Nada Pior que o Silencio
Grito com o silêncio dos meus pensamentos teu nome que ecoa por todo o meu interior fazendo que sua existência se torne real a mim;
Eu sou o silêncio dos meus próprios pensamentos gritantes que não conseguem se encontrarem para arrumar toda minha confusão;
Te observam o tempo todo e pelas suas vitórias e acertos te dão a certeza do silêncio, mas se o erro é convincente e berrante te assistem julgando teus passos e gesticulando em voz lucidamente alta;
Eu pareço uma criança sem nenhuma inocência, gritando em meu próprio silêncio por uma correção insuficiente que me faça notável nas entrelinhas da vida;
Meus pensamentos são a respostas do meu silêncio que nascem durante a formação de um medo ou de uma frustração que atacam como certa epidemia;
Mas certificando-se com uma história que faz todo sentido, a praxe de não achar que tudo tomará seu devido rumo;
Pois não deixe teus sonhos em qual quer esquina ou que se perca por motivos frustrantes por que mais adiante faltará um pedaço de ti por não deixar rastros;
Para deixar o meu corpo calmo, acalentando os meus instintos me silencio para fingir que tudo está bem;
Eu procuro andar sem destino pedindo o seu abraço que ainda não posso ter como criança perdida em uma vasta progressão de uma doce esperança;
Às vezes o silêncio precisa gritar em meio ao momento quieto para que o tempo possa refazer as perguntas e o seu coração possa entender uma resposta na qual satisfaça o próprio ego;
O silêncio é uma resposta para quem sabe ler nas entrelinhas, ou um paradoxo que só quem entende amadurece seus princípios;
Não me atraem sorrisos perfeitos, se o olhar me oferece falsidade ou falta de segurança para o meu coração;
Meus excessos vêm do meu coração que em um silêncio ensurdecedor fez com que os meus exageros transcendessem as loucuras da paixão;
Eu sempre quis me declarar mesmo com as dificuldades que procediam minha confusão, no entanto evoluo para o bem do meu sentimento;
O meu silêncio esconde muitos barulhos em meu coração que recarrega ao Maximo as minhas inspirações;
Falo com o meu silêncio ou do que de fato eu escrevo para entender o que nunca fora dito, entrelinhas sucederam-se o amor perdido;
Mas honestamente nem me sinto procedente do que realmente crio, sou flor, sou espinho, tempestade incendeia a força da perfeição;
Sou força, sou fraqueza, sem asas, mas com muletas distintas pelo o que não há, sou guerra e sou paz para nunca mais voltar;
Acalento os seus dias e lamentos para desfazer os anseios que te guardam em qual quer lugar;
Entre o meu silêncio me tranco em meu quarto para parecer um pouco mais quando penso em florestas onde não se tem espaço;
Não quero ferir o que me fugiu sem parecer um livro de páginas embaralhadas e sem sentido com poemas insensatos dizendo o que não me convinha;
Não fico em silêncio quando interpreto minhas palavras da forma sincera para retribuir as criticam não substituíveis, esperando a comunicação direta;
