Nao Acabou pra Mim
As pessoas podem não conseguir tudo aquilo pelo que trabalham neste mundo, mas certamente devem trabalhar por tudo que conseguem.
Já não sei se são meus pés que movem o mundo, ou o mundo que move meus pés. A direção que escolho é o rumo dos ventos. De manhã vou para onde o Sol nasce. A tarde, para onde se põe a dormir. E a noite, me sento para admirar no mar o reflexo da minha história que sopra aos pés da Minha Lua.
Durante 86 anos, servi a Cristo, e Ele não me fez mal algum; como poderia eu blasfemar contra meu Rei e Salvador? Martírio de Policarpo 9.3
“As pessoas costumam dizer que esta ou aquela pessoa ainda não se encontrou. Mas o Eu não é algo que se encontra; É algo que se cria.”
Há muita gente que passa a vida fazendo coisas boas e legítimas – porém o Senhor não é o primeiro para elas. Ele não é o centro de suas vidas. Se Ele fosse, não O colocariam de lado. Elas achariam tempo para ficar com Ele! Alguns crentes ficarão de fora dos céus, não devido às coisas más que fizeram – mas porque ficaram tão preocupados em realizar coisas boas e legítimas, que negligenciaram aquelas que realmente contam.
O amor não fica simplesmente parado, como uma pedra. Ele precisa ser feito, como um pão, refeito o tempo todo e reinventado.
Não era amor.
Uma vitória louca, uma vitória doente. Não era amor. Aquilo era solidão e loucura, podridão e morte. Não era um caso de amor. Amor não tem nada a ver com isso. Ela era uma parasita. Ela o matou porque era uma parasita. Porque não conseguia viver sozinha. Ela o sugou como um vampiro, até a ultima gota, para que pudesse exibir ao mundo aquelas flores roxas e amarelas. Aquelas flores imundas. Aquelas flores nojentas. Amor não mata. Não destrói, não é assim. Aquilo era outra coisa. Aquilo é ódio.
O ser humano não pode viver muito tempo no vácuo. Se não estiver evoluindo em direção a alguma coisa acaba por estagnar-se; as potencialidades transformam-se em morbidez e desespero e eventualmente em atividades destrutivas.
A tentativa de definir a democracia como regime de direitos é ridícula porque não existem direitos sem deveres (...) (...) fazer essa separação é ignorância filosófica.
Luiz Felipe Ponde
Noites frias;
Dias quentes;
Tardes mornas;
Qual a moral da História?
Já que não existe pretexto.. Nem ao menos um texto;
O que será de nós?
Existimos.. Mas vivemos questionando nossa existência;
Será que frios somos, como noites sem luz;
Quentes como o fogo, destruindo tudo que toca;
Mornos, comuns, sem graça..
Ainda bem
que não morri de todas as vezes que
quis morrer – que não saltei da ponte,
nem enchi os pulsos de sangue, nem
me deitei à linha, lá longe.
Ainda bem
que não atei a corda à viga do tecto, nem
comprei na farmácia, com receita fingida,
uma dose de sono eterno.
Ainda bem
que tive medo: das facas, das alturas, mas
sobretudo de não morrer completamente
e ficar para aí – ainda mais perdida do que
antes – a olhar sem ver.
Ainda bem
que o tecto foi sempre demasiado alto e
eu ridiculamente pequena para a morte.
Se tivesse morrido de uma dessas vezes,
não ouviria agora a tua voz a chamar-me,
enquanto escrevo este poema, que pode
não parecer – mas é – um poema de amor.
Não busque estabilidade, pois tudo na vida é temporário.
Procure o equilíbrio para que tu consigas ficar em pé independente do que vier.
Apenas tuas ações se propagam.
O que você faz para os outros é o teu legado que por muito tempo será lembrado.
Plante boas sementes e espere que o jardim seja cultivado.
Não havia mais o que dizer, tem despedidas que só um olhar no olho e um abraço bastam pra mostrar o quanto quem está dizendo adeus é importante.
Ser Rasta não é ter Dreads. Ter Dreads não é ser Roots. Ser Roots não é ser Regueiro. Ser Regueiro não é Conhecer alguns Reggaes. E curtir Reggae não é conhecer as bandas da moda.
Boa noite!
Se não quer absorver a energia negativa de outra pessoa, lembre-se de que apenas ouvir não lhe obriga a concordar.
A gente perde tanto tempo discutindo e lamentando aquilo que não foi que esquecemos de fazer acontecer o que ainda pode ser.
