Nada esta Perdido So Depende de Voce

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A morte é um breve instante de dor. Nada mais que isso. Então é impossível cumprir a minha vingança com uma coisa tão pequena como a morte.

Para acordar o corpo e esquentar a alma nada melhor que uma xícara de café quente.

Nada ocorre na natureza de forma isolada. Cada fenômeno afeta outro e é, por seu turno, influenciado por este.

Friedrich Engels
O Papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem

A mediocridade não reconhece nada que lhe seja superior, mas o talento reconhece a genialidade instantaneamente.

Espero que aquele seu sorriso ainda esteja de pé, firme e encantador como sempre foi. Que nada amargue o toque de amor que sai dos seus olhos, a firmeza da sua voz que mistura doçura e delicadeza, ainda que às vezes recheada de algumas bravezas. Que os seus dias sem cor sejam pintados pelas águas do mar, pela imensidão do céu, pelas estações do tempo. E que apesar da estrada de chão duro e seco, as flores da primavera perfumem o seu coração de esperança e de certezas por dias mais suaves, mesmo quando o inverno crie tempestades que insistem em permanecer. E por mais que a fragilidade te encontre, que você seja mais forte do que a dor.

Cada vez mais eu estou convencida que amor de verdade é provido de imensas atitudes e quase nada de palavras.

O Sorriso

"Nada custa, mas acrescenta muito.
Enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores.
Dura apenas um segundo, mas muitas vezes a memória o guarda para sempre.
Traz a felicidade ao lar.
Alimenta a boa vontade entre as pessoas.
É a senha dos amigos.
Serve de incentivo para o desanimado, de alegria para o triste, de repouso para o fatigado.
Contra o mau humor, é o maior antídoto da natureza.
É o maior e melhor cartão de visitas.
Acalma os nervos e estimula a circulação em todo o rosto.
Promove harmonia em todo o nosso organismo.
Enfim, dá brilho aos olhos e simpatia ao caráter.
Então, SORRIA!..."

A pessoa ser leiga, até é compreensível.
Agora, burra não!...
Burrice nada mais é
que a preguiça de pensar!

Eu vim de Deus. Não há nada mais para eu fazer aqui! Envie-me de volta para Deus, de Quem eu vim!

Quem nada arrisca, nada pode esperar.

O mundo dá voltas e quem ontem era tudo, hoje não é mais nada!

Sobre a morte?
Sobre a morte nada conheço, não sei dizer.
Mas acho que a morte é esquecimento.
E quem parte continua vivendo
nas lembranças
e nos corações de quem fica.

Então, nós todos somos importantes – talvez menos do que muito, mas sempre mais do que nada.

John Green
O Teorema Katherine. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.

Saudades! Tenho-as até do que me não foi nada, por uma angústia de fuga do tempo e uma doença do mistério da vida. Caras que via habitualmente nas minhas ruas habituais - se deixo de vê-las entristeço; e não me foram nada, a não ser o símbolo de toda a vida.

Fernando Pessoa
Livro do Desassossego

Eu,
Acredito que nada acontece ao acaso.
Acredito que tudo o que parece ruim tem um fundo de aprendizado necessário, para que o próximo passo seja para melhor e, sempre é para melhor...
Acredito que portas não se fecham se não houver portas maiores e melhores abertas à frente, basta que nossos passos, cabeças e olhos sigam essa direção.
Acredito que o que ficou para trás, se foi ruim pode servir de aprendizado, mas não deve ser mantido por muito tempo na memória e de jeito nenhum em nossos corações; se foi neutro pode ser colocado de lado, não se deve perder tempo com o que nada significou; e se foi bom deve ser lembrado docemente e pode até ocupar algum espaço em nossos corações, até porque, coisas boas trazem bons sentimentos, mas, olhar o tempo todo para trás não é bom, quando menos se espera estamos diante de um paredão, por isso, CUIDADO!
Acredito que a vida deve ser desfrutada, não aceito nem tão pouco permito que minha passagem por esse belo Planeta Azul seja insignificante.
Acredito que o segredo da vida está em não deixar de ACREDITAR!!!!!!!!

Tudo tem seu momento de acontecer e apressar-se não vale de nada

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

⁠“ Nada grandioso entra nas vidas dos mortais sem uma maldição. ”

"É melhor arriscar tudo do que se agarrar a nada."

Olhando pro nada, pensando em tudo