Namoro em Cristo
Não permita que alguns venha a convencê-lo a abandonar suas ideias:
Se fizestes algo verdadeiramente bom - como manda o Cristo; tenha fé, acredite, seja corajoso! Avance com o seu propósito e nunca desista dos seus ideais.
Compreendo que a confiança é o alicerce das bênçãos - o sinal divino sobre mim, para o enfrentamento dos desafios gerais - contando com Jesus ao meu lado. Deixando Cristo ser o modelo da minha personalidade - do que penso, sinto e ajo - fato que implica que eu faça a seguinte pergunta a mim mesmo, no enfrentamento das minhas ações, atitudes, escolhas: Jesus faria isso... Jesus Agiria assim?
A Consciência Absoluta não deseja ser lembrada apenas em um culto ao cair da noite de domingo. Ele anseia por uma entrega verdadeira, que se revele em cada pensamento, em cada palavra, em cada gesto. A comunhão com o Grande Eu Sou é um estado de alma — contínuo, sagrado, vivo — que transcende horários e habita todos os instantes do existir
Precisamos examinar se estamos exaltando as obras de Jesus ou engrandecendo os problemas. Quando exaltamos as obras de Cristo, nossa fé - e a fé daqueles ao nosso redor - é fortalecida. Mas, quando damos mais atenção aos problemas, o medo e a dúvida tomam conta do nosso coração e do coração dos que nos cercam.
A Sexta-feira Santa é o dia do silêncio, da cruz e da entrega. É o momento em que Jesus, sem culpa alguma, assume sobre si o peso do pecado da humanidade e se oferece por amor.
Diante da cruz, somos convidados a parar. A olhar com profundidade. A refletir sobre o significado do sacrifício de Cristo. Não foi apenas uma morte foi a expressão máxima do amor de Deus por nós.
Hoje não se celebra a Missa. O altar está vazio, e o clima é de recolhimento. É um dia para lembrar que o verdadeiro amor vai até as últimas consequências.
Que a cruz de Cristo nos ensine a não fugir das dificuldades, mas a enfrentá-las com fé. Que ela nos ensine a amar mesmo quando o caminho for o da dor. E que, em meio ao silêncio da Sexta-feira Santa, o nosso coração se encha de esperança na vida nova que virá com a ressurreição.
A Sexta-feira da Paixão nos convida à reflexão sobre o amor incondicional, o sacrifício e a esperança que renasce.
Que possamos lembrar o verdadeiro significado deste dia e encontrar paz no coração, mesmo em meio às dores da vida.
Que o exemplo de Jesus nos inspire a amar mais, perdoar mais e viver com mais propósito.
Hoje o céu silencia…
A cruz nos lembra do amor que se doa, da dor que redime e da esperança que não morre.
Que esse dia toque o coração, renove a fé e nos lembre que o amor sempre vence.
Síndrome do Cristiano Ronaldo: a armadilha de querer ser o melhor a qualquer custo
Vivemos em uma era onde o desejo de ser o melhor muitas vezes ultrapassa os limites saudáveis da ambição. Chamo isso de “Síndrome do Cristiano Ronaldo” — não por desmerecer o atleta, mas por representar essa figura idealizada de perfeição, superação e busca incessante por ser o número um. O problema surge quando essa busca deixa de ser um objetivo pessoal e se torna uma comparação constante com o outro, alimentando sentimentos como angústia, ansiedade e ganância.
Um mestre do boxe me disse certa vez: “o adversário que você precisa vencer todos os dias é você mesmo”. Essa frase me marcou. Porque a verdadeira evolução acontece quando buscamos ser melhores do que fomos ontem, e não melhores do que quem está ao nosso lado. Comparar-se o tempo todo com os outros gera frustração, e muitas vezes nos leva a trilhar caminhos tortuosos.
Quando queremos ser o melhor a qualquer custo, corremos o risco de agir por interesse, nos aproximando das pessoas apenas para alcançar nossos próprios objetivos. Surge também a inveja — não aquela que admira e se inspira, mas aquela que deseja o que o outro tem sem reconhecer o valor do esforço alheio. Isso é perigoso. Precisamos aprender a admirar o próximo, reconhecer quando ainda somos pequenos e nos inspirar naqueles que estão em um estágio mais avançado da caminhada.
Convivi com isso no meio esportivo e universitário. Ali, vi de perto os dois tipos de pessoas: aquelas que somam, que admiram, que compartilham o caminho; e aquelas que se aproximam sem admiração, apenas por conveniência. São atitudes bem diferentes e que geram consequências diferentes.
Hoje, olho para tudo isso com mais maturidade. Entendo que muitos erram por não terem tido ainda a oportunidade de refletir profundamente sobre suas ações. E nesse ponto, cito Cristo como minha maior referência. Ele nos ensinou a amar ao próximo como a nós mesmos. Quando internalizamos esse ensinamento, passamos a lidar com mais leveza, paciência e compreensão diante dessas adversidades humanas.
E foi nesse contexto que fiz uma reflexão sobre Jesus e seus apóstolos, a qual me ajudou a compreender melhor as relações humanas. Jesus, mesmo sendo o Filho de Deus, teve níveis diferentes de amizade:
Os íntimos (Pedro, Tiago e João): os que estavam com Ele nos momentos mais profundos, nos milagres mais marcantes e na hora da dor.
Os necessários: os demais discípulos que, mesmo não tão próximos, foram essenciais para a missão acontecer.
Os estratégicos: como Judas, que mesmo sendo parte do grupo, tinha um propósito específico, ainda que doloroso, na jornada de Cristo.
Nem todo mundo que caminha com você está na mesma profundidade. E está tudo bem. O erro está em não discernir isso e se decepcionar por esperar do estratégico o que só o íntimo pode oferecer.
Hoje, entendo que muitos ainda não enxergam a vida com essa clareza. Estão presos em ciclos de comparação e competição. Mas quando trago à memória o que Jesus nos ensinou — "amem uns aos outros como a si mesmos" — tudo se torna mais leve. Amar não significa ser íntimo de todos, mas respeitar cada um dentro do seu espaço, com paciência e sabedoria.
Afinal, ser o melhor não significa estar acima dos outros — significa estar inteiro consigo mesmo, amando, evoluindo e servindo.
O amor venceu a cruz.
De braços abertos, em meio ao sofrimento,
Jesus nos deu a vida, a esperança e a luz.
Sua dor foi o início de um recomeço.
Um gesto de eterno amor.
O véu se rasgou,
E a salvação chegou.
O amor genuíno.
O perdão.
A eternidade.
"Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito!"
(Mateus 28:6)
Que a ressurreição de Cristo renove sua fé e traga paz ao seu coração!
Na Páscoa, para onde olham os que compreendem o mistério da vida? Onde repousa o arrepio da fé, senão no silêncio sagrado de uma verdade que renasce em segredo?
" A graça de Deus é uma manifestação,ou seja, ela tem forma, tem rosto tem sangue:É a pessoa de Cristo.--- E não uma filosofia."
Pra onde eu irei, se me faltam forças?
Somente Tu me fazes descansar.
A minha mente e a ansiedade lutam entre si,
Mas sei que, ao me levantar, Tu ali estás, para me ajudar.
Cura a minha alma e o meu interior.
Que os meus olhos possam ver o verdadeiro Criador.
Jesus nos ensina que o mais importante é vivermos de acordo com a vontade de Deus. Se fizermos isso, temos a promessa de que Ele nos dará tudo o que realmente precisamos para viver.
A meditação na Palavra nos ensina a temer ao Senhor, a obedecer aos Seus mandamentos e a andar com humildade diante d'Ele. É nesse lugar de intimidade e escuta que somos moldados à imagem de Cristo.
