poderia até ser considerado linguagem universal, já que todos entendem um sorriso. Quando sorrisos baixamos a guarda sem nos tornar vulneráveis, permitimos que o outro se aproxima de nós sem se sentir vulnerável também. O sorriso abre as portas da paz, traz leveza ao ambiente, derruba as barreiras da indiferença, ameniza o cansaço, solta as amarras do mal humor e abre espaço para que boas energias circulem. O sorriso diminue a distância entre as pessoas, semeia a gentileza, a harmonia e faz-nos sentir acolhidos dentro da delicadeza do outro como se fosse um abraço quentinho em um dia frio de inverno.
Além de todos aqueles pontos
brilhantes e ardentes no céu,
existe o formidável vazio,
que é sempre reciproco
na troca de olhares.
Formidável vazio,
que é cheio de tudo,
que é cheio de nada.
E assim,
como a personificação
do universo,
vivemos,
descobrindo o infinito,
neste finito tempo.
Saudade do nosso silêncio
enquanto existe o som
do nosso corpo,
somando um ao outro,
criando caminhos
para se explorarem.
Sorte que existe o Senhor do Tempo, que não cura nada, mas transforma a realidade. Mas Cassie não acredita em sorte; só compreende as astúcias do tempo e sabe que ele não é um vilão. Tempo é um intermediário: entre o que se sabe hoje, aquilo que precisa saber e o que ainda saberá.
O café esfria na xícara, enquanto o coração aquece com memórias de um lar que já não existe.
(LilloDahlan)
“Quando Até Deus Se Cala”
Sento no chão...
e o mundo inteiro perde a cor.
Só existe eu,
o silêncio…
e esse vazio que me mastiga por dentro.
O peso nas minhas costas
é de coisas que nem deveriam ser minhas.
Culpa, cobrança, expectativa,
como se eu, só por ser mais novo,
não tivesse direito de cair,
de doer,
de quebrar.
O amor que dei...
foi embora nas mãos de quem nunca soube cuidar.
Me humilhei pra ter migalhas,
e no fim, só ouvi:
“Não é mais pra ser... me desculpa...”
Desculpa?
E depois... silêncio.
Sumiu.
Me deixou refém de memórias que só eu carrego,
sentindo falta de alguém que não sente de mim.
E eu?
Fiquei.
Ajoelhado...
gritando pra um céu que parece surdo,
orando por 37 dias...
e Deus?
Deus não me respondeu.
Não veio um sinal,
não veio uma resposta,
não veio nada.
Só o eco do meu próprio desespero
rebatendo nas paredes do quarto,
nas paredes da alma.
E eu me pergunto:
"O que eu fiz de errado?
Por que sou sempre eu?
Por que até Deus se calou pra mim?"
A cabeça pesa, o corpo treme,
a mente grita:
“Acaba com isso. Some. Desaparece.”
E por um segundo… parece até que seria paz.
Mas, mesmo destruído,
com o peito rasgado e a alma quebrada,
uma voz fraquinha, bem lá no fundo,
ainda teima em sussurrar:
“Se você ainda respira…
é porque não acabou.
A dor não é o fim.
Você não é o fim.”
Talvez… só talvez…
mesmo quando até Deus se cala,
Ele ainda tá aqui,
só esperando eu levantar,
nem que seja rastejando,
nem que seja só pra provar pro mundo…
que eu não vou morrer aqui.
É tão difícil olhar o mundo e ver o que ainda existe, pois sem você meu mundo é diferente. Minha alegria é triste.
O impossível não existe.
Foi apenas uma palavra inventada por alguém que não acreditava o suficiente.
