Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda
Não espere o apoio. Seja o início.
Quando você começar a servir a ciência com propósito, o mundo vai te notar.
Não se perca tentando salvar quem decidiu permanecer igual
Você não muda ninguém que não quer mudar.
Não existe amor capaz de curar quem abraçou a própria destruição.
Não existe cuidado suficiente para transformar alguém que rejeita a própria consciência.
Há pessoas que confundem ajuda com obrigação.
E fazem do seu coração um lugar de descarga — enquanto você vai se esgotando em silêncio.
Você insiste.
Explica.
Perdoa.
Recomeça.
E aos poucos percebe que está sacrificando sua paz para sustentar alguém que não faz o mínimo esforço para sair do lugar.
Isso não é amor saudável.
É desgaste emocional.
Cuidar do outro nunca deve significar abandonar a si mesmo.
Porque quem vive tentando salvar todos — muitas vezes morre por dentro sem que ninguém perceba.
Nem toda permanência é virtude.
Nem toda insistência é prova de amor.
Às vezes, maturidade é entender que algumas pessoas só mudam quando a dor delas se torna maior que o conforto de permanecer iguais.
E enquanto isso não acontece — você precisa escolher não adoecer junto.
Proteja sua mente.
Proteja sua paz.
Proteja sua essência.
Porque há batalhas que não são suas para carregar.
E há pessoas que só encontrarão transformação quando decidirem enfrentar a si mesmas.
— Paulo Tondella
A vaidade contemporânea não é excesso de amor-próprio — é seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante não se afirma: sustenta-se por empréstimo no olhar alheio. Não há transbordamento, há carência organizada; não há centro, há eco. E, assim, a existência deixa de ser presença e torna-se performance contínua — porque, sem testemunha, já não se sabe permanecer.
O que frequentemente se rotula como narcisismo não é excesso de si, mas sua carência: uma identidade que não se sustenta e precisa recrutar o olhar alheio como prótese. Não há transbordamento, há dependência; não há centro, há busca. E assim, o que parece vaidade revela, no fundo, um esforço contínuo de existir por meio do outro.
A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.
Pássaros a cantar,
variações
de uma vida bela,
veloz,
certeira,
formada
ou não intencional;
Flor!
É com lágrimas
nos olhos
e aperto no coração
que me despeço
de ti,
tô tão disperso
sem esforço
por as vezes
me lembrar
que de você
esqueci.
Antônia,
por que fostes
se perder?
Eu que não dependo
de ti
mas infeliz
á bons
e indiferentes olhos;
Me chama,
me ama,
me perturba,
com ou sem torpor
da ganância típica
de um jovem sonhador.
O baluarte deste poema não denota versos vãos; Patrícia,
anda, é agora,
nosso filho tá pra nascer.
Eu lhe amo e sou meio insano
como o metal
que nada pode deter; O que mais gosto de ti
é quando me faz carícias
e fere o fogo
de chão
sem piso.
Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.
Quero
que não
me definas,
nem tente
me decifrar;
Venho de uma longa jornada
pela imensidão
de dispor-se
a aprender
e anda comigo agora
a dor
e a renúncia
de não mais
por tudo
á perder;
Quando inaudível
minha voz:
Ainda clama
para o dia
logo amanhecer.
Serena,
que noite
é essa?
Velho,
não sou
de andar enculcado
mas olhe, "vice",
sabe-se lá
de onde vem
e por que vem?
Ao meu "coração maltrapilho":
Fiz da poesia
minha arte;
Olhos nas estrelas
e coração em Marte.
Conversar com Deus, não é perca de tempo e nem loucura, é ensino pra uma vida inteira, quem conversa com Deus todos os dias, tem o dom de ficar mais sábio, porque aprende direto do seu mestre"
No palco da democracia, até as ideias minoritárias importam; se assim não for, o palco vira picadeiro e o povo, palhaço.
"Não é um novo capítulo, é uma nova ordem; a fase atual não aceita rascunhos, pois agora eu não estou mais plantando a semente, estou governando a safra e decidindo quem terá o privilégio de sentar à mesa do meu resultado."
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