Nao estou Sozinha
Eu queria um dia estar sozinha com você...
Pra talvez dizer alguma coisa, ou dizer nada...
Pegar tua mão e deixar-te sentir o pulsar do meu coração...
Sentir teu toque...
Chegar bem perto...
Te abraçar, e simplesmente te dá um beijo.
Ainda que você esteja sozinha e desanimada, lembre-se dos conselhos das amigas de Jesus: Tenha fé, pois Deus está presente!
Passando a mão sobre
o Capim-Curu enquanto
caminha com a história
de volúpia cresce sozinha,
Dentro do meu coração
e do pensamento
se entrelaçam as intenções
de seda e fortes emoções
feitas da fibra de Sisal.
Do pé colho amoras
maduras e na mente
elaboro o paraíso particular
com rota e sem nenhum pejo,
Acendo o fogo interno
do candeeiro para que nada
apague o amor eterno.
Apontar em silêncio
para as curvas vertiginosas
para você se aventurar
sempre uma nova viagem
em mim encontrar,
De ti colher os suspiros
mais delirantes frutados,
enrodilhar os nossos
desejos apaixonados.
Com beijos alucinados
vestir a tua pele de mimos,
Trazer o mais do opulento
êxtase para enfeitar
a suamesa e plantar em ti
o seu olhar sedutor,
para que nos primeiros
toques eletrizantes
de lábios provocantes
capture o sentido do amor.
Cada vez mais, a "solitude" (o prazer de estar sozinha) é celebrada como uma escolha saudável.
A ideia de que o estado civil define o caráter ou a felicidade de uma mulher é considerada um estereótipo ultrapassado por diversos motivos:
Autonomia e Realização: Atualmente, muitas mulheres priorizam a autorrealização, carreira e liberdade pessoal. A felicidade é vista como um estado interno que não depende exclusivamente de um parceiro.
#mulherguerreiraerealizadasem/machismo
Se me disseres adeus, meu amor,
Meus olhos vão se fechar.
É a morte de um sonho meu
Que sozinha estive a sonhar.
Eu quis me dar um presente
Infinito além do céu.
Eu quis me dar um amor
Como dos filmes que ninguém fez.
Se me disseres adeus,
Tudo que havia em mim eu já chorei.
Não me restaram palavras
Nem medos que me pusessem fim.
Tudo em ti, meu amor,
Eu já ganhei e perdi.
Eu definhei em segredo
E também em silêncio eu cresci.
Foram para ti os poemas
Que a Deus eu dirigi.
E diante de um sonho
Tão salgado,
Tão pobre e tão rica eu me vi.
E diante do hoje
No qual conquistei
Tudo e ao mesmo tempo, nada,
Pronta, eu morro em mim.
Eu me amei,
Eu me aplaudi,
Também sozinha
Chorei,
Também sozinha sorri.
Se me disseres adeus,
Me conforto dentro de mim.
Eu não sou Deus,
Eu não sou Deus,
E desse sonho, ainda viva,
Eu vou me despedir.
Mas, se me disseres oi e sorrir,
Entrego meu amor
Por uma vida inteira a ti,
Na esperança de um milagre
Que no meu coração senti.
Talvez eu seja só ilusão
E um dia saudades.
Ainda assim, eu sonhei,
Eu te amei, eu te vi.
Mas se disseres adeus, meu amor,
A Deus entrego o amor que dei
E não recebi...
E de todas as tolices que a vida humana reserva,
Não me arrependeria de reparar em ti.
És belo...
És belo...
És belo...
Assim te vi.
Assim te fiz
E assim hei de me despedir.
Eu? O que sou?
Pétala ao vento...
Poucos hão de reparar em mim...
Mas eu, tudo vivo, e reparei...
Ao menos tentei dar um final feliz para ti.
E para mim? Meu final?
Eu morro todas as noites...
E renasço todas as manhãs
Até o dia em que não existir mais Sol...
Eu morro a cada minuto e renasço a cada sinal.
Mas, se me disseres adeus, meu amor,
Ainda haverá outros olhos, até meu último suspiro, pelos quais lutar, com os quais me distrair.
Os meus olhos?
Ora, que ricos! Ora, que tristes...
Ora, que tudo veem...
Menos o futuro, além do meu coração.
Meu coração: eterno jardim a esperar florir.
Um dia, quem sabe, encontro consolo em mim.
Sei lá amiga, cansei de me estressar com homem, tô curtindo esse tempo sozinha e.... noooooooss, gatinho esse seu amigo, hein! Como chama?
Amore in Venezia.
Manhã romântica de primavera, eu estava sozinha na linda Praça São Marcos, esperando a minha irmã. Eu deveria ter ido com ela, mas, meus pés já estavam cansados demais. Naquele instante eu pensei que Veneza é mais atraente para passarmos uma lua de mel e não para fazermos pesquisa de trabalho. Sei que muitos gostariam de está no meu lugar e ver os pombos voando, os casais apaixonados fazendo juras eternas, o sol pairando no azul das águas que se confundem com o brilho do céu. Mas, tudo o que desejava naquele momento era estar na minha casa no Rio de Janeiro.
Depois de quase uma hora, eu fui surpreendida por um belo jovem veneziano, de olhos verdes, com sorriso e olhar um tanto conquistador. Ele se aproximou lentamente e lançou algumas palavras:
- Oi senhorita, como está? – Confesso que o achei um pouco atrevido e ao mesmo tempo atraente e educado. Por isso fui bastante educada.
- Estou bem, só um pouco cansada.
Nesse dia conversamos pouco. Apenas nos apresentamos, ele disse se chamar Luigi, e quando eu disse que me chamava Carolina, ele achou lindo.
Passaram-se alguns dias sem que nos víssemos, até que houve um romântico baile para comemorar a primavera. Foi nesta noite mágica que o reencontrei. Ele estava lindo, com um sorriso inebriante, seus olhos pareciam um lago banhado de amor. Depois do baile saímos para passear sobre a nevoar daquela noite quase irreal. Tive sorte, pois, minha irmã voltou cedo para o hotel e eu fiquei na doce companhia do jovem veneziano.
Caminhamos silenciosamente pelas ruas enfeitadas de flores, com cheiro de jasmins cobrindo toda a cidade. Parecíamos sem destino algum, como se não houvesse o futuro e logo eu tivesse que retornar para a realidade do meu lar. Fomos guiados pelas batidas dos nossos corações.
Quando a madrugada deu lugar a uma luminosa e preguiçosa manhã, pois, a cidade inteira ainda dormia. Abraçamo-nos sobre a Ponte de Rialto, ele me presenteou com um beijo apaixonado, típico de um veneziano e me fez juras de amor. Namoramos ao balanço das gôndolas naqueles canais apaixonantes. Mas, eu sabia que na tarde daquele mesmo dia eu teria que partir.
Por alguns instantes senti vontade de largar tudo no Brasil e viver aquele sonho de amor. Comprar uma casinha com flores na janela, de frente para as águas solitárias, que já viram amores nascer e depois partir. Infelizmente, eu precisava voltar para o meu mundo real, menos colorido, mas, que me fazia sentir com os pés firmes no chão.
No fim da tarde, eu me despedi daquele que foi o meu amor por uma única noite e permanecerá dentro de mim a vida inteira. Talvez na próxima primavera, ou, quem sabe em um dia qualquer eu torne a encontra-lo. Afinal, a vida sempre pode nos surpreender.
A sensação é de segurar o mundo com as mãos. sozinha.As dores, alegrias,o tempo,os momentos,o querer,o gostar.A sensação é essa e eu tenho medo de até quando minhas mãos vão conseguir, se não vai me pesar muito.(NS)
E enquanto eu fico aqui sozinha em meio as tuas fotos e lembranças, eu distraio a nostalgia com um caderno, uma caneta na mão e um colchão no chão.
Eu gosto de ficar sozinha comigo às vezes, mas a idéia da solidão também me assusta, eu gosto de ter pessoas caladas por perto, dispostas a ouvirem o silêncio.
Ela...A Música
Compondo me cala
Um barulho que em nada me atrapalha
Sozinha fala muito mais que muitas bocas
Liberta sentidos e deixa a imaginação correr solta
Ela me traduz em poucos instantes
Conta de mim o que eu nem sei explicar
Fala o que não encontraria palavras pra descrever
É a alegria, conforto e paz de um ser
Ela é que muitas vezes me fez perceber
Que ainda vale a pena viver
Dedilhando minha vida
Faz minha trilha sonora
Completa meus presentes momentos
E até o que vivi outrora
Em tudo seu único defeito
É não ser viva e mulher
Pois se assim pudesse estar
Seria com ela que eu iria me casar
"Há uma coisa como deixar a humanidade sozinha; nunca houve tal coisa como governar a humanidade [com sucesso]".
Já tenho uma leve inclinação a estragar as coisas sozinha, e tem gente que colabora ainda mais com isso.
Viajo em pensamento, dou uns suspiros, dou risada sozinha, me distraio fácil, fico o dia inteiro ouvindo musica, me sinto ansiosa, da saudade, preciso de um abraço, desejo um beijo o que será?o coração bate forte só de pensar nele...só espero que não seja passageiro...
Quando penso em você, é impossivel me sentir sozinha e infeliz só pela sua existência ao meu mundo já me sinto completa.
Nunca gostei de solidão durante o dia mas adoro ficar sozinha no meu quarto durante a noite. Sempre gostei de barulho no café da manhã e de mesa cheia no horário do almoço mas trabalhar um pouco longe de casa me obrigou a almoçar sozinha no...s últimos tempos.
Minha sala de trabalho fica em um prédio comercial da rua mais movimentada do Juazeiro do Norte, e passo o dia todo praticamente trabalhando sozinha nessa sala, se eu abrir a porta vejo rostos conhecidos e faço isso umas 3 ou 4 vezes do dia, só pra me sentir menos sozinha mas quando olho pela janela, vejo um movimento infinito, um sobe e desce de rostos totalmente desconhecidos.
O restaurante que almoço fica quase em frente, um pouco a direita da minha janela, escolhi ele por ser perto, mas gostei também do clima familiar, ele parece a garagem de um velho sobrado com tinta verde "gasta" nas paredes mas a comida é boa e tem cajuína geladaaa na garrafa de vidro pra acompanhar.
Escolhi a primeira mesa do canto esquerdo pra ficar almoçando, todos os dias senta lá, uma moça simpática sempre diz o "prato do dia", eu escolho e eu peço a cajuína, no final ela sempre pergunta se quero café ou água, sempre sorrio e respondo que não, pago o mesmo valor todos os dias e vou embora.
Esporadicamente eu encontrava um senhor de uns 60 anos entrando quando eu ia saindo do restaurante e todos os dias ele dizia: -Calor grande hoje,né? - e eu sempre respondia(sorrindo): -Muito, aqui é o Juazeiro,né? - sempre o mesmo diálogo. Depois de algum tempo eu passei a encontrá-lo sentado em uma mesa sempre que eu chegava pra almoçar e não mais quando saia do restaurante e dias depois descobri que ele perguntou à "moça simpática que sempre diz o prato do dia" se eu costumava almoçar lá todos os dias e em que horário eu chegava sempre e ele começou a chegar mais cedo e almoçar na mesa vizinha.
Começamos a trocar algumas poucas palavras e em pouco tempo ele mudou-se para minha mesa, aquela que é a" primeira mesa do canto esquerdo", antes eu chamava ela de "minha mesa" e agora costumo dizer "nossa mesa".
Sr. Artur é aposentado e vive sozinho numa casinha pequena aqui perto, não tem mais filhos mas tem netos que moram bem distante, ele diz que não gosta de cozinhar pra uma pessoa só.
Suas histórias são realmente interessantes e passei a gostar do Juazeiro e a admirar o Padre Cicero pela boca dele. Ele diz que gosta como eu sorrio de suas histórias que chego e me engargar.
Ele é meu amigo e é impressionante como passamos a nos importar com pessoas novas. Hoje em dia não almoço mais todos os dias sozinha e em dias como hoje, espero realmente encontrá-lo me esperando na hora do almoço, lá embaixo, na calçada do "prédio comercial da rua mais movimentada do Juazeiro do Norte", onde fica minha sala de trabalho.
Aposto que hoje ele vai estar usando seu chapeuzinho xadrez de aba curta..
