Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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O tempo passa, os dias se sucedem e o ano termina. Se todos são obrigados a acompanhar o desenrolar do tempo, resta saber quem soube aproveitá-lo, qual fato mereceu atenção, se algum feito trouxe satisfação espiritual.

Quando o espírito decide vir à Terra para prosseguir sua evolução, vem para progredir através do trabalho honrado e das boas ações, e não para passar tempo.

Ninguém deve viver porque outros vivem, mas, sim, porque tem consciência do cumprimento do dever, do que faz na Terra.

Devemos praticar: a união faz a força, o diálogo faz o entendimento.

Tenho prazer em me fazer de idiota. Dessa forma vejo, falo, faço e escuto coisas que alguém que se diz inteligente não é capaz de imaginar.

Quando encontrarem dificuldade para resolver algo, devem pôr em prática a vontade firme, pensar com elevação, procurar primeiramente ter serenidade e não se irritar, mesmo sentindo-se ofendidos ou havendo motivo forte para reagir, porque a calma resolve muita coisa.

A fé não está no corpo que se inclina, mas está na alma do que crê!

Todas as pessoas são livres para fazer escolhas, por isso os amigos existem para nos aconselhar.

Tudo isto hoje é como sempre foi...

Eu de cabeça para baixo no centro da minha consciência de mim.

Eu, sinto que ficou fora do que imaginei tudo o que quis, que embora eu quisesse tudo, tudo me faltou.

Saber onde estar para poder estar em toda a parte.

E o que parece não querer dizer nada sempre quer dizer alguma coisa...

...Desencontros são as instabilidades do mercado do amor

(VDM - 13/05/09)

" Basta entender o significado das musicas, e irá entender muitas coisas que tento dizer. Musica é como a Biblia, existem varios sentidos com apenas UM objetivo. "

A liberdade é algo bom, mas pense;
Passarinho voa livre, e existe sempre uma águia a caçar
Se queres a liberdade, terás que ter alguém, e saber que sempre vai haver a águia a te esperar.

Sei que errei mas errei tentando, e se é pra ser assim: continuo errando.

Ninguém é 100% confiável. Uma hora todos falham...

SEM AVISO PRÉVIO

No inicio foi incerto confuso
Não imaginava o quanto seria o impacto da minha dor,
Com sua partida.
Nossas almas estão ligadas
e uma despedida agora poderá fragmentar-las
É difícil dizer adeus,
enquanto minha vontade é ficar e te esperar.
Um grande vazio se instalou dentro de mim...
Não quero este adeus que me invade a alma.
Foi um momento importuno e ágora!
Peço-te que atenue a minha falta.
É tua culpa!
Inteiramente tua culpa
que me fizer-te amá-lo tanto assim.
E agora! se despedi sem aviso prévio?
Volta! Volta para mim.

A arca de Noé

Sete em cores, de repente
O arco-íris se desata
Na água límpida e contente
Do ribeirinho da mata.

O sol, ao véu transparente
Da chuva de ouro e de prata
Resplandece resplendente
No céu, no chão, na cascata.

E abre-se a porta da Arca
De par em par: surgem francas
A alegria e as barbas brancas
Do prudente patriarca

Noé, o inventor da uva
E que, por justo e temente
Jeová, clementemente
Salvou da praga da chuva.

Tão verde se alteia a serra
Pelas planuras vizinhas
Que diz Noé: "Boa terra
Para plantar minhas vinhas!"

E sai levando a família
A ver; enquanto, em bonança
Colorida maravilha
Brilha o arco da aliança.

Ora vai, na porta aberta
De repente, vacilante
Surge lenta, longa e incerta
Uma tromba de elefante.

E logo após, no buraco
De uma janela, aparece
Uma cara de macaco
Que espia e desaparece.

Enquanto, entre as altas vigas
Das janelinhas do sótão
Duas girafas amigas
De fora as cabeças botam.

Grita uma arara, e se escuta
De dentro um miado e um zurro
Late um cachorro em disputa
Com um gato, escouceia um burro.

A Arca desconjuntada
Parece que vai ruir
Aos pulos da bicharada
Toda querendo sair.

Vai! Não vai! Quem vai primeiro?
As aves, por mais espertas
Saem voando ligeiro
Pelas janelas abertas.

Enquanto, em grande atropelo
Junto à porta de saída
Lutam os bichos de pêlo
Pela terra prometida.

"Os bosques são todos meus!"
Ruge soberbo o leão
"Também sou filho de Deus!"
Um protesta; e o tigre – "Não!"

Afinal, e não sem custo
Em longa fila, aos casais
Uns com raiva, outros com susto
Vão saindo os animais.

Os maiores vêm à frente
Trazendo a cabeça erguida
E os fracos, humildemente
Vêm atrás, como na vida.

Conduzidos por Noé
Ei-los em terra benquista
Que passam, passam até
Onde a vista não avista.

Na serra o arco-íris se esvai...
E... desde que houve essa história
Quando o véu da noite cai
Na terra, e os astros em glória

Enchem o céu de seus caprichos
É doce ouvir na calada
A fala mansa dos bichos
Na terra repovoada.