Nao Acabou pra Mim
Quando você conhece suas raízes,
sabe que a tempestade só leva,
O que não deveria fazer parte do propósito.
Tocam no Universo
como uma partitura
as asas do Condor,
não consigo da Lua
e nem das estrelas
que quero só meu
o teu infinito amor.
Inti me presenteou
constelações incas
que lembram no céu
a beleza do teu olhar
e a nobreza do amor
que estou a cativar
neste mundo a girar,
e que insistem parar.
Fortes são as minhas
cordilheiras que criei
para ninguém tentar
tocar em tudo aquilo
que é de inspiração
e na eterna canção
que irá nos embalar.
O amanhecer será
nosso e indomável,
a última ópera fiz
questão de escutar,
e toda hora vivo por
dentro a me preparar
para quando o amor
vier a nos encontrar.
A gente pode chamar de memória seletiva quando a pessoa não tem a razoabilidade de assumir que mudou de opinião.
O primeiro respeito que merecemos começa aqui. Se não nos respeitamos os de fora muito dificilmente vão nos respeitar.
Acreditam nos falsos relatos, mas os verdadeiros não são diferenciados. Viés de confirmação na eterna calúniação. Mas consideram uma literatura, cujo o artigo gera uma igualdade. Sociedade de erros contextuais, na esperança das espertezas normais. Mas o que seria normalidade, se a demência gera deficiências igualitárias.
Descritos de um antigo achado científico, mas as revisões bibliográficas não sugerem tais relatos. Escrevem os próprios idealismo, mas os conceitos não são distintos. Sonhos de um tempo adormecido, na esperança de acordarem no passado esquecido.
Mas pensamos nos sacrifícios diários, onde o tempo não se valoriza em meio as desgraças reveladas. Momentos que deturpam as mentes, na eterna vontade de uma realidade discrepante. Entretanto o planeta segue uma trajetória, cuja a coletividade nos revela outras sabedorias existentes.
Peguem um dicionário, mas não se atentem no passado. Época colonialista, mas a parte B apresenta palavras contemplativas. Mas seguimos para a letra P e procuras a letra A. Acharás tuas capacidades, na literatura de uma arte. Mas Leonardo Da Vinci nos mostra uma doutrina, mas duvidamos de Michelangelo. Questionamentos no papel almaço, mas as canetas estão gastas. Nota uma diferença em tuas escritas, e formam literatura/gramática esquecidas.
Desprezo irracional, cuja a moralidade não se transforma evolucionista. Inveja das máquinas, mas esquecem quem criou as próprias máquinas. Crenças deturpadas no meio ambiente, onde os comportamentos não são viventes. Lógica de uma contemporaneidade perdida, nas páginas antigas da vida.
Sentimentos de inveja, mas é abusiva à espiritualidade. Literatura desprezada, mas não se importam com a humanidade. Revoltas no período de encarnação, mas não aceitam a ressurreição. Negatividade difundida, nos contextos que moldam às vidas. Ateus e ateias que pagam as crenças, não pensando nas simpatias das próprias crenças.
