Nao Abra seu Coracao
Você disse que eu merecia alguém melhor, eu não quero um outro alguém então... Por que não deu o seu melhor?
Nunca volte. É o que todos sempre dizem. As coisas vão ter mudado. Elas não vão estar mais do jeito que você lembra. Deixe o passado no passado. Mas é claro que é mais fácil dizer do que fazer. O passado tem o hábito de se repetir nas pessoas. Como um curry ruim.
“Somos livros à espera de mãos certas: não se julga a capa, é preciso abrir e ler o que o silêncio guarda.”
Lizandra Alves
Lizandra — Riff de Esperança
Alves — Mulher que Não Desiste
Lizandra — Abrandando Silêncios
Alves — Onde a Força Floresce
Lizandra Alves, nome que o tempo não dissolve,
soa como acorde limpo, desses que a alma absolve.
Entre legumes, cores, traços num balcão desenhado,
o destino já ensaiava um encontro bem guardado.
Rock tocando alto, riso solto, olhar atento,
havia nela alegria vestida de sentimento.
Trabalhadora desde cedo, mãos firmes, coração leve,
orgulho que não se exibe, apenas vive — e se percebe.
Trazia no sorriso a arte de disfarçar
certas tristezas que só quem cuida sabe enxergar.
E mesmo assim, quando estava ali, tudo era luz:
amizade verdadeira, dessas que o tempo conduz.
Lizandra Alves, mulher de passos suaves,
que transforma cicatriz em força, medo em chaves.
O mundo tentou dobrá-la, mas não conseguiu quebrar:
ela aprendeu a ir, a voltar, a recomeçar.
Hoje o passado não dói — ele ensina, ele fala,
é ponte, não prisão; é memória que embala.
Se o destino cruza caminhos, não é por acaso:
algumas presenças ficam, mesmo após longo prazo.
E se um dia Queimados ouvir seus passos de novo,
não será retorno — será voo.
Porque quem carrega luz, trabalho e verdade,
nunca sai do lugar: apenas muda a paisagem.
“Não deixe para depois: a hora é agora. Quando a decisão pesa, não encare o futuro inteiro — resolva o passo de hoje.”
Cinema de subúrbio
O escafandrista mergulhou a armadura no dique.
Ele não viu o olhar da rapina.
O mergulhador não chegaria ao Largo de Roma.
Mas resolveu vir à tona... Dique-bonocô- Dique...
Virou trem na Gamboa. Internado no ferro-velho,
foram descobertas todas as suas armações.
Ninguém notou.
Ninguém morou, até vê-lo pintado no outdoor.
Ernesto?!
Ernesto foi viver longe dos barcos. Ancorou o velho navio nas pedras do Garcia.
Pegou visão, montou uma ótica. Foi viver em outdoors:
“Ernesto, meu rapaz!!!
Quando esteve no Largo dos Aflitos, ninguém se afligiu.
Nenhuma flor se rasgou por ele.
Em Água de Meninos, a moça de Taperoá rasgou o vestido de rendas.
Ela estava indecisa entre Capinam e Gil.
O amanhã de Ernesto ficou nas parlendas.
As bocas das galinhas botaram dentes novos.
O namorado amarelo foi pescado na Boa-viagem.
O martelo intimida o prego que não canta na Saúde.
Em Mont Serrat, morreu Antônio Marcos, o herói de Nazaré.
Ele foi tocar alaúde no Recôncavo, para a heroína de cinema. A menina de tranças.
Pobre menina rica, acabou trabalhando na Ribeira.
Se pegou de amores pelo Pagador de Promessas. Até carregou sua cruz.
Fama mesmo, ele fez foi na boca do fogareiro, fritando acarajé.
Fim de uma vida de sonhos.
Acabou a escarlatina em Mussurunga.
A paixão acabou, segundo GH, sapateiro da Mouraria, que virou cineasta.
Seus soldados retornaram da guerra, mas deixaram a ira em Irará.
Alugaram um barracão no Pau da Lima e garantiram que a Rússia não chegaria
à Barroquinha.
Agora que viu o Macron no Pelourinho, ele comprou a Fazenda Grande. Foi onde ele escondeu Israel. O vestiu de bedel, e lacrou a Ucrânia na Lapinha.
O coração de Zelenskyy amoleceu no Stiep.
Coitado, a gelatina lhe oferecida pelo Trump escarneceu-se dos estames.
A rosa púrpura entristeceu a Carlos Gomes.
Putin, causou o grande incêndio no Guarany!
Nos filmes de GH, a Bahia fala Tupi.
Nas margens do Tororó fui beber água. Vi muitos meninos com fome.
Meio-dia em ponto, bateu a preguiça de subir a ladeira. A velha ladeira, que Elis cantou.
Essa não é mais aquela. É pior! ... Não subi.
Fiz os devidos contornos.
A cena seria ao meio-dia. Sol a pino. A hora em que os ponteiros do relógio de São Pedro teriam de se beijar.
Eles se cruzariam mais uma vez, na frente do público.
O último a ver esta cena, foi o Estácio de Sá.
No final do filme, o público soluçava. Polvos amestrados choravam abraçados.
Androceu não ficou com Gineceu. Preconceito do brabo. Tudo por ordem de Manoelito, peixeiro do Bomfim, que media suas escamas, na cama de Almodóvar.
O féretro seguiu acompanhado de Chico Cesar, solitário com o seu tambor, anunciando o que todos já sabiam: Filme Triste.
Triste fim do cinema de subúrbio.
Glauber?... Cadê você, pai?!
O dragão da maldade continua a sua luta contra o nosso Santo guerreiro!
Hoje, passo por promoções com o cartão bloqueado e, pela primeira vez, isso não dói. Descobri que nem toda vitrine precisa ser desejo.
Não dá pra perder tempo comparando ou julgando os acontecimentos. A imensidão da vida está aí á nossa frente, sempre pronta para ser vivida,quantas vezes forem necessárias. Aproveite,acredite,entregue.!
*..*
FranXimenes
08/11/2013
Saca só o Brasil... a política de esquerda lá é um negócio incrível! Eles não contratam um economista, eles contratam um mágico! O Ministro da Fazenda sempre tem esse superpoder: ele move todo número zero para a esquerda! Você já viu isso?! O cara olha para um milhão e — POW! — o zero mudou de lado e agora você deve até a alma!
E o plano de combate à pobreza deles? É sensacional: eles imprimem esperança! É isso aí! 'Não temos dinheiro, mas temos muita... vibração positiva!' E a conta? Ah, a conta vai para os seus bisnetos! É o crime perfeito! Você gasta o dinheiro agora e manda o boleto para um moleque que nem nasceu! Por que? Porque o moleque não pode protestar! Você já viu um feto com um cartaz na mão gritando 'Responsabilidade Fiscal'? Não! Ele tá ocupado demais tentando ganhar dedos! Enquanto ele cresce, o governo já passou o cartão de crédito na cara dele!
Eu me perdi tentando te encontrar,
E depois que me perdi não consegui caminhos para me reencontrar,
A perda física é a mais dolorida,
Porque é o mesmo que cutucar as mesmas feridas,
Não se perca buscando validação de ninguém,
O seu valor deve ser reconhecido por você mesmo, antes que opinião de alguém.
Que o nosso amor não seja como uma primavera, bonita e passageira, mas que floresça diante de todos obstáculos.
Quem chora não é home
Pelo amor que lhe consome
Quem chora não é home
Pois quem ama não se some
Se chora não reclame
Um amor nunca abandone
Mesmo amor, amor infame
Amor que dá vexame
Amor que amor leva em seu nome
Quem chora não é home
Pelo amor que se declame
Amor que inflame
Amor que queime, que emocione
Quem chora não é home
Por um amor que não tem nome
Não sabe o sexo ou sobrenome
Não importa como chame
Se fez do amor o verbo
Do verbo amor se fez o home
E não há home que conjugue
No presente, passado ou futuro
Não há tempo nem pessoa
Amor pretérito
Amor perfeito
Onde amor o home sente
O home é verbo
E o amor Presente.
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