Nao Acabou pra Mim
Enredo para um tema
Ele me amava, mas não tinha dote,
só os cabelos pretíssimos e um beleza
de príncipe de estórias encantadas.
Não tem importância, falou a meu pai,
se é só por isto, espere.
Foi-se com uma bandeira
e ajuntou ouro pra me comprar três vezes.
Na volta me achou casada com D. Cristóvão.
Estimo que sejam felizes, disse.
O melhor do amor é sua memória, disse meu pai.
Demoraste tanto, que...disse D. Cristóvão.
Só eu não disse nada,
nem antes, nem depois.
"Não tenho mais tempo algum, ser feliz me consome".
(De O Pelicano, em Poesia Reunida, página 365, Editora Siciliano – 1991)
Socialismo é a ciência de lidar com o bem comum. Comunismo não é socialismo. Marxismo não é socialismo. Os marxistas roubaram o termo e confundiram o seu significado. Eu tomarei o socialismo de volta dos socialistas.
Socialismo é uma antiga instituição ariana, germânica. Nossos ancestrais alemães tinham terras em comunhão. Eles cultivavam a ideia do bem comum. Marxismo não tem direito de se disfarçar de socialismo. Socialismo, diferente do marxismo, não rejeita a propriedade privada. Diferente do marxismo, não envolve a negação da personalidade, e diferente do marxismo, é patriota.
Poderíamos ter-nos chamado o Partido Liberal. Escolhemos nos chamar Nacional Socialistas. Não somos internacionalistas. Nosso socialismo é nacional. Queremos que o Estado satisfaça as demandas justas das classes trabalhadoras com base na solidariedade racial. Para nós, Estado e raça são uma coisa só.
Não Entendo os Invejosos...
Pq ter tanta Inveja???
• Será pq eu sou linda d+?
• Popular d+?
• Inteligente d+?
• Kerida por todos?
• Ter o cabelo lindo?
• Ter as melhores idéias?
• Ou por eu me destacar?
• Chamar a atenção?
• Ou será esse meu jeito cativante de conseguir tudo q kero?...
Ai...
Pq será q existe tanta inveja nesses coraçõeszinhos?
Até q dá pra entender eles...
Me ODEIAM, mas me IMITAM. Porém, jamais me SUPERAM!!!
Afinal, ESSA É MINHA PRERROGATIVA!
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Por fora um conceito seu...
Por dentro uma personalidade, q É SÓ MINHA!
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Como suportaríamos a infinita dissimulação, falsidade e malícia dos homens se não houvesse os cães, em cuja face honesta podemos mirar sem desconfiança?
A vida que se vive é um desentendimento fluido, uma média alegre entre a grandeza que não há e a felicidade que não pode haver.
Fazia tempo que não me sentia tão feliz, mas nem fiz questão de querer saber os motivos, tive medo de descobrir que a minha felicidade nasceu da minha desistencia de querer ter as respostas.”
Relacionamentos não são fáceis. Às vezes você tem que ouvir monólogos intermináveis sobre a migração dos triceratops, mas vale a pena para você ter um amigo pra vida toda. E às vezes você tem que comer uns cupcakes nojentos com a sua cara desenhada, mas vale a pena pra fazer a sua mãe sorrir. Às vezes você tem até que dar um desconto pro seu pai, mesmo que ele insista em falar só de chaves de fenda o tempo todo, porque, mesmo que ele não acerte sempre, pelo menos ele tenta, muito mais do que você imagina.
TRES PROFUNDEZAS DA ALMA.
Há emoções que não se anunciam. Elas chegam como uma névoa espessa, silenciosa, cobrindo os contornos daquilo que antes parecia sólido. O coração, então, perde sua linguagem comum e passa a pulsar em um idioma antigo, feito de ausências, reminiscências e pressentimentos. Sentir, nesse estado, já não é apenas reagir ao mundo. É ser atravessado por ele.
O abismo não se abre sob os pés. Ele se revela dentro. É uma fenda íntima, cavada ao longo dos anos por tudo aquilo que foi silenciado, negligenciado, adiado. Ali repousam os afetos não correspondidos, os gestos que não retornaram, as palavras que nunca encontraram voz. Quando o homem olha para esse lugar, ele não vê apenas dor. Ele vê a si mesmo, sem as máscaras que o protegeram e o aprisionaram.
E então surgem as lágrimas. Não como um gesto, mas como uma rendição. Elas descem sem pedir licença, traçando no rosto a cartografia de uma história que não pôde ser dita de outro modo. Cada lágrima é uma ruptura com a rigidez, uma recusa em continuar fingindo força onde só há exaustão. Elas não explicam. Elas revelam.
Há um instante, raro e devastador, em que emoção, abismo e lágrimas se encontram. Nesse ponto, o homem não pode mais fugir. Tudo o que ele evitou o envolve com uma clareza quase insuportável. E ainda assim, há uma estranha dignidade nesse encontro. Porque ali, no fundo mais escuro, algo começa a se reorganizar. Não como consolo fácil, mas como verdade incontornável.
Poucos permanecem nesse lugar sem se fragmentar. A maioria retorna às distrações, às superficialidades que anestesiam. Mas aquele que suporta permanecer, ainda que ferido, descobre uma forma mais austera de existência. Uma vida que não se sustenta em ilusões, mas em consciência.
E quando finalmente as lágrimas cessam, não por ausência de dor, mas por esgotamento do engano, resta um silêncio diferente. Não mais o silêncio do vazio, mas o da compreensão. Um silêncio que não consola, mas sustenta.
Porque há dores que não pedem alívio. Pedem apenas que sejam vividas até o fim. E é nesse fim, tão íntimo quanto inominável, que o ser se reconhece, não como queria ser, mas como verdadeiramente é.
Até hoje não entendi,
se era minha fascinação
ou a distração dos outros,
que faziam dela,
a mais linda das solitárias.
Para mim,
ela era perfeita,
linda, doce, sexy,
mas a solidão era sua rotina.
Eu não compreendia tal combinação,
mas creio que seu jeito,
fascinante no olhar,
nos lábios,
no andar,
vinham justamente de sua solidão.
Talvez por isso,
ela,
mesmo sem perceber,
tomava atitudes para manter-se só.
Ela flertava com a solidão,
ela maquiava-se de solidão.
Se queres amar a vida, eu preferiria dizer, se queres apreciá-la lucidamente, não te esqueças que morrer faz parte dela. Aceitar a morte -a sua, a dos próximos- é a única maneira de ser fiel à vida até o fim.
Mortais e amantes de mortais: é o que somos e o que nos dilacera. Mas essa dilaceração que nos faz homens ou mulheres, também é o que dá a vida o seu preço mais elevado.
Se não morrêssemos, se nossa existência não se destacasse assim contra o fundo tão escuro da morte, seria a vida tão preciosa, rara, perturbadora? “Um pensamento insuficientemente constante sobre a morte, escrevia Gide, “nunca deu valor suficiente ao mais ínfimo instante de vida.”
Portanto é preciso pensar a morte para amar melhor a vida -em todo caso, para amá-la como ela é: frágil e passageira- para apreciá-la melhor, para vivê-la melhor, o que é uma justificação suficiente para este capítulo.
Aquele arrepio na espinha eu não queria sentir com você, por medo de me apaixonar, depois do seu beijo arrebatador senti e foi enlouquecedor. Venha beijar-me novamente desmanchando meu sorriso fazendo-me perder o juízo.
