Nao Acabou pra Mim
Louco, eu? Não, sou apenas um arquiteto, alinhando palavras e desenhando frases para colorir a vida, mas o sentido, o efeito e a magia está na beleza do coração de quem lê.
Mora comigo na minha casa
Um rapaz que eu amo
Aquilo que ele não me diz porque não sabe
Vai me dizendo com o seu corpo
Que dança pra mim
Ele me adora e eu vejo através de seus olhos
O menino que aperta o gatilho do coração
Sem saber o nome do que pratica
Ele me adora e eu gratifico
Só com olhos que eu vejo
Corto todas as cebolas da casa
Arrasto os móveis, incenso
Ele tem um medo de dizer que me ama
E me aperta a mão
E me chama de amiga.
Não há necessidade de consultar um psicólogo para saber que quando você denigre o outro é porque você mesmo não consegue crescer e precisa que o outro seja rebaixado para você se sentir alguém.
Não é o que você diz fora de sua boca que determina sua vida, é o que você sussurra para si mesmo que tem mais poder.
Só há um problema filosófico verdadeiramente sério: o suicídio. Julgar se a vida merece ou não ser vivida é responder uma questão fundamental da filosofia. O resto, se o mundo tem três dimensões, se o espírito tem nove ou doze categorias, vem depois. Trata-se de jogos; é preciso primeiro responder. E se é verdade, como quer Nietzsche, que um filósofo, para ser estimado, deve pregar com o seu exemplo, percebe-se a importância dessa reposta, porque ela vai anteceder o gesto definitivo. São evidências sensíveis ao coração, mas é preciso ir mais fundo até torná-las claras para o espírito. Se eu me pergunto por que julgo que tal questão é mais premente que tal outra, respondo que é pelas ações a que ela se compromete. Nunca vi ninguém morrer por causa do argumento ontológico. Galileu, que sustentava uma verdade científica importante, abjurou dela com a maior tranqüilidade assim que viu sua vida em perigo. Em certo sentido, fez bem. Essa verdade não valia o risco da fogueira. Qual deles, a Terra ou o Sol gira em redor do outro, é-nos profundamente indiferente.
Sinceramente, eu não sei o que dói mais, a angústia de não poder te ter aqui comigo ou o sofrimento ao ver você com outra pessoa ao seu lado que não seja eu.
É acordar na esperança de que finalmente você tenha notado que existe alguém nesse mórbido planeta que te ama muito mais, e te faria muito mais feliz do que ele.
Sai fora de todos os meus preceitos e conceitos desejar que um relacionamento chegue ao fim, por isso acordo todos os dias imaginando como seria finalmente estivesse disponível para que eu pudesse finalmente dizer o que sinto, dizer aquilo que eu guardo no âmago e deixo lá, guardado bem no fundo da alma.
De dizer o quanto eu sou feliz ao seu lado, de dizer o quanto sinto sua falta, de dizer o quanto eu tenho vontade de beijar sua boca, de dizer que sem você, eu sou só mais um no meio de bilhões, só mais um coração no meio de um mar de sofrimento e desilusão.
Sinceramente, agora eu sei o que dói mais, é uma mistura dos meus dois paralelos. É Não ter você e saber que outro têm.
Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas.
Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas.
Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.
Não é nada fácil tirar a vida de um homem, não importa quão pouco valor ela tenha. Mas quando você faz isso, você tem que esquecer. Acho que eu ainda não consegui me acostumar com essa última parte.
Nossas maiores realizações não podem ficar para trás porque nosso destino está acima de nós.
(Cooper em Interestelar)
“Enfrente os problemas de hoje com a força de hoje. Não comece a atacar os problemas de amanhã antes que o amanhã chegue. Você ainda não tem a força de amanhã. Você tem o que é suficiente para hoje.”
As outras coisas podem exigir uma procura mais persistente, mas se você não procurá-las jamais as encontrará. Sem procura, não há descoberta.
