Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda
Me condene se quiser, mas saiba que ainda não foi decidido quem de nós dois está sentado na cadeira do réu — eu ou você, tempo.
Se você acha prazeroso fazer o que é errado, é que você ainda não experimentou fazer o que é certo.
Isso, pode cair e chorar, mas junte logo seus pedaços e se levante, POR FAVOR!
A guerra ainda não acabou, foi só UMA das batalhas.
Vivemos sob a sombra de uma vida que nunca chega a começar, perseguindo um ainda não que se desloca infinitamente. A sensação de estar atrasado não é fruto da escassez de tempo, mas da impossibilidade de habitar o presente, sequestrado pelo fantasma das possibilidades não realizadas. A gente vive com a impressão de que está sempre correndo atrás de algo que sequer começou direito. Um atraso crônico para uma vida que nunca nos foi entregue por completo, apenas esboçada, nunca habitada. O sujeito contemporâneo não sofre por falta de liberdade, mas por seu excesso, uma liberdade que se transformou em obrigação de otimizar, experimentar, abraçar infinitos eus potenciais. O problema não é a quantidade de opções, mas a crença de que precisamos experimentar todas elas para ser felizes. Essa exigência nos fragmenta. Cada possibilidade que se abre exige um eu que se adapte, que performe, que justifique. Estamos esgotados não pela escassez, mas pela abundância. A ilusão da autonomia absoluta esconde uma verdade mais cruel: escolher não é sobre ganhar, mas sobre perder. Cada decisão é um luto pelas vidas alternativas que não serão vividas. Escolher não é decidir o que se quer, é aceitar o que se vai deixar para trás. É reconhecer que cada caminho traçado é um adeus silencioso às paisagens não percorridas. Mas estamos nos tornando incapazes de dizer esse adeus. Temos medo de fechar portas. Só que quem vive tentando manter tudo aberto, não entra de verdade em lugar nenhum. A multiplicidade de opções não nos liberta; nos paralisa. O menu infinito não amplia a existência, mas a esvazia. Por trás do fetiche pela experimentação total, há um pavor mudo ao compromisso, à irreversibilidade da escolha. Tem algo em nós que desejaria não decidir, como se a não-escolha nos protegesse da dor do arrependimento. Mas isso vai nos matando aos poucos, com uma overdose silenciosa de tudo. Porque, no fim, o excesso não nutre; entorpece. O neoliberalismo nos vendeu a ficção de que podemos (e devemos) ter tudo, mas a realidade é que a felicidade só emerge quando aceitamos os limites, quando nos permitimos ser finitos. Essa sociedade produz não vencedores, mas perdedores glorificados, indivíduos que interpretam a hesitação como sabedoria e a acumulação de possibilidades como libertação. Mas estamos criando, na verdade, uma geração de perdedores, de pessoas para quem a vida é uma porta fechada. Não por falta de chaves, mas por excesso de entradas possíveis. A overdose de opções é um sintoma da miséria espiritual de nossa época. O arroz com feijão do cotidiano, o ordinário, o repetitivo, nos apavora porque exige entrega, exige que paremos de correr atrás do próximo estímulo. Feche o outro cardápio. É só outra versão do mesmo prato, apresentado com verniz gourmet. No fundo, é a vida pedindo presença. Mas estamos ausentes, de nós, dos outros, do mundo. Quem insiste em manter todas as portas abertas condena-se a ser eterno espectador de si mesmo, um turista da própria existência. Uma vida cheia de possibilidades, mas sem entrega, acaba rasa. A verdadeira liberdade não está em ter infinitos caminhos, mas em caminhar por um deles, e pagar o preço. No fim, quem vence não é quem tem mais opções, mas quem consegue escolher... e bancar essa escolha.
Não passou
Nem vai
Nem sai
Simplesmente porque
Eu ainda não descobri
Um lugar para andar
Onde você não esteja
Ainda não existe um tempo onde você não esteja, mesmo quando continua ausente.
Ainda não existe um lugar onde eu não te sinta, mesmo quando distante.
Ainda não existe um lugar onde esse sentir tenha deixado de fazer parte de uma parte de mim.
O inesperado me inspira
Tenho sede por palavras não ditas
Busco emoções que ainda não tem nome
Sou o avesso da calmaria...
E não pretendo me adequar, representar outro eu
Gosto mesmo é de estar em ebulição, até deixar adormecer meus sentidos.
Sentir sem necessariamente fazer sentido...e só
Lembre que você faz as suas escolhas e mesmo que você não faça nenhuma escolha, ainda assim é uma escolha sua.
Nos enganamos quando pensamos que a vida não vale a pena.
Estamos errados, pois nem sabemos ainda o que ela nos reserva.
Sempre pensamos que o que vivemos não foi suficiente para inflar nossos egos e suprir nossos anseios, queremos sempre mais e não percebemos o que realmente é essencial e importante.
Nunca notamos que é nas pequenas coisas que o melhor se esconde é só quem consegue enxergar são os que não ignoram a simplicidade das coisas.
A grandeza muitas vezes não agrega nada se sempre for visto somente como é exposto, quem aumenta ou diminui a importância das coisas são nossos olhos do coração.
Também muitas vezes, não é a beleza das coisas que reflete o melhor, as vezes pode ser miragem ou armadilha confundindo nossas mentes.
"Não consigo me sentir bem quando pessoas erram comigo e, no final, ainda acreditam que fui eu quem errou."
Viver por si só nos motiva a ir aonde ainda não estivemos. Sentir o aroma de cada estação, o gosto salgado do mar e o doce beijo da pessoa amada nos impulsiona a vencer cada dia. Ficar no mesmo lugar pode ser como perder a perspectiva, é como deixar de viver.
É inacreditável que, apesar que não consigamos ver o que é tão claro, ainda seja possível à humanidade enxergar algo diante dos seus olhos, com tantas lesões oculares causadas, dia após dia, pelas pessoas que detém os sorrisos mais belos e os abraços mais receptivos. Olhos feridos.
"O sábio sempre preferirá andar com a verdade, pois a verdade nos liberta, se você ainda não se libertou é porque ainda não descobriu a sua verdade".
Não existem habilidades inúteis, existem apenas habilidades que ainda não encontraram sua utilidade.
E ainda que digam: É difícil pra você, não vai da certo, desista enquanto é cedo, é melhor pra você, essa caminhada não é sua.
E mesmo que, pra você possa ser mesmo difícil, e ainda que pareça ser impossível, mesmo que algumas ações venham a te desanimar, não desista, se te faz feliz, se vale a pena, contínua... Não pare, ser humano nenhum tem o poder de decidir sua vida.
É VOCÊ por VOCÊ e DEUS por VOCÊ.
Não pare.
" Diz que Deus não existe, mas tem ou teve um pai e foi gerado por uma mãe, ainda assim acredita que o universo foi criado do nada...
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