Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda
' Se for me chamar me faça um favor...fale baixinho e algo aproveitoso, que hoje minha cabeça doí e não estou pra ouvir baboseiras.'
—By Coelhinha
Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.
Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.
Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.
Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.
A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.
É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.
Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.
Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.
Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.
Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.
É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.
E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.
Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.
Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.
Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.
Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.
No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.
E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.
O Brasil que me dói
é o Brasil que padece
da Metástase Cultural da Corrupção Estrutural.
O que me dói não é apenas o dos escândalos que estampam manchetes, nem o das cifras desviadas que nos indignam por alguns dias.
O Brasil que me dói é aquele em que a corrupção deixou de ser episódio e virou ambiente — deixou de ser exceção e passou a ser método.
É um Brasil que já não se escandaliza com os erros — justifica-os — e até estranha a honestidade.
Onde o “jeitinho” é celebrado como inteligência e a integridade é tratada como ingenuidade.
A metástase cultural da corrupção estrutural não começa nos palácios; ela se espalha quando pequenas concessões morais se tornam hábitos sociais.
Quando furar a fila, fraudar um atestado, comprar produtos de procedência duvidosa ou sonegar um imposto parecem pecados menores diante de outros pecados…
Essa metástase é muito silenciosa.
Não dói de imediato.
Vai corroendo a confiança — essa argamassa invisível que sustenta qualquer nação.
E quando a confiança apodrece, tudo começa a desmoronar: instituições, relações e sonhos coletivos.
O cidadão já não acredita no Estado, o eleitor já não acredita no voto, o jovem já não acredita no mérito.
Mas talvez a dor seja também um sinal vital.
Algo de bom no meio do caos.
Só dói o que ainda tem um pouco de vida.
E se o Brasil nos dói, é porque ainda nos importamos.
É porque ainda enxergamos a possibilidade de um país onde o certo não seja heroísmo, mas normalidade; onde caráter não seja exceção, mas cultura.
A cura de uma Metástase Cultural não começa apenas nas urnas ou nos tribunais — começa no espelho.
Começa quando decidimos que não aceitaremos, em pequena escala, aquilo que condenamos em grande escala.
Porque a corrupção estrutural se alimenta de microcorrupções diárias; e a transformação estrutural também nasce de microatos de integridade.
O Brasil que me dói é o mesmo Brasil que ainda pode florescer.
E talvez a verdadeira revolução não seja a que grita nas ruas, mas a que ainda sussurra na consciência de cada um de nós: ou mudamos a cultura, ou a cultura continuará nos mudando.
Pra que Chorar Pelo fim de um relacionamento Sei que isso doi , Mas tente Apenas ergue a cabeça e segui em frente
Sou grata a toda dor que me dói por inteiro. É através dessa dor que expulso o resquicio de sentimentos minúsculos e inúteis a minha essencia e dou espaço a uma renovação que transborda paz.
As vezes criamos raízes tão profundas nos nossos sonhos que parece que todo o resto se apaga. Mas sonhos menina, tem que ser fluido, ser vento, ter asa!
Sou grata também a essa escuridão, pois nela pude valorizar a luz e resgatar todo sentido que habita silenciosamente nas oposições.
Como a frieza me sorri grande e mostra um de repente que brinca com a gente! E um amor tão encaixado se converte em um oi de inverno, assim meio constrangido e sem assunto. Que triste, que tristeza!
Amor itinerante que não cria raiz nem asas, se vai de mãos dadas com a ilusão de um dia, se tornar um agradecimento.
Sou grata ainda por sentir tão largo, respirar alegria para que eu possa sempre ser uma doação continua de encantamento.
As vezes me sinto quebrar por dentro, e como dói juntar os pedacinhos, de um sonho que se desfaz...
Depois de tudo, limpar os cantos, refazer planos, construir novos e frágeis sonhos...
Eu preciso lhe dizer tudo que me toca,
tudo que me dói,
tudo que me faz infeliz,
mas peco na hora do mais importante,
na hora de te dizer,
de te mostrar o que eu preciso.
Dói mas passa.Hoje, amanhã, depois de amanhã, um dia, um mês, um ano quem sabe, muitos talvez. Mas toda ferida fecha.Deixa cicatrizes eu sei, mas fecha.
(NS)
Machuca saber que eu vou acordar amanhã e nada vai mudar, dói ter que sorrir e parecer forte, dói saber que você nunca vai estar comigo, a minha vida é um inferno e ninguém se importa se eu peço a Deus pra mim morrer todos os dias.
Doi ne ? Quando você acha que e especial pra alguem e esse pessoa te esquece de um jeito que mago muito, e é pior ainda quando você nao consegue tirar essa pessoa da cabeça e do coração .
Dói. Quando as suas palavras começam a me machucar. Quando as suas palavras me ferem da pior maneira. Quando tudo que mais me faz falta é apenas seu carinho e compreensão. Quando as bocas estão perto, mas não se unem. Quando tudo que mais fere é aquilo que eu mais preciso. Sua companhia me acalma, descansa me tira do mundo, mesmo que por alguns segundos. Só queria você, apenas você.
Crescer dói, amadurecer dói. Mas crescer vale a pena, amadurecer vale a pena, independentemente do esforço. Vamos lá, quem não tem medo de viver não pode se abalar.
Seu fingimento dói, como dói
Mas num instante sinto música no ouvido
e é como se naquele momento
a melodia quebrasse mesmo que por instantes a dor
e fizesse lembrar apenas do sentimento e carinho
que por si só são maiores do que qualquer ardor
Muitas vezes, é justamente o medo de ficar só, que nos faz constantemente reféns da solidão... a dois...
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