Nao Acabou pra Mim
Orarei por cada um de vocês, pois quando não tiver forças para orar, espero que também orem por mim.
Procuro sempre estar perto das pessoas que gostam de mim, já os que não gostam, ah os que não gostam... Sinto muito, meu tempo é precioso demais para desperdiçar com o que não vale a pena.
Não sorria pra mim se o teu sorriso não for sincero.
Não olhe pra mim se o teu olhar não for enxergar o meu interior.
Não me queira por perto se não for me querer quando eu estiver longe.
Se você realmente não gosta de mim, encontre outra pessoa.
SER
Tenho inveja de mim mesmo...
Sou e não sou
Talves eu seja o que estou sendo agora ,mesmo sem a vontade de ser...
Todos fizeram tudo e se perderam no que hoje são....
Há muita seriedade em ser!
Embora vivo brincando o que nunca fui.
Foda-se, não existe um modo de viver, não venha com essa de moralismo para cima de mim, faço o que gosto, mesmo sendo errado para voce. A minha consciência está limpa, e enquanto estiver não me venha dizer o que fazer, a unica lei que eu sigo é a da minha conciência...
"...Rebrotei de mim sempre que me despi.
Deixei partir, o que não ousou vicejar.
O resto fui eu que em urdidura guardei.
Invadi-me de começos. Posterguei todo fim.
Depois na ardência do tempo, almejei vir a ser.
Foi a sombra que me fez buscar a tecitura da luz.
Carlos Daniel Dojja
In Fragmento Poema Na Ardência do Tempo
Então já não me ia sem ti. Não te ficava de mim, sem levar-me.
No desterrar partilhado, na descoberta crivada de anseio,
Nos revestimos renascidos na candura colhida.
E nessa luz feita morada, acolhemo-nos na lucidez enternecida.
Porque amar, é instruir-se no desvelar do outro revelado.
"... Então, já não me ia sem ti.
Não te ficava de mim, sem levar-me.
No desterrar partilhado,
No descobrir crivado de anseio e afago,
Nos revestimos como se renascidos,
Fossemos feito candura emanada.
E nesse luzir de entremeada morada,
Acolhemo-nos de lucidez efervescida.
Porque, em fim, amar,
É instruir-se no desvelar,
Do outro revelado...
Eu sei que você sempre teve uma imagem de mim que não combinava exatamente com quem eu sou por dentro.
Às vezes, a gente cria uma armadura para se proteger do mundo, mas com você, eu sinto que não preciso mais dela. Quero que você conheça esse meu lado que guardei por tanto tempo só para nós.
Não acredito em amor a primeira vista, para mim a paixão é furada. Para mim, o amor vem com o tempo e com a convivência. O segredo é o casal se dedicar ao relacionamento, e não apenas um do casal.
Minha alma borbulhante insiste em não caber em mim, gosta de derramar-se pelos cantos e encantos do caminho.
Sou um pássaro em pleno voo tentando aprender a arte de fazer ninho, desejo pousar minhas asas antes de seguir em busca de outro verão.
Tenho alma de fagulha, eterna centelha e aprecio as incompletudes dos silêncios e das palavras ditas e não ditas.
Tenho a alma leve e suave como a brisa se uma manhã de maio. Gosto da beleza do caminho, mas insisto em construir a minha estrada.
Não é fácil ter alma de borboleta, exige doação e desprendimento.
Busco por metamorfoses que me proporcionem crescer e evoluir, mesmo que as pedras do caminho pareçam maiores que a coragem que estou aprendendo a ter.
Eu adoro as sensações que você consegue provocar em mim, todas!
E eu não me importo com definições de certo ou errado
Só consigo pensar no quanto isso é único
E do quanto esse contato m ajuda traduz partes de mim que geralmente são esquecidas
Não se engane com minha melancolia
Ela é uma parte de mim que me renova
E eu não quero evitá-la
Ou fingir que não existe.
O que fazer com esse ser de ambivalências que habita mim?
Como não ser ambivalente?
Como faz?
Como acabar com essa sensação
De me perder a cada vez que me acho?
Como faz para ser uma só?
Todos são assim?
Será que meu problema
é que eu disfarço pouco?
