Não Esqueço Coisas que Vivi

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Busco uma explicação para minhas crises existenciais!
Logo percebo que todas aquelas que vivi me trouxeram muitas coisas a favor... Se todos parassem em algum momento para se julgar e ver o que acontecendo ao seu redor, perceberam suas falhas e suas deficiências, no sentido próprio da palavra, pois assim podemos analisar e querer-se corrigir... Pois uma hora temos que engolir nosso orgulho, para perceber que nem todos nossos atos são 100% corretos e em alguns casos totalmente errados! Para assim correr atrás dos seus delitos e tentar remediar aquilo que talvez possa ser desfeito. Às vezes esses pensamentos rígidos com sigo mesmo trazem também Novos horizontes e sentimentos que antes passará despercebido. Ou ate mesmo podem expor para nós a dura e magnifica realidade, que faz perceber que não se deve querer moldar tudo ao seu favor e muito menos cobrar algo de pessoas que não são capazes de entender a complexidade da sua essência! Então que venham diversas outras crises e autocorreções para que assim me ajudem a compor cada vez mais meu SER....

Eu vivi minha vida ao máximo das minhas habilidades, mas não consegui escapar do destino, raiva ou dor.

Sinto saudade dos momentos que ainda não vivi com você.

De tudo o que vivi, aprendi que legado não é sobre grandeza, é sobre verdade. É sobre se deixar fragmentar em tudo o que se faz, permitindo que cada gesto carregue um pouco da nossa alma. Porque quando a gente ama o que faz, cada detalhe vira semente — e semente boa sempre floresce no tempo certo.

Eu entendi que viver com propósito é deixar marcas que não se apagam: na memória de quem tocamos, nos olhos que encontram nossas imagens, nas palavras que escrevemos e que ecoam mesmo quando o silêncio chega. A vida é breve, mas o que construímos com amor permanece. Fica no riso que despertamos, na lembrança que guardam de nós, no cuidado que entregamos sem esperar retorno.

O que fazemos bem feito não morre. O que é feito com amor não se perde.
Se um dia eu me for — e todos iremos — que fique o que plantei: a sensibilidade que deixei nas ruas da minha cidade, as histórias que registrei, o afeto com que olhei para o meu povo, a força com que atravessei meus dias.

Meu legado é isso: a soma dos meus fragmentos.
E que cada um deles continue vivendo onde minha presença não alcançar mais. Porque, no fim, só permanece aquilo que nasce verdadeiro. Só fica aquilo que foi feito com amor.

Não sou nada especial; disso estou certo. Sou um homem comum, com pensamentos comuns e vivi uma vida comum. Não há monumentos dedicados a mim e o meu nome, em breve, será esquecido, mas amei outra pessoa com toda a minha alma e coração e, para mim, isso sempre bastou.

— Eu vivi por você — disse ele — e vivi por Will, e então vivi por Tessa e por mim, porque eu queria estar com ela. Mas eu posso... não posso viver para outras pessoas para sempre. Ninguém pode dizer que a morte encontrou em mim um camarada disposto, ou que eu fui facilmente. Se você diz que precisa de mim, ficarei o tempo que eu puder. Vou viver para vocês, lutando contra a morte, me desgastando até ficar os ossos e fragmentos. Mas não seria a minha escolha.

Se der errado? E daí, pelo menos você vai ter o gosto de dizer: ”eu fui, eu vivi, eu vi, eu tentei”.

Na ausência de relacionamentos humanos, criei laços com as personagens de papel. Vivi amor e perda por meio das histórias enredadas na história; experimentei a adolescência por associação. Meu mundo é uma teia entrelaçada de palavras amarrando membro a membro, osso a tendão, pensamentos e imagens todos juntos. Sou um ser composto de letras, uma personagem criada por frases, um produto da imaginação fabricado por meio da ficção.

Foi tão bom conhecer você, estar com você, curtir você.
Eu vivi aqueles momentos como se nunca mais fossem se repetir.
Acreditei em cada vírgula dita para que tudo fosse perfeito.
E foi perfeito!
Eu quis fazer com que aquele dia fosse o melhor de todos.
E pra mim foi.
Momentos que vão ficar na memória pra sempre.
Momentos perfeitos que deixaram um gostinho de quero mais.
Momentos que ficaram marcados.
Eu queria me sentir assim naquele dia.
E me senti.
Entrei na certeza de que poderia só uma vez e me entreguei de corpo e alma.
Agora é olhar pra frente e viver como se nada tivesse acontecido.
Pois o amanhã a Deus pertence.
E só Ele sabe o que é melhor pra nós.
Se essa historia vai ter uma reprise?
Se essa historia vai ter um final feliz?
Ou se vai ficar somente naquele dia...
Pra ficar guardado na lembrança?
Só Deus é quem sabe
Boa noite!

"Ás vezes tenho saudades daquilo que não vivi. Talvez tenha idealizado algo que ficou aqui guardadinho em mim, mas que nunca veio à tona. "

Foi incrível e absolutamente único cada momento que vivi com você. Acordava feliz todas as manhãs só por saber que tinha você comigo. Você me completava, me fazia sorrir e acreditar que o amor realmente existia.
Sei que a mudança é a lei da vida, mas não imaginava que tudo isso fosse mudar. E mudou! Sofri demais até entender que por mais que a gente queira, nada é pra sempre. Mas passaria por tudo outra vez, só pra ficar um pouco mais ao seu lado. Não tenho raiva de você, pelo contrário, te agradeço! Pois só você me mostrou a verdadeira felicidade e me fez sentir algo que nem mesmo Freud seria capaz de explicar. Foi bom enquanto durou, pena que acabou!

Eu acho que tudo o que eu vivi me ensinou muito, mas não aprendi o suficiente para me tornar um adulto. Eu perdi amores, ganhei outros, e ainda sinto falta. Pra mim, o abraço sincero é mais importante que o beijo apaixonado e, o andar de mão dada expressa mais o sentimento que a serenata. Qualquer um é capaz de pegar uma viola e fazer um papelão na janela da menina, eu quero ver é suportar as crises, as brigas, as neuras dela durante toda uma vida e ainda assim caminhar de mão dada. É nisso que eu acredito, nesse sentimento raro e eterno. Porque a gente tem que viver se controlando para não matar EXATAMENTE aquilo que ama.

Metade de mim é o que eu vivi, a outra é esperança...
Me esforço para ser sempre melhor... melhor no amor , melhor na dor... o futuro é incerto, porém, faço o que posso para que seja belo !!!

Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…

Não me preocupo com a opinião alheia... já vivi para os outros... sofri tanto que morri... aí nasci para mim.

Seja feliz, e não se importe comigo, vivi até hoje sem você e não será amanhã que vou morrer por falta de você.

Já vivi, já morri, já renasci, só sei que agora eu vou curtir.

Vivi cada linha que escrevi, mas não as escrevi tal como foram vividas.

Vivi bastante: de fato morro sem nunca ter sido vencido.

⁠Sinto que vivi a maior parte da vida na minha imaginação. Pegando os menores momentos e tornando maiores em sonhos.