Nao Acabou pra Mim

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Nós sabemos que não é tão fácil amarmos um ao outro
E que alguns dias são mais desafiadores
Mas é que no fundo, apesar de tudo
A vida é mais leve e feliz quando estamos juntos.

Perdi as contas de quantas vezes te escrevi
E hoje não poderia ser diferente
Alguém disse uma vez, que cabeça vazia é oficina do diabo
Concordo com esse ditado, pois ontem estava entediada e sem ter o que fazer
Resolvi dar uma olhada em você, em como você está
Vivo, mas falta aquele brilho no seu olhar
Não sei o que aconteceu desde que partiu, mas a boa notícia
É que pela primeira vez, eu não senti nada
Não senti aquela tristeza arrebatadora
Não senti inveja da sua vida "perfeita"
Eu só senti o vazio, nada que me tocasse a alma
E isso é algo novo pra mim
Não é algo bom ou ruim
É um grande nada, pela primeira vez meu coração não doeu
É um sentimento de paz depois de anos de tempestade
Você foi um tsunami na minha vida
Chegou, levou tudo e foi embora
Sinceramente, espero nunca mais perder o controle da minha vida
Não quero perder o controle dos meus sentimentos
Não quero tentar caber nos lugares que não foram feitos para mim
Não quero um amor impossível
Eu quero um amor leve
Eu quero um amor fácil
Eu quero ser a escolha de alguém

14 de abril de 2026

Um homem que abomina a violência não porta armas.

Raiz, Não Rótulo

Ouvi dizer que fui narcisista.
Nunca concordei, e hoje tenho a certeza de que sempre fui raiz.

No amor, há muitos amores,
e cada vida é única em seus ensinamentos e espelhos.

Tudo teve, e ainda tem, o sabor de um amor sincero.
E a minha sensação, tão importante para mim,
carrega o gosto sereno de missão cumprida.

"A vida não exige regras, mas tudo tem seu tempo e nada é por acaso."

Não se preocupe tanto com as vitórias ou com as derrotas.
Valorize, sobretudo, o que aprendeu com cada uma delas.

Aqueles que não se acomodam com determinada situação, sejam por quais motivos forem, tentam melhorá-la.
Isso tem um nome muito bonito: chama-se progresso.

Por que insistimos em viver dentro de ciclos de pensamentos que não nos levam a lugar algum? Às vezes me sinto como um personagem preso em um daqueles filmes que começam pelo final, quando tudo já aconteceu, quando o destino já está selado, e ainda assim somos obrigados a assistir cada passo que levou até ali.

Não sei exatamente por que não tomo uma atitude. Fico girando dentro dos mesmos receios, repetindo as mesmas preocupações, como um disco gasto que insiste em tocar a mesma música. E o pior é saber que esses temores, muitas vezes, insultam minha própria inteligência. Eu os reconheço como inúteis e ainda assim não consigo escapar deles.

Talvez eu devesse ter deixado tudo para trás em algum momento. Escolhido outro rumo, outra estrada, outro horizonte. Mas permaneço aqui, parado num lugar estranho, com a sensação constante de que todos os dias acabo de chegar e já me arrependo de estar aqui.

Não há mais grandes desafios no caminho. Apenas a silenciosa obrigação de preservar aquilo que já existe. Manter de pé estruturas que eu mesmo sei que, cedo ou tarde, terão um fim.

E assim sigo vivendo como se já não houvesse propósito algum.

Embora, às vezes, eu escute o maior de todos os propósitos ecoando na minha mente, um choro pequeno, uma voz fina que insiste em me lembrar que a vida ainda me chama.

Mas há uma parte de mim que permanece imóvel diante disso tudo.

Uma parte que, infelizmente, parece incapaz de mudar.

Mas o mundo não fala difícil. Ele se oferece em silêncio: no canto tímido de um pássaro, na claridade que atravessa a janela, no riso solto de uma criança que nada deve à razão. A vida é simples — somos nós que a cobrimos de véus, como quem teme enxergar o que é demasiado claro.

No raro instante em que conseguimos despir o olhar, tudo se revela. A folha caída não é apenas botânica, é tempo que se dobra; a água que escorre não é apenas física, é eternidade em movimento. Nesse momento, não pensamos — vemos. E ver, assim, é transcender.

A simplicidade, afinal, não é ausência de profundidade, mas a sua face mais pura. É quando o ser se mostra sem ornamento, e o que encontramos já não pertence aos livros nem às teorias — pertence a nós, pertence ao mundo.

E talvez seja esse o segredo: não conquistar a complexidade, mas reaprender a escutar o óbvio, a habitar o claro, a deixar-se tocar pelo simples. Pois é aí, no chão limpo da simplicidade, que repousa a grandeza que tanto buscamos.

Quem se cobre de virtude mas defende o veneno não é puro, é cúmplice da hipocrisia.

Se o Seu Débito não ser igual com o seu crédito, não adianta divulgar Razão.

"Não espere pelas asas para voar."

Você não é obrigado a fazer a vontade de ninguém, da mesma forma que ninguém é obrigado a fazer a sua vontade.

Não precisa da dor, do sofrimento, do caos para acontecer mudanças; basta apenas ter disposição em mudar.

Dizem que houve um tempo
em que se encontraram
e, em silêncio, se amaram.

Não como quem começa,
mas como quem retorna
a algo que nunca terminou
algo que pereceu,
mas jamais cessou.

Havia entre eles
um reconhecimento sem nome,
não do rosto
mas da ausência que consome.

Um sentimento áspero,
capaz de estilhaçar a alma,
silencioso…
como dor que aprende a manter calma.

Como se carregassem,
em silêncio,
a memória de algo
que não chegou a ser vivido
mas ainda assim,
jamais esquecido.

E era real.

Porque nem todo amor
precisa existir no mundo
para existir de verdade.

Alguns permanecem
onde o tempo não alcança
na lembrança
do que nunca aconteceu,
ou na falta
de quem nunca se teve… mas se perdeu.

Separaram-se, como em todas as histórias.
Não por escolha,
nem por falha.

Mas porque há sentimentos
que não foram feitos para permanecer
apenas para atravessar…
e nunca pertencer.

Dizem que em outras eras
voltaram a se encontrar.

Com a mesma intensidade no olhar,
o mesmo silêncio a ecoar

mas com outros nomes,
outras vidas,
outros destinos.

E sempre havia algo:
um gesto contido,
um silêncio familiar,
um instante suspenso
no tempo esquecido

que os fazia quase lembrar.

Mas nunca por completo.

Talvez porque certos amores
não pertençam ao fim
nem ao começo.
Pertencem ao intervalo,
ao quase,
ao avesso.

E assim seguem:

não juntos,
não esquecidos,
mas eternamente próximos
do que nunca puderam ser

condenados não ao esquecimento…
mas ao eterno lembrar
sem jamais viver.

Quem é você quando ninguém está olhando?
Não a versão ajustada, polida, socialmente aceitável.

Não o personagem que você construiu para caber nas expectativas, nos vínculos ou nos silêncios alheios.
Mas você inteiro, cru, sem plateia.

Quem é você quando a luz apaga?
Quando o barulho externo cessa e sobra apenas o eco dos seus próprios pensamentos?
É nesse espaço íntimo que a verdade se revela. Não a verdade que você conta, mas a que você sente.

Porque, no fundo, não somos aquilo que dizemos ser
somos aquilo que repetimos quando ninguém está vendo.
Somos os hábitos invisíveis,
as escolhas silenciosas,
as fugas que justificamos
e as verdades que evitamos encarar.
Há uma diferença sutil, porém profunda, entre identidade e desempenho.
Muitos vivem performando uma versão de si que agrada, que é aceita, que é validada.

Mas poucos sustentam coerência entre o que mostram e o que são.
E é justamente nessa coerência que mora a integridade.

Quem é você quando pode escolher sem testemunhas?
Quando pode ir embora ou ficar?
Quando pode ferir ou preservar?
Quando pode se abandonar… ou se sustentar?

A forma como você se trata nesses momentos define muito mais sobre você do que qualquer discurso bem elaborado.

Talvez a pergunta não seja apenas “quem é você?”

Mas sim: você tem sido alguém que conseguiria respeitar, admirar e confiar se pudesse se ver de fora?
Porque no fim, inevitavelmente, você sempre volta para si.
E quando voltar…
que encontre verdade, não disfarce.
consciência, não fuga.
e, principalmente, alguém que não precise se esconder de si mesmo.
Nelma Andrade
Psicóloga

⁠Existe alguém que vive sem um par?

É porque não achou a quem amar?

Talvez o tempo demore muito,

Mas quando a hora chegar, esteja pronto para falar que toda espera valeu a pena.