Nao estou Sozinha

Cerca de 610983 frases e pensamentos: Nao estou Sozinha

Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.

A gente tem uma tendência para acreditar que não morre.

Ariano Suassuna

Nota: Trecho de entrevista ao Jornal Folha de São Paulo (Ilustrada), publicada em 23 de dezembro de 2013

...Mais

O fato mais fundamental sobre as idéias da esquerda política é que eles não funcionam. Portanto, não devemos ficar surpresos ao encontrar a esquerda concentrada nas instituições onde as idéias não têm de trabalhar para sobreviver.

os corpos das outras mulheres
não são os nossos campos de batalha

Gere a sua própria luz, o seu calor a sua energia, não dependa de ninguém. Seja autor e gestor da sua própria história.

Ser bonito significa ser você mesmo. Você não precisa ser aceito pelos outros. Você precisa se aceitar.

Quando o amor se tornou tão triste? Quando ele começou a me machucar tanto? Não deveria tê-lo amado...

Não concordo com uma palavra que você disse, mas defendo até a morte o teu direito de dizê-las.

traumas sem fim
o que eles querem de mim ?
eu nao tenho nada a dar
por favor,parem me traumatizar

Talvez hoje eu não tenha atingido todos os meus
objetivos, mas amanhã ao nascer dos primeiros
raios de sol eu vou RECOMEÇAR e ver
as coisas de um modo diferente e se eu não
conseguir enxergar um arco-iris, desenharei um,
nem que seja aqui dentro do meu coração... Pois
maior que todas as minhas lutas diárias, é a minha
alegria de viver e a minha fé em Deus!

E os medos que uma vez me controlaram
Não chegam nem perto de mim

A reação mais comum da mente humana a uma conquista não é satisfação, e sim o anseio por mais.

Sabedoria não é conhecer tudo, mas saber o que conhecer.

Um amor que chega sem ser esperado
Que não pede permissão para entrar
Mas que invade o corpo inteiro
Como se dono fosse do meu ser
Um amor que vi aos poucos dentro de mim crescer!

Um amor que a distância não impediu
De aflorar na minha existência tão sem graça
Que me trouxe a alegria de estar vivo
Que despertou a emoção adormecida!

Quando descobri que estavas em minha vida
Ah, esse amor que chega a doer de tanta saudade
Que anseia em seus braços um dia ser aconchegado
Que sonha com seu rosto um dia acariciar
Em teu corpo os delírios do prazer sentir
E o seu coração com o meu amor seduzir!

Ah, esse amor... esse amor...
Que deixa meu corpo em brasas
Quando em sonho muitas vezes acordado
Sinto o seu corpo sob o meu, e
Assim por ti estar sendo amado
O que seria de mim se não sonhasse?

Talvez perdesse a esperança.
Mas eu sonho, e tenho esperança
Que um dia em nossas vidas vou lhe encontrar,
Com meu carinho e meu amor pode dizer
Que eu nasci para lhe amar e ser amado por você!

Não há nada mais difícil do que fazer alguém tomar consciência da sua inconsciência progressiva.

Nós não seremos capazes de adorar a Deus nas ocasiões mais sublimes se não tivermos adquirido o hábito de adorá-lo nas mais simples.

não precisava que você dissesse que gostaria de ficar.
mas queria saber da sua boca
se eu era o suficiente
pra fazer
seu peito deitar no meu.

Sei que o mundo não é um mistério e nem um o sonho é uma jura secreta. O Deus que criou o mundo criou também o poeta.

Não precisamos ser negros para lutar contra o racismo. Só precisamos ser humanos.

Não dá para me enganar e escapar à constatação brutal de que não importa o quanto você se mostre entusiasmada, não importa a certeza de que caráter é destino, nada é real, passado ou futuro, quando a gente fica sozinha no quarto com o relógio tiquetaqueando alto no falso brilho ilusório da luz elétrica. E, se você não tem passado ou futuro, que no final das contas são os elementos que formam o presente todo, então é bem capaz de descartar a casca vazia do presente e cometer suicídio. Mas a massa fria entranhada em meu crânio raciocina e papagaia, ´Penso, logo existo´(...). Para que serve a boa aparência? Garantir segurança temporária? De que adianta o cérebro? Para dizer apenas "eu vivi e compreendi"?

Sylvia Plath
Os diários de Sylvia Plath 1950-1962. São Paulo: Editora Globo, 2004.