Não Esqueço Coisas que Vivi
Não pense nas possibilidades ruins, foque nas coisas boas. Crie boas expectativas, declare que “só vai melhorar”.
Em nossa vida diária, incorporamos sem esforço e inconscientemente normas culturais que transformamos em coisas nossas.
Inútil é ficar disputando espaços que não nos comportam, ralar-nos por inteiro, quando somos grandes demais para o pequeno espaço oferecido ou não sermos grandes o bastante para preenchê-lo.
Pensei em todas as coisas horríveis que ela tinha aceitado em relação a mim sem medo. Aparentemente, só os outros vampiros eram assustadores.
Quando as coisas ficam difíceis, quando a época não é muito boa, as histórias nos proporcionam uma válvula de escape, um lugar para onde podemos ir, descansar e nos sentir acolhidos.
Desculpe, mas nem tudo tem que ser espirituoso, encantador ou fofo o tempo todo. Às vezes só precisamos poder dizer as coisas. Ouvir as coisas.
Escrever é começar a partir de algo que se supõe saber e descobrir coisas novas no meio do caminho.
Queria poder tirar tudo isso de dentro de mim, quanto mais penso sobre nós dois, mais me vem a tristeza de não te ter, não poder te tocar e te beijar, meu coração o tenta reprimir mas no final eu volto a de ti gostar
A certeza das coisas boas
que nos virão amanhã,
vem da fé que nos move hoje.
Do bem que fazemos e das lições
que aprendemos nas aflições que já
passamos.
As coisas mais bonitas da vida,
também são as mais simples e fáceis de se ter.
Basta desejarmos e fazermos por merecer.
Que os seus maiores bens, não sejam as coisas que você tem. Mas, que seja o carinho, o respeito, a consideração e a gratidão por aqueles que te querem bem.
Pessoas e coisas inúteis, eu descarto!
- Sei que pessoas não são coisas, porque existem coisas que têm bem mais valor...
“” Certa vez olhei no espelho e perguntei
Você é louco? E a imagem respondeu
Claro que não,
Louco é você que fica me perguntando essas coisas...””
ME LEVA PRA QUALQUER LUGAR
Juro, eu me preparei. Desta vez eu me preparei. Saí com garotas sem nome e sem rosto por esporte, fiz terapia, passei a frequentar sessões religiosas de cinema sozinho, enchi a cara toda quinta-feira à noite e já conheço todos os garçons do Rosas por nome. Tinha absoluta certeza que nos últimos seis meses tinha feito um curso intensivo de solteirice e me graduado com louvor.
Sabia que se um dia voltássemos a sair, você iria querer me ver diferente. Mais homem que garoto, mais pé no chão que cabeça no céu, mais veia do que versos. Com paciência e cuidado, forjei minha armadura e só te procurei depois de ter convicção que poderia ser casual, de que não ligaria pro nem no dia seguinte.
Espalhei bóias e botes salva-vidas estrategicamente para pular fora caso algo desse errado. Não me envolveria desta vez, não com você. Honestamente nunca esperei que meu sentimento por você tivesse passado, mas acreditava de verdade que tivesse ido bem na tentativa de comprimi-lo num pacote tão pequeno que se perderia na minha corrente sanguínea e não encontraria de novo o caminho até o meu coração.
Mas a saudade descobriu que fui distraído e havia rachaduras na parte esquerda da armadura que protegia meu peito. Sim, a saudade. É com ela que eu divido a cama nas noites que você não está aqui. Inclusive foi pensando em quanto tempo vai passar até eu conseguir trocar a fronha do travesseiro que você deitou a cabeça outro dia que eu me peguei admitindo a verdade.
Eu estou à deriva.
Já perdi o controle do leme há léguas e olha que légua nem é unidade de tempo. Estou deixando você me guiar e me levar pra onde quiser. Eu sei do nosso acordo de não-compromisso, sei que prometi solenemente não-envolvimento e em minha defesa te juro que era essa a intenção, mas me perdi na tua maré de sorrisos e agora estou prestes a me afogar na cascata dos teus cabelos. Conheço bem o frio do iceberg que vem à frente mas apesar disso não pretendo mudar a direção nem lançar âncora.
Eu embarquei em você outra vez e mesmo sabendo qual vai ser o destino final pretendo ficar. Afinal, capitão sempre afunda com o navio
