Nao estou Sozinha
Oh melodia, não só quero te ouvir, como também não só quero te sentir. Seria pedir demais decifrar as tuas notas, conhecer a tua pauta musical? Quero perder-me em cada nota, do dó ao si. Quero bailar nas tuas nuances, nos enlaces. Ouve-me... a percussão que emito. És tu a desejada, a endeusada. És tu o sopro. És tu o bálsamo. És tu o timbre desejado. Tu és o Jasmim sonoro mais suave deste floral. Sim. Tu és. Ouve-me... consegues me escutar? Consegues decifrar as minhas notas? Estou aqui, bradando feito um violino. Suave. Pausa. Audição. Um momento. Agora, inaudível. Aos poucos, vem surgindo sorrateiramente a doce melodia que me cativara. Eu me deixo cativar, pois não tenho dono. Eu sou o maestro da minha orquestra. Eu comando. Porém... estou aperfeiçoando o meu instrumento. Estou afinando as cordas, o tom, o som. Consegues me ouvir?
Certa vez, senti que tudo acabara. De fato, acabou. Mas não terminou. Ainda consigo ouvir, um sussurro ecoa suavemente nesta nave. Nave esta que viaja em um universo infinito, estarrecedor, onde paira a dor. A dor orbita. Palpita. Imita algo de bom. Nessa constelação, só sei que nunca existiu início, tampouco o final. Quem dirá o meio pra recomeçar. Do que sei, é que começo de onde eu quiser, quando e como eu quiser. Descobri que sou o centro do meu universo. Dá imensidão desse cosmos, de toda essa vastidão, percebo que estou em órbita, em constante transformação, em evolução.
Um dia, em um passado não muito distante, eu viverei o presente do futuro que imaginei. Paro... penso. Estou no presente, com um pé no futuro e debruçado no passado. Naquele passado que só eu sei. Naquele passado escondido na caverna. A caverna escura que só eu tenho a luz para ilumina-la. Essa luz é o futuro, ressoando em meu ouvido dizendo que tudo dará certo. O presente jaz. O presente trás. O presente faz. Refaz. É fugaz. Perspicaz. Ele é o meu algoz, chega a ser feroz. Me corrói. Mas não me destrói. Me torna um herói. Eu te quero; te venero. Oh futuro que reluz no passado, ouve-me. Estou aqui, consegues me ouvir? As súplicas pairavam em um silêncio fúnebre, o silêncio ecoou, o vazio criou forma, criou asas. E lá estava eu, na imensidão daquilo que ousei ver, eu era uma letra perdida em uma biblioteca, assim como os meus pensamentos estavam perdidos em mim. Ah! atrevo-me mais uma vez. Atrevo-me a viver o presente, a ser presente, um presente, um ente.
Eles me ensinaram que o certo era um corpo magro, eram roupas não muito curtas, mas também não muito compridas e disseram que o rosto devia ser fino, pernas sem celulite e bumbum sem estrias, me instruíram a ter o toque leve... Me ensinaram tudo menos a me amar, me olho no espelho e penso que eu não queria estar ali, por um momento sinto minha alma flutuar para fora do meu corpo, o lugar que eu mais devia gostar de ficar que era dentro de mim é o lugar que mais me machuca.
Os desejos tem razões que a razão não aprova
Se não os controlares eles levam-te à cova
Para quem crê, não existem perguntas isso mostra
Que para quem não crê, não existem respostas
Não há filhos biológicos e adotivos. Biologicamente há progenitores e crias. Filha/o, Pai ou Mãe é sempre adotado ... é vinculação ... do nível psicológico.
Não é só a existência
De graffites, líricas, danças ou as influências... Pensa
Como o Hip Hop afecta a consciência
O comportamento, o pensamento, a competência
Dependem muito da aptidão e da experiência
Apesar de não sorrir, chorar não é o fim do mundo. Sentir a dor, nos faz olhar para trás e ver quantas vezes você já não esteve numa situação parecida com aquela, achando que não viveria mais... E olha aí meu amor, você está intacta!
"Tem pastores como marido que não quer uma esposa auxiliadora do lado. Quer uma esposa que ANDE ATRÁS como fã aplaudindo, ou na frente pra ir colocando tapete vermelho pra ele poder passar.
Vigie vaso você dará conta daquela que Deus colocou nas suas mãos pra você cuidar. Ela é tua primeira ovelha."
—By Coelhinha
