Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda
Meu desejo para você hoje, é que observe mais o mundo ao seu redor, e aquilo que tentam te vender como poesia.
Não se prenda a frases inúteis e sem conteúdo, vendidas em livros de auto ajuda, lembre se: tem gente que ganha dinheiro com emoções fúteis!
Frases "bonitinhas" não irão mudar a sua vida, só você pode fazer isso, experimentando sua própria realidade!
Não fique preso ao estereótipo de outro alguém, com desejo de ser igual ou tão bom quanto essa pessoa é (ou aparenta ser), você tem muito mais a oferecer sendo você mesma!
Observe as informações que prendem os seus pensamentos, grande parte delas, ou te fazem alienado ou te massacram em derrotas. O mundo real é sempre mais desafiador, entretanto te faz viver e sentir
sem engano, nem máscaras.
Por fim, seja criterioso em tudo, ter critérios não é chatice, é ter respeito a si próprio.
Talvez eu devesse ter mais medo das coisas,
talvez eu devesse ser mais contida e prudente,
devesse ser mais racional,
menos sincera,
menos transparente.
Talvez eu devesse sim ser mais estrategista,
mais calculista,
menos sentimento, menos amor.
Mas não seria eu...
E não consigo, nem com todas as tentativas do mundo,
deixar de ser o que sou."
Feliz aniversário, meu amigo. Parabéns por completar mais uma volta em torno do Sol, embarcando nessa extraordinária nave que chamamos de Terra.
❝... Bom dia Vida ! ... e a esperança resplandece ... nos chamando para ser feliz mais uma vez ... para receber esta benção linda deste novo dia ... é a alegria batendo na janela do seu coração ... tocando a alma com o carinho de Deus em cada detalhe preparado especialmente para você ! ❞
Mesmo que os meus dias estejam perto do fim, e que as fontes estejam secando, por mais que os seus olhos tenham brilhado pouco, permita eu tentar que eles brilhem todos os dias
Ter paz é mais do que ouvir o canto dos pássaros. É sentir a presença de Deus. Porque ter paz vai além de tudo que temos e de tudo que somos. Ter paz é Deus comigo e eu com Ele, numa interação que nada e ninguém conseguem romper. Ainda bem!
A trilha que nos leva a mais bela cachoeira tem no seu caminho os tropeços e as dificuldades. Assim é a trilha da vida para chegar onde almejamos.
APENAS AMOR
Ninguém mais compreende a intensidade da vida. Falta amor, carinho, compreensão. Faltam os valores que se perderam com o tempo e ninguém consegue achar. Deve ter ficado em algum lugar esquecido, esperando ser resgatado.
Às vezes sinto uma sensação de vazio. Noutras esta sensação vai embora, ficando apenas o momento e o que restou dele. Muitas vezes este momento se torna inesquecível, apesar de nada ter acontecido.
Falta vida. Vida com cores fortes e vibrantes. Faltam pincéis. Faltam as próprias tintas que deveriam estar escorrendo entre as veias e vertendo pelos poros. Faltam no mercado as telas. Faltam atributos que coloririam a vida com tamanha intensidade.
Falta sensibilidade para entender que as cores da vida estão relacionadas ao amor. Amor de várias formas e ângulos. Amor sem limites. Amor de todas as cores. Amor sem uma relação certa. Apenas amor.
Eu sou assim: sem "meio termo", sem "porquês", sem "mais nem menos", ou "é" ou "não é", não tem meia estrada e nem rodeios. Não sei fazer nada pela metade, nem de qualquer jeito, não sei amar um pouco, não sei ser "meia amiga", não sei dizer MEIA VERDADE. Sou o que sou, assim, simples, verdadeira, intensa, sou como o vento que passa e registra sua presença. Priscilla Rodighiero
Só mais algumas horas e estaremos em janeiro, no primeiro mês de um novo ano... onde tudo é recomeço.
E a gente inicia uma corrida para que os planos e sonhos se tornem reais.
Na alma o anseio por tempos melhores.
No coração a esperança de sentimentos mais puros.
Saúde, dinheiro, amor, paz, novo emprego, bens materiais... são vários os desejos.
É um tempo novo pra se viver.
Tempo de rever o que precisa ser melhorado dentro e fora de nós.
Tempo de pensar mais no outro.
Tempo de valorizar a família.
Tempo de fazer bem aos animais e a natureza.
Tempo de se amar mais.
Tempo de plantar novos sonhos.
Tempo de buscar mais a Deus.
Tempo de agradecer.
Tempo de viver tudo que se teve vontade, mas não se viveu.
Para mim, peço saúde, proteção e coragem, pois o meu novo ano já iniciará com um desafio.
Para você, desejo um ano repleto daquilo que lhe faz bem, faz sorrir e ser feliz.
Um feliz ano-novo!
Ser referência é mais do que ser visto.
É lançar sementes silenciosas, tocar vidas sem perceber.
É força e fraqueza entrelaçadas, esperança que inspira quem se afoga em seus próprios dias.
Rafael Fernando transformou meu olhar em arte — e, nesse gesto, me lembrou que tudo que vivemos reverbera.
Ser referência é isso: florescer, mesmo sem saber quem colhe.
Pedagogia do Acolher
Chegou mais um setembro e, com ele, a vitrine de frases prontas que me atravessam sem me enxergar. Falam para eu falar — como se a minha voz não estivesse há tempos espalhada em palavras, imagens, silêncios e olhares. Eu avisei. Não busco atenção; busco sentido, presença, mãos que não soltam.
O que me revolta não é a cor do mês, é a direção do dedo. Campanhas apontam para quem está afundando, quando quem precisa de formação é quem está na margem. O depressivo não precisa de cartaz; precisa de quem saiba ler sinais: o brilho que apaga, o sorriso que desencaixa, o corpo que fala — cabelo que cai, peso que some, vitalidade que se ausenta. Precisa de quem saiba chegar sem invadir, ouvir sem consertar, acolher sem prescrever. Às vezes, salvar é só sentar ao lado e dizer com o corpo: “estou aqui”.
Falar nem sempre é possível. Por dentro, a mente é um labirinto: ideias desordenadas, sentimentos sem moldura, cansaço que pede anestesia da dor — não o fim da vida. O que nos sustenta, muitas vezes, é o descanso de um abraço, o cuidado que não cobra explicação, o silêncio que não abandona. Ensinem isso: a presença que não exige performance de melhora; a escuta que não transforma confissão em sermão; a delicadeza de perguntar “como posso estar com você?” e aceitar que, naquele dia, a resposta seja apenas chorar.
Também me fere a homenagem tardia. Velórios cheios, redes lotadas de amores eternos — e o vazio de tudo o que não foi dito quando ainda dava tempo de ouvir. Eu não quero discursos depois. Quero humanidade antes. Se houver propósito em minha voz, que seja tocar uma pessoa que esteja aqui agora, e não multidões quando eu já for ausência.
Setembro, para mim, só fará sentido quando deixar de treinar o depressivo para “se explicar” e começar a educar o entorno para reconhecer, acolher e agir. Ensinem a identificar sinais, a construir rede, a acompanhar até o serviço, a ligar no dia seguinte, a cozinhar um prato simples, a varrer o chão do quarto, a segurar a mão — e não soltar. Ensinem que “força” não é cobrança, é companhia. Que fé não é atalho, é abrigo. Que esperança, às vezes, cabe em vinte minutos de silêncio compartilhado.
Eu sigo deixando vestígios — nas pessoas, nos cantos, no papel, nas imagens. Minha voz não precisa de multidões para cumprir seu propósito. Se alcançar um coração e lhe oferecer descanso por um instante, já valeu a jornada. E, enquanto eu estiver aqui, repito: não é fraqueza, é exaustão; não é espetáculo, é sobrevivência; não é drama, é dor. O que peço não é palco. É presença.
#setembroamarelo
Curar o Outro
Por que a gente consegue se preocupar tanto com alguém, mais do que com nós mesmos?
A ponto de esquecer da própria dor, ou fingir que ela não existe?
Às vezes, as dores até se parecem, são as mesmas feridas em corpos diferentes, mas, mesmo sem força, a gente tenta curar o outro.
Como se aliviar a dor do outro fosse também um jeito de aliviar a nossa.
Como se, ao enxugar as lágrimas de quem amamos, pudéssemos secar as nossas por reflexo.
Mas não dá.
A verdade é que, por mais bonito que seja esse instinto, curar o outro não é cura, talvez seja fuga.
E ainda assim, a gente insiste.
Porque amar é isso: é esquecer-se por um instante, acreditar que o afeto pode salvar, mesmo quando mal conseguimos nos salvar de nós mesmos.
A Presença Que Salva
Setembro Amarelo deveria ser mais do que um convite para falar. Porque nem sempre conseguimos. A mente de quem vive com depressão é um labirinto de pensamentos desordenados, onde encontrar as palavras certas para explicar o que se sente é quase impossível.
Muitas vezes, o que precisamos não é alguém nos dizendo "conte comigo" e depois desaparecendo, mas alguém que fique, mesmo no silêncio. Que segure nossa mão, sem soltar. Que entenda que às vezes não queremos falar, só precisamos de um abraço, de uma presença que não exija explicações, que apenas diga: "Estou aqui, com você. E não vou a lugar nenhum."
É essa ajuda silenciosa que salva. Um olhar que acolhe sem pressionar, uma companhia que não julga o choro, a tristeza ou a vontade de nada. Uma presença que transforma a solidão em algo suportável.
A campanha não deveria ser sobre pressionar o depressivo a falar, mas sobre ensinar as pessoas a estarem presentes, realmente presentes. Porque o que salva, muitas vezes, não é a palavra, mas o acolhimento. E há um tipo de amor que não precisa de som — só de presença.
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