Nao estou Sozinha
Você não é a pessoa que deve andar ao meu lado, porque você é o próprio sol, que iluminou a minha vida de escuridão absoluta.
Apenas um beijo não é suficiente,
Para o dia passar sem lembrar,
Os momentos que vivi no último luar.
Lembro de detalhes:
Da cor de seus olhos,
Do bater de meu coração,
No sorriso de sua boca,
Do voar de meus pensamentos.
Um beijo não é suficiente,
Nem a distância me faz bem,
Mas os passos adiante,
Mais próximos me levarão.
Silencioso posso estar,
No longo dia a galgar,
Mas os pensamentos de minha mente,
Estão a te acompanhar.
Se fores agora dormir, então digo:
Boa noite minha amada!
E se a acordar estiveres, digo:
Bom dia minha paixão,
Pois minha paixão arde como o raiar do sol,
E meu amor brilha como a lua mais cheia.
Fecho então esse texto,
Com amor entre os dedos,
E a lembrança de um beijo.
Embora eu não queira admitir isto
Eu vou acabar me comparando aos outros
Só porque alguém na frente não significa que vai chegar lá primeiro
Olhe de longe e tome seu tempo
O melhor dia que já tive foi quando o amanhã não chegou!
Deus não pretende que o conhecimento seja um fim em si mesmo, mas sim que seja um meio para se alcançar algum fim.
A alma dele é uma tempestade. A inteligência o prende. Há nele uma grande ideia e não resolvida. Ele é daqueles que não precisam de milhões, mas precisam resolver uma ideia.
Despedidas
Amigos, não chorem na minha despedida.
Pois, do outro lado desse muro,
Entre a vida e a morte,
Estarei sempre zelando e cuidando de vocês.
Amigos, não derramem lágrimas e sim abram sorrisos.
Pois estarei levando seus sorrisos.
E levando a beleza de nossa amizade.
Pois amigos são aqueles que estarão sempre juntos.
Em pensamentos e em nossos corações.
Lembrem de meu sorriso, que às vezes era forjado.
E perdoem, pois era para alegrar as pessoas amadas.
Lembrem que estarei sempre olhando por vocês, onde estiver.
Pensei em fazer um pedido, era meu aniversário. Mas não tinha nada para pedir. As coisas vivas, pensei, as coisas vivas não precisam pedir.
É mau aquele amante popular, que ama o corpo mais que a alma; pois não é ele constante, por amar um objeto que também não é constante.
(Em "O Banquete")
