Nada Pior que o Silencio

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Permaneça na fé.
Antes de ser flor, houve semente, terra escura e silêncio.
Antes de ser borboleta, houve espera, recolhimento e transformação.
Antes de o beija-flor tocar o mel, há esforço, equilíbrio e voo constante.
Nada do que floresce chega fácil.
A beleza nasce do processo, não da ausência de dificuldades.
Que saibamos refletir sobre cada esforço da criação
e entender que o caminho não é castigo, é preparo.
Assim, atravessamos as lutas sem nos perder nelas
e nos tornamos vitoriosos,
não por não sofrer,
mas por não desistir.

O silêncio é a melhor escola do mundo.

Confie no homem que traz em si o silêncio.

O silêncio é algo que me deixa surda.
Dentro dele sempre mora algo que me pertuba, aquele grito explosivo de emoções.


Não posso esquecer, não consigo... Você não me permite esquecer.


No silêncio mora o sentimento que eu tive, nele mora antigos amores.


Meu inferno no céu, a calma sempre traz memórias, memórias que me ensinam, mas ainda sim... Machucam.


Meu amor nunca cantaria comigo, meu amor nunca poderia ser meu.


O silêncio sempre será ensurdecedor.


09/07/2025 11:48pm


- Bameyu

Fique em silêncio, sinta sua respiração, ela ecoa de acordo com sua energia, com sua luz. Você é fonte de luz e energia.

Flávia Abib

Ela surgiu como quem não tem pressa, caminhando em silêncio, deixando que cada passo fosse um convite à contemplação.
De repente, sem aviso, atravessou as barreiras do meu mundo — um mundo perdido, condenado ao vazio, sem direção, sem reação, sem controle.

Ela não pediu licença. Não precisou de permissão.
Foi onda que invade, correnteza que arrasta, fogo que consome.
Seu olhar desbravou territórios que eu julgava inabitáveis, sua presença redesenhou caminhos que eu acreditava extintos.

Ela é força indomável, capaz de transformar ruínas em desejo.
É tempestade e calmaria, domínio e entrega.
Um poder que não se explica, apenas se sente:
o poder de me tomar por inteiro, de reacender aquilo que estava apagado,
de mostrar que até o impossível pode ser conquistado quando ela decide existir dentro de mim.

Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
​O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
​Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
​Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
​Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.

O silêncio pode não ser a melhor arma, mas certamente causará o maior estrago.

Como encontrar o que não está perdido?
É no silêncio do peito que se revela,
onde o coração sussurra segredos.
que o tempo jamais roubou.
Onde buscar o que está esquecido.
Nas dobras da alma, entre sombras de outrora,
onde o perfume antigo não tem aroma.
ainda dança no ar da lembrança.
Onde procurar se não é necessário?
No instante que se eterniza, sem esforço,
no olhar que se cruza e acende mundos,
no amor que simplesmente é, sem porquês.
Pois o que buscamos não foge,
habita em nós, quieto e eterno,
esperando apenas que fechemos os olhos.
para, enfim, nos vermos

"Existe o silêncio para estabilização
e existe o silêncio obsceno, e deste último
o mundo está cheio."
Haredita Angel
27.10.15

"Às vezes, o silêncio e o afastamento é também um ato de amor..."
(para consigo).
Haredita Angel
05.04.2006

"No silêncio eu sinto que existo,
no barulho eu já me perco!"
Haredita Angel
21.11.15

​A noite veste o luto do meu erro,
E em cada estrela, vejo o teu adeus.
Um silêncio pesado, cruel desterro,
Onde a culpa reside e jaz nos meus.
​O meu peito é um vazio que te implora,
Por um instante apenas de atenção.
A alma, em prantos, clama e a mente chora
O peso esmagador deste perdão.
​Se a dor que causei pudesse ser medida,
Eu a beberia em um só gole, infeliz.
Devolve-me o sol desta vida
Que só em teu olhar encontra a raiz.
​Perdoa, meu amor, este caminho errado,
Sou apenas um fragmento sem o teu calor.
Sem ti, sou um poema inacabado,
Um grito mudo de eterno e triste amor.

Na sombra da morte eu ou você.

Na sombra da morte, eu respiro e sinto a dor.
O silêncio grita, eu não fico em silêncio observando a dor.
Todos ao redor, com máscaras de dor sorrindo disfarçando os sentimentos
Vivem na escuridão, com o coração em chamas

Doenças pairam, acidentes acontece
A qualquer instante, o fim pode chegar
Perder alguém, pensar em perder alguém, e a dor que não some
Na sombra da morte, eu me perco

Viver a cada dia, com alma e coração em melancolia.
Na sombra da morte, a minha revolução, se é comigo peço perdão antes que me leve.
Luz na escuridão, grito na multidão
Vida é um sopro, na sombra da morte

Mas na penumbra, uma luz se acende
No toque de quem vive, no que a gente aprende
Dores e perdas, fazem a gente crescer e refletir
Na sombra da morte, eu vou viver ou morrer

Na sombra da morte, a vida é um nome de um conhecido
Mas eu não vou parar, vou seguir o som
Na sombra da morte, eu vou respirar para não chorar será impossível não chorar
Viver a cada dia, com alma e coração esperando não acontecer

Na sombra da morte, Banda corvo negro.

Você já ouviu o silêncio de quem desiste? Não é o silêncio da paz,
nem o do descanso. É um silêncio pesado, carregado de palavras
nunca ditas e de passos jamais dados. Como profissional que atuou
no resgate e na emergência, ouvi esse silêncio ecoar em quartos de
hospital e em cenas de acidentes. Contudo, o lugar onde ele é mais
ensurdecedor é na vida de quem ainda está de pé.
Lembro-me de um atendimento. Um homem saudável, sem traumas
físicos aparentes, mas com o olhar de quem já havia partido há
anos. Ele estava ali, cercado por uma vida segura, um emprego
estável e uma rotina impecável. Ao conversarmos, porém, a verdade
surgiu: ele tinha pavor. Não da morte — a morte era algo distante,
um conceito abstrato. Ele tinha pavor de viver.
Confessou-me que passava os dias calculando como evitar o erro,
como não ser julgado, como manter a redoma de vidro intacta.
Estava tão ocupado em não morrer que se esqueceu de estar vivo.
Era um mestre da existência biológica, mas um indigente da vida
existencial. Naquele momento, percebi que a maior tragédia não é o
coração que para de bater, mas o coração que bate apenas por
hábito.
Existir é uma condição biológica. Viver é uma decisão filosófica.
Você está apenas ocupando espaço ou realmente habitando sua
vida?
Sua tarefa hoje é o confronto: identifique uma situação onde você
está “lutando para não morrer” — evitando o conflito, fugindo do
risco ou silenciando sua verdade apenas para manter a paz. Agora,
responda com honestidade ácida: o que você está protegendo é sua
vida ou apenas seu conforto?
Dê um passo hoje que não tenha garantia de sucesso. Sinta o
desconforto. É ali que a vida começa.

Aprendi a me amar no limite exato da dignidade,
onde o silêncio vira resposta
e a ausência, proteção.

Não me curvo à arrogância disfarçada de poder,
nem alimento egos que se nutrem da minha luz.
Amor próprio é escolher ficar inteiro,
mesmo que isso signifique partir.

Quem é narcisista exige palco;
eu escolho a paz.

“O vazio se instaura onde antes pulsava a vida, não como um buraco, mas como um silêncio carregado de ecos. Inexistir não é apenas ausência: é o apagamento do nome, do gesto e da memória que sustentavam o real. O que foi fictício desfaz-se no ar como miragem; o que se extinguiu retorna ao cosmos em forma de quietude. No intervalo sutil entre o ser e o nada, pairam as cinzas luminosas de uma quimera — não mortas, apenas transmutadas. O fim não é escolha nem castigo: é o rito inevitável pelo qual uma existência atravessa o tempo e se converte em lembrança, antes mesmo de cessar.”

Estou aprendendo a confiar mais no silêncio que me orienta do que na pressa de me explicar.

Aprende com o silêncio que tudo tem um ciclo, como as marés que insistem em ir e voltar, os pássaros que migram e voltam ao mesmo lugar, como a Terra que faz a volta completa sobre o seu próprio eixo, completa a tua tarefa. Aprende com o silêncio a respeitar a tua vida.

Ele veio sem ruído,
belo como o silêncio que antecede a resposta.
Chamava-se Azzael,
e em seus olhos não havia fim,
apenas passagem. O seu rosto era igual ao meu.

Mostrou-me portas,
não eram de madeira,
eram feitas de tempo.
Algumas eu atravessei,
outras respeitei com distância,
porque nem toda lembrança pede retorno.

Nas portas que abri,
vi rostos que amei
e vozes que ainda moram em mim.
Vi os que partiram
não como ausência,
mas como presença amadurecida em saudade.
Cada entrada era um espelho:
não do que perdi,
mas do que me tornei.

E entendi, enfim,
que a morte ali não encerrava nada,
apenas organizava a eternidade do afeto. Ele partiu e eu perguntei se ele iria voltar, olhou para trás e sorriu igual ao meu sorriso e me disse que talvez, mas naquele momento por ele parecer comigo, senti que iria voltar.

Quando acordei,
as portas não estavam mais diante de mim,
mas continuavam dentro.