Nao estou Sozinha
A minha vida era perfeita, eu era feliz, bom estava sozinha porém feliz. Mais daí você apareceu e bagunçou tudo, agora ela está um completo caos. E o pior, me perdi em meio a bagunça da minha mente.
Nossa noite ontem foi maravilhosa
eu sozinha em casa e você sozinho na sua
sem nossas companhias apenas eu e você por aqui na net altas horas da noite sozinhos Quentes & Carentes e exatamente as 2:00 da manha você me liga e papo vai papo vem a historia foi ficando interessante e eu querendo dizer Como dizer que quero voce e então entramos no assunto picante e eu viajei mais além da imaginação cada minuto ouvindo sua voz foi surpreendente apesar de não te conhece pessoalmente ... nossa historia sem querer bati completamente ... e tudo esta começando a fazer sentindo ... aos poucos você esta me conquistando com esse seu jeitinho ogro de ser.... jeito de menino com desejos a flor da pele ... gosto desse seu jeito que me enlouquece que me cativa ... ao ouvi sua voz fico feito menininha boba mais cheia de desejos de mulher ... o coração fica pulando de desejos ardentes ... sem querer você esta mexendo com a fera que esta quieta aqui dentro se eu fosse você parava por ai meu Anjos apaixonados não me chame de Danadinha eu? Imagina e nem Malvadas.com apenas Dama do Prazer vem comigo que no caminho te explico !!!
Amar parecia mais fácil quando você e eu amavamos iguais,e agora amar sozinha me dá uma tremenda dúvida do que o amor é pra você...
Quem sabe ainda sou uma garotinha
Que anda por ai sozinha
Procurando alguém pra brincar
Quem sabe o príncipe virou um sapo
Que vive dando no meu saco
Não querendo deixar eu voar...
Pobre pessoa sem nada a perder,
Todo dia chprava, mas sempre sozinha.
Quem poderia entender,
Era apenas uma garotinha!
Tao rapido se tornou suja de coração,
Apenas se confortava passando de mão em mão.
Agora ela mata sem perdão!
Com o sangue frio escorrendo em sua mão.
Perdida estava sem nem o que comer,
Pensou consigo mesma em humano como refeição.
É algo tao banal, mas ai esta a morte canibal.
Descartou quem amava certo
Mergulhando em amores rasos
De tristeza tá chorando sozinha...
Se culpando pelos seus fracassos
E de repente, sem perceber,
Me vejo sozinha novamente
Como uma folha seca
Ao cair após um vento forte e sombrio
O vento sempre muito intenso
Mostra-me o caminho
para as incertezas e o medo
um lugar a naufragar!
Sozinha no silêncio e escuro do meu quarto
Você me vem a mente
E por mais que eu saiba que nunca será minha
Eu não deixo de pensar
De que ao menos em meus sonhos
Tenho você e você tem a mim.
Como esquecer ela?
Se toda noite, sozinha em meu quarto
Ela surge em meus pensamentos
Se quando ouço aquelas músicas
É só dela que eu lembro?
Pessoas costumam me perguntar por que fico sozinha no canto da sala,sem conversar muito,digo que fico nervosa por não saber o que dizer, mas na verdade, não converso e nem me aproximo por não saber sua verdadeira intenção
Uma voz dentro de sua alma ecoava um grito de socorro, e de novo ela se sentiu sozinha, sentada à beira daquele abismo. Haviam rosto de todos os tipos, mas ninguém a ouvia. Ela parou por um instante, assustada, e começou a ouvir sua respiração ofegante. — “É só mais um dia” — gritava com ela mesma. Acostumada com aquela dor costumeira, ela levantou-se enxugando suas lágrimas como sempre fazia, era como se já fizesse parte da sua rotina. Engoliu seco. Àquela voz mais uma vez foi silenciada pelo absurdo. Ela sentia medo, mas, no fundo, ela sabia que precisava fugir dali. Com passos lentos e ainda muito assombrada, ela caminhou até a pia do banheiro para lavar o desespero que avistava em sua face. “Ninguém precisava saber o que havia acontecido ali”, ela pensou. Ao levantar à cabeça para se olhar no espelho, ela enxergou uma figura muito familiar: uma sombra, muito aflita e abatida. Ela não se conteve e de novo se afundou em lágrimas agarrando o tecido de sua camisa florida já manchada do sangue que escorria de seus lábios. Uma ferida acabara de ser rasgada no mais profundo de sua alma e doía mais que a dor física que ela sentia naquele instante. Abaixou-se colocando três dedos na garganta para tentar aliviar a sua ânsia, mas nada saiu. “À sua morte estaria chegando? ”. Pensou por um instante. Balançou a cabeça para afastar aquele pensamento medonho e observou as paredes cinza à sua volta que na sua cabeça parecia dançar. Ficou perplexa querendo entender como que ainda continuava ali, sozinha jogada aos prantos. Soluçava. Ela não tinha muita certeza do que fazer. À feição de seu rosto mudara e agora ela não parecia mais ter medo. Ela suspirou um ar de culpa que parecia não a pertencer e foi se arrastando com confiança até uma porta branca que avistava em sua direção. Um suor frio congelava à sua pele. Ela fechou os olhos para afastar aquele sentimento de medo que parecia voltar ao seu interior deixando uma última lágrima cair. Cerrou os punhos com muita raiva e continuou a se arrastar pelo chão. Estaria próxima do fim? Pensou com clareza. Um caminho de sangue se estendia à medida que ela se aproximava da porta. Uma leve intuição de esperança tomou conta do seu interior dando lhe uma impressão de alívio, e a única coisa que ecoava agora era o som de sua respiração ofegante. Semicerrou os olhos por um instante para conter uma lágrima e respirou fundo para não precisar gritar. Ela já estava cansada e os efeitos colaterais de suas dores a deixava cada vez mais fraca para finalmente sair dali. Uma memória de sua infância tomou conta de sua mente. Agora ela tinha medo, tristeza, raiva, angustia, e uma vontade maior ainda de se libertar. O que havia acontecido no passado se repetia? Uma força maior se criou dentro dela e já não importava mais o que acontecesse. Àquela lembrança a despertou algo que ela jamais imaginou que teria algum dia: a coragem pra enfrentar seus próprios pesadelos. Finalmente ela girou a maçaneta da porta. Seu corpo, que agora se mantinha em pé, corria em direção ao que poderia ser a luz no fim do túnel. O grito de socorro finalmente foi dado pela sua insegurança. Parecia que seu coração ia explodir no peito à medida que ela se distanciava dali. O medo que havia sido enraizada dentro de si durante anos de repente transformou-se em esperança. Ela sabia que não era a única que precisava se libertar, assim como também sabia que outros lugares haveriam corpos ecoando um grito de socorro onde ninguém mais podia ouvir.
Dificilmente você verá a gratidão andando sozinha, normalmente ela caminha de mãos dadas com a felicidade.
Ódio
Eu aceito estar sozinha na multidão. A hipocrisia que me repugna, da sociedade individual que prefere destruir em vez de ajudar ... O desapontamento é pouco para tudo isso, parece-me um erro dizer com delírio o ódio que sinto.
