Nao Abra seu Coracao

Cerca de 698592 frases e pensamentos: Nao Abra seu Coracao

⁠Não há Saúde Mental sem Educação para Saúde Mental!

“Existem pessoas que te odiarão pelo que você é e outras que te amarão pelo mesmo motivo; não se preocupe com isso. O jeito que você é, suas particularidades e essência, é único e especial. Muitas vezes esquecemos do óbvio: a singularidade de cada ser merece ser reconhecida e valorizada.”

Céu e inferno é um contraste impressionante, mas, ambos não foram preparados para o homem. A casa do homem era o Jardim. Mas, você quer morar onde?

Sou o que sou
Vivo o que vivo
Mas não vivo de aparência.

"Macumba não existe; o que se chama de macumbeiro é apenas um rótulo. Intolerância religiosa é crime. É necessário se colocar no lugar do outro, seja em relação à Umbanda ou a qualquer outra crença. O Brasil é um país de pluralidades, com rico sincretismo religioso, e cada pessoa tem o direito de seguir aquilo em que acredita, seja religiosa ou não."

Somos em nosso íntimo a nossa essência, e isso não é algo inerente ou puramente abstrato, mas sim algo construído e manifestado.

Fragilidade é um querer muito forte lutando contra um não poder muito mais forte!

Sua beleza não precisa de tela, a verdadeira obra de arte é você.

No fim de tudo, não fica quem prometeu, mas quem escolheu. Fica quem entende que amar é servir com alma e permanecer com propósito. O amor verdadeiro, que encontra seu alicerce em Jesus, é aquele que, mesmo tendo todas as portas abertas para ir, escolhe ficar.

Jesus nos ensina que amar é estender as mãos sem apertar. Quem pertence de verdade não precisa de correntes: volta porque quer, permanece porque sente, cuida porque é a sua natureza mais linda.

Eu não tenho argumentos para contra argumentar estes argumentos.

Eu não estou só, estou com Deus, e você não faz muita diferença na minha vida.

É difícil cantar a canção de ninar para quem não consegue dormir

⁠continue sendo uma pessoa gentil não deixe que pessoas amargas te tornem amarga.

Ela brincava com os dedos perdida em algum pensamento desimportante. Não que se pudesse entrar em sua mente e se saber o que se entranhava por ali. Nem que se fosse possível avaliar a exatidão de suas prioridades, a ponto de se calcular o que lhe importava ou não. Ela tinha um jeito meio prisioneiro de sentir: se ria, não ria. Não chorava, se chorava. Não que houvesse algum meio de se saber se guardava no peito tempestade ou pouca brisa. Mas, enquanto o vento fazia o seu curso, enquanto as mulheres com olhar cansado encurvavam o corpo de frio, e os passantes pisavam a calçada molhada... algo dela, e estritamente dela, ficava no ar. Eu apanhava com as mãos frias, disfarçando. Com um esforço quase místico. Ela doía por dentro. E eu sabia com exatidão, talvez por me doer também. Vivíamos no mesmo mundo, eu e ela, respirando a fumaça indiscreta da solidão. Sentei à sua frente inquieto. E não pelo frio ou o cinza do céu. Nem pelos cachorros solitários da praça. Sentei à sua frente. Ninguém nos compreendia. Ninguém, entre pernas e olhares apressados.
Ela tinha o olhar ensimesmado. Olhava talvez para dentro de si. Fazendo talvez as perguntas que eu fazia. Não que se pudesse investigar as possibilidades do seu mundo, nem que eu ousasse averiguar com precisão os seus anseios. Eu lhe era um desconhecido. Ela me era uma estranha. E não havia entre nós qualquer comunicação que pudesse revelar o espírito. Mas eu sabia. Eu sabia muito sobre ela. Aquela estranha. Talvez a conhecesse de alguma outra vida. Quem saberá? Depois de algum tempo ela levantou e se foi, levando parte de mim. E eu fiquei com o frio e a chuva, respirando a fumaça indiscreta da solidão.


Michelle Portugal

A saudade dói porque lembra o que o tempo não devolve.

Me afastei de tudo e de todos, principalmente de você!

Isso tudo só para não correr o risco de sofrer de novo!

A escola não pode continuar a ser uma fábrica de adaptações curriculares; precisa de se tornar num laboratório de possibilidades,onde o erro é a ferramenta,o diálogo a ponte e o aluno o protagonista.



© 22 out.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro

Educar não é adaptar o aluno ao mundo que existe; é ajudá-lo a imaginar o mundo que ainda não nasceu.



© 22 out.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro

os dias que restam por


Purificação


Há dias em que tudo pesa.
A conta que não fecha.
O abraço que a gente sente falta.
O silêncio do pai.
A distância do filho.
A mãe que já não fala como antes.
O amigo que sumiu.
A pessoa que ficou — e parece ausente.


A verdade é que ninguém está inteiro.
A gente só aprende a esconder as rachaduras.


E quando outubro vai acabando, vem essa sensação de que o tempo anda rápido demais — como se a vida tivesse pressa, e a alma ainda estivesse tentando entender o que fazer com tanta dor, tanta lembrança, tanto recomeço interrompido.


A gente tenta seguir.
Trabalha, paga contas, sorri pra foto, finge costume.
Mas por dentro, há sempre algo pedindo socorro em silêncio.
O medo do amanhã.
A saudade do ontem.
E a incerteza do hoje.


Mas olha —
entre o choro e o riso, entre o fracasso e a tentativa, há uma força que insiste.
Ela vem do mesmo lugar onde nascem os sonhos, os filhos, os perdões, e as segundas chances.
Vem de um Deus que ainda acredita na gente, mesmo quando a gente não acredita mais.


A vida é esse ciclo louco de nascer e morrer várias vezes —
morrer por dentro e renascer no mesmo corpo.
Morrer de amor, e renascer de aprendizado.
Morrer de saudade, e renascer de fé.


E se você está lendo isso, é porque ainda há algo pra viver.
Talvez uma conversa que você ainda precisa ter.
Talvez o perdão que ainda não deu.
Talvez um abraço que está esperando você há anos.


Talvez seja a hora de parar de adiar a vida.
De ligar pra quem você ama.
De pedir desculpa.
De recomeçar.
De se olhar no espelho e se ver com ternura.


Porque a verdade é que ninguém vem com manual.
Mas todo mundo vem com coração.
E o coração entende o que a razão não explica.


Então respira.
Chora se for preciso.
Mas volta.
Volta pra vida.
Volta pra você.
Volta pra o que te faz sentir.


Outubro está terminando, mas a sua história não.
Ainda dá tempo de nascer de novo — dentro do mesmo corpo, com a mesma alma, mas com outro olhar.


E quando a lágrima cair, deixa.
Ela também é forma de cura.
Ela também é renascimento.
Ela também é oração.


🕯️
— Purificação