Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta

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Cada vez mais, a importância do reflexo do espelho, não deixa o ser humanover o que se passa para lá dele.

Escrever ideias que toquem a mente é difícil. Se soubesse música, talvez tocasse a alma em vez de escrever.

⁠Na próxima vez que eu vir ele, vou fazer “moonwalk” naquela cara ridícula!

Dez anos e ainda te olho como quem vê o mar pela primeira vez, com o coração acelerado, o silêncio sereno, a brisa calma, os raios de sol que aquecem minha pele, e esse desejo imenso de mergulhar, mais e mais, em ti.

Existem venenos que não admitem repetição — bastam uma vez.

Todo mundo é testado uma vez e, a partir daí, a pessoa sabe o que ela realmente é.

E você sumiu mais uma vez, antes que pudesse tocar. Senti como se estivesse aqui. Meu peito acelerou, como naquelas noites, onde nossas peles se tocavam, e o coração chegava perto de explodir. Onde, apesar de tudo, sentia que alguém estava aqui. Onde, mesmo na dor, eu era capaz de vencer. Onde não tinha certeza de estar completamente sozinha nessa prisão que chamamos de vida. Onde, por pior que tudo estivesse, sabia que te veria em algum momento, o que tornava o mundo menos insuportável.
- Marcela Lobato

''Se te magoam uma vez você nunca mais tem aquela mesma confiança de antes''

“ Sinto que tudo esta indo embora dessa vez... Tudo foi subitamente frustrado. Era pra ser, tinha que ser. Antes lágrimas ... e eu cheguei a me perguntar porque as lágrimas são tão salgadas, você já parou pra pensar ? Hoje sinto paz. Paz comigo mesmo.”

A Lua

A lua viu-nos pela primeira vez.
Viu quando desviamos o tímido olhar, que insistiam em se cruzar.
Viu quando as gélidas mãos se encontraram e um leve sorriso se escapuliu por entre os lábios.
A lua viu-nos frente ao espelho enquanto nos aperfeiçoávamos na arte de tornar-nos suficientemente belos, um para o outro.
Viu-nos vagar solitários entre tanta gente, a sorrir sem preocupação e falar de tantas histórias quase sem importância apenas por disfarce.
A lua viu-nos quando tentávamos fingir que o coração estava calmo, viu-nos tentar libertar um “zilhão” de borboletas, viu-nos quase perder o fôlego, mas recuperá-lo outra vez.
A lua viu o nosso abraço sincero e todas as promessas mais sinceras ainda.
Mas, um dia a lua viu-nos em cacos, viu-nos partidos, viu-nos partir.
E eu ainda estou a pensar que foi culpa da lua, que de tanto mirar-nos invejou o nosso amor.
Só não sei por quem a Lua se apaixonou...
Só sei que ela ou quer roubar-me de ti, ou quer roubar-te de mim. Está sempre a vigiar-me e sei que vigia a ti também.

Preste atenção no detalhe: em vez de ficar amaldiçoando o lugar onde caiu, devia procurar aquilo que te fez escorregar

Nenhuma boa história para contar começa. -Era uma vez eu comi uma salada...

Por que é tão difícil manifestar o AMOR,
em vez da violência??

Quando o amor for manifestação
surgirá uma nova consciência e
o mundo conhecerá então
a verdadeira TRANSFORMAÇÃO...

O grande erro tem sido perguntar ao homem o que Deus é, em vez de pedirmos a Deus que se desvele, e nos diga Aquilo que o homem é.

Vamos voltar, fazer tudo de novo.
Mas dessa vez vamos fazer diferente, vamos evitar os olhares, as palavras. Vamos ser indiferentes.
Vamos conversar o básico e guardar os nossos segredos para nós mesmos.
Evitaremos nos abrir, contar nossas histórias, não vamos contar quais são as nossas músicas preferidas, nossos sonhos e nossos medos.
Não vamos trocar mensagens e nem falar que sentimos falta um do outro, não vamos elogiar os nossos sorrisos e nem o quanto nos agrada cada instante que passarmos juntos.
Vamos fingir a felicidade, omitir uma saudade e mil desculpas para não nos vermos.
Mentiremos, mentiremos todo e qualquer sentimento que venha a nos confundir e façamos de todos os nossos receios pretextos para as nossas fraquezas.
Não falaremos de signos e nem de suas categóricas lampanas de compatibilidade.
Não vamos nos iludir com palavras capazes de mudar todo um estado emocional e nem nos abraçaremos o bastante para não sentirmos vontade de nos soltar.
Que nossos beijos não sejam capazes de consumar sonhos perdidos no fundo da nossa alma e que nossos toques sejam frios e fáceis de descrever.
Não questionaremos nenhum propósito da vida, nada.
Vamos desejar passar as noites de frio sozinhos.
Não vamos nos admirar, elogiar cada qualidade e nem expor o que vimos em nossos olhos.
Vamos não desejar nos vermos a cada instante, vamos arrumar alguma distração que seja capaz de desviar todo e qualquer pensamento.
Sejamos previsíveis, comuns e depositaremos todas as nossas esperanças em um destino inventado.
Não vamos olhar para o céu, não vamos reparar nas estrelas e nem se encantar com a lua.
Quando acordarmos, não pensaremos eu em você e nem você em mim. Não vamos atrás um do outro e na verdade, não vamos nos dar bola.
Sejamos frios, insensíveis e que nada seja tão intenso.
Por fim, não vamos nos conhecer, vamos não desejar passar por nada disso e manteremos nossos sentimentos dentro de um velho baú, ao lado de nossos medos.
Sejamos tão falsos quanto tudo que aqui foi escrito, tão inexato quanto o plural dessas linhas e aceitaremos uma realidade que na verdade nunca vivemos...

Que céu lindo esse que permite que eu me encante, cante, grite, pule e dance cada vez que olho mais uma vez para ele…

Aquele que erra uma vez pode se considerar sábio, aquele que erra duas vezes pode se considerar inteligente. Mas aquele que erra três ou quatro vezes tem preguiça de pensar.

A ignorância é ousada, no mais da vez, porque se refestela ao depois de qualquer leitura e, empanturrado, o ignorante arrota qualquer dizer acaciano como sabedoria desde já irrefutável pelo argumento categórico final: - Esse é o meu ponto de vista!

Cada vez que uma pessoa fica olhando para o passado, corre o risco de voar em meio às ilusões perdidas, esquecidas há muito, muito tempo.

E então você me disse uma vez: Quem tá na chuva é pra se molhar... E eu teimosa como sempre insistia em te proteger com meu guarda-chuva.