Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
RODEAR
Era uma vez um mundo onde muitas relações eram vazias. Lá, o amor era promessa, que escapava entre os dias.
Ele falava com gestos discretos e sorriso envergonhado. Por trás daqueles olhos verdes, um novo universo me era revelado.
Há quem diga que se apaixonar à primeira vista é mito Mas naquela situação, meu coração já estava encantado e perdido.
Declarava ideias como se desenhasse o que eu imaginava viver. Cada riso expontâneo era o que eu buscava, mesmo sem saber.
Quem diria que, no vazio daquele dia eu me embebedaria de bons pensamentos. Alguém leve, tímido e lindo despertou meus sentimentos.
Errar uma vez é tropeço, duas é escolha, três já é um ciclo perigoso. Escolha bem onde coloca sua confiança; nem toda porta merece ser aberta novamente.
Cada vez mais eu odeio as pessoas..., cada vez mais. Um ódio que nasce de perceber, o quão fútil tudo é: causador de sofrimentos e perturbações que jamais deveríamos ter necessidade.
Hoje mais uma vez mim isolei ,pra chora sem ninguém notar. Hj é um dos dia mais difíceis pra mim ,por que abraça uma oessoa mas ela nao esta aqui . Queria dizer o quanto ela e especial pra mim mas ja não posso mais. Porque essa pessoa está ao lado de Deus. Hj mesma sendo orgulhosa tive que pedi perdão sim pedi perdão por uma falha não só minha mas tive que pedi pra Deus venha trazer minha filha pra juntas ficamos perto uma da outra ,como sempre foi enquanto eu viver pois amanhã só a deus pertence. E hj eu quero ser diferente pra que eu não chegue no fim da minha vida sozinha .
Querido(a) __________,
Quero te agradecer mais uma vez por você ser um exemplo de generosidade e gentileza. Você me ajudou num momento de fragilidade, algo que nunca vou esquecer.
É cada vez mais raro encontrar pessoas como você no mundo, por isso, eu valorizo muito o seu apoio e o seu gesto. Espero um dia conseguir te retribuir!
Com carinho e muita gratidão,
[seu nome]
Nostalgia
Conta pra tua tristeza
Que ela é um rio,
Que deságua, em alto mar,
E, por vez, parece forte,
Como se fosse zarpar,
Entremeando a brisa fria,
Em busca do horizonte.
Meia noite, meio dia,
Sol que nasce atrás do monte
Neblina turva e brilhante
Cai na madrugada fria,
Lua cheia, lá no céu
E em meu peito nostalgia.
Pensa que não sei lhe esquecer
E acha que ainda sofro por você
Mas não vê que eu
Não estou ligando
E ficou até me perguntando,
Como eu pude perder tanto!
Tempo com você?
Que não sabe o que é querer
Que não sabe dar valor.
Havia um cachorro no quintal. Toda vez que eu me aproximava para alimentá-lo, ele vinha e me mordia. Eu levava petiscos, tentava ganhar sua confiança, mas a reação era sempre a mesma: um olhar desconfiado seguido de uma mordida. No começo, eu não entendia. Por que ele reagia assim? Eu só queria cuidar dele, mas parecia que ele via em mim um inimigo.
Com o tempo, fui descobrindo o motivo. Esse cachorro, antes de estar comigo, tinha um dono que o maltratava. Alguém que não o alimentava direito, não lhe dava carinho, e talvez só se aproximava para punir ou ignorar suas necessidades. Esse passado de dor e desconfiança se refletia em cada mordida que ele me dava, em cada vez que ele se retraía ao menor gesto de aproximação.
Mesmo assim, eu insistia. Dia após dia, voltava ao quintal, levando comida e esperando pacientemente que ele me visse como alguém diferente. Mas nada mudava. Ele continuava me mordendo, como se eu fosse a sombra do antigo dono.
Então, um dia, decidi não ir mais até ele. Resolvi deixá-lo sentir minha ausência, para que ele percebesse a diferença entre o que tinha sido e o que poderia ser. Por alguns dias, mantive distância. E foi só então que ele começou a entender. Senti sua falta e percebi que ele também sentia a minha. Ele finalmente compreendeu que eu não era aquele que o machucava, mas o que tentava lhe dar uma nova chance.
Mas, quando ele se deu conta, já era tarde. O tempo que passei tentando ganhar sua confiança foi também o tempo em que, pouco a pouco, fui me cansando de ser mordido. Agora, que ele parecia querer minha presença, já não sentia o mesmo. Eu não queria mais correr o risco, não queria mais me machucar.
Às vezes, mesmo com boas intenções, não conseguimos consertar as feridas que outros deixaram. A desconfiança, quando alimentada por muito tempo, pode ser mais forte que a vontade de recomeçar. E, assim, cada um seguiu seu caminho: eu, ainda com a lembrança das mordidas, e ele, talvez com o arrependimento de quem demorou demais para confiar.
Era uma vez, em uma floresta encantada, um pequeno coelho chamado Léo. Léo era conhecido por sua alegria e energia, sempre pulando de um lado para o outro, espalhando felicidade por onde passava. No entanto, um dia, Léo começou a se sentir diferente. Ele não tinha mais vontade de brincar e se sentia triste e sozinho, mesmo quando estava cercado por seus amigos.
Os outros animais da floresta notaram a mudança em Léo, mas não sabiam como ajudar. Alguns pensavam que ele estava apenas cansado, enquanto outros achavam que ele estava sendo preguiçoso. Ninguém entendia o que Léo estava passando.
Um dia, uma coruja sábia chamada Olívia percebeu a tristeza nos olhos de Léo e decidiu conversar com ele. Ela se aproximou gentilmente e perguntou: “Léo, o que está acontecendo? Você parece tão triste.”
Léo suspirou e respondeu: “Eu não sei, Olívia. Eu me sinto tão triste e sozinho, mesmo quando estou com meus amigos. Parece que ninguém entende o que estou passando.”
Olívia, com sua sabedoria, explicou: “Léo, às vezes, todos nós passamos por momentos difíceis. É importante que você saiba que não está sozinho. A depressão é algo que pode acontecer com qualquer um, e é importante falar sobre isso e buscar ajuda.”
Com a ajuda de Olívia, Léo começou a falar sobre seus sentimentos com seus amigos. Eles ouviram com atenção e começaram a entender o que Léo estava passando. Aos poucos, eles aprenderam a ser mais empáticos e a oferecer apoio, em vez de julgamentos.
Com o tempo, Léo começou a se sentir melhor. Ele ainda tinha dias difíceis, mas sabia que podia contar com seus amigos e com Olívia. A floresta inteira aprendeu uma lição valiosa sobre a importância da empatia e do apoio mútuo.
E assim, Léo e seus amigos viveram felizes, sabendo que, juntos, podiam enfrentar qualquer desafio. A floresta se tornou um lugar mais acolhedor e compreensivo, onde ninguém precisava enfrentar a solidão e a incompreensão sozinho.
Moral da história: A empatia e o apoio são fundamentais para ajudar aqueles que estão passando por momentos difíceis. Ao ouvir e compreender, podemos fazer a diferença na vida de alguém e tornar o mundo um lugar mais acolhedor.
Era uma vez....
Um gatinho que se aproximou de mansinho, olhando meio desconfiado, sem saber se vinha ou se dava meia volta, e mesmo na incerteza ele se aproximou, olhou nos meus olhos e beijou-me a mão, delicadamente, longe de ser um gato de botas ou uma réplica qualquer, ele é um gato ambicioso, não joga com a sorte, ao menos não com a dele, e quer se aninhar num cantinho dele que tenha o seu cheiro, que sobre o seu pelo de um dia pro outro, um cantinho onde ele não precise deixar folga a ninguém, mas ao contrário, que seja sabidamente dele.
E assim esse gatinho veio chegando, ronronando pela minha casa, e sem fazer barulho, no cair da noite ou no silencio do dia, eu já nem sei mais, esse gatinho alcançou as minhas pernas, ronronou, e nela esfregou seu pelo macio, fazendo com que eu o visse ali, lindo, altivo e imponente como um puro sangue, meu olhar encontrou o dele, eu suspirei, sorri, ajeitei minhas pernas....
E o gatinho atento a todos os meus movimentos entende a linguagem do meu corpo e num único salto alcança o meu colo e se aninha em meus braços, ora suave ora me arranhando, marcando em meus braços o seu espaço, se esfregando em meu corpo para deixar na minha pele o seu cheiro, e na minha roupa o seu pelo, ele me lambe os braços, estica o corpo e alcança minha boca e nela sua língua brinca como quem bebe leite no pires.
Por muito tempo, todos os dias o gatinho se aninhava no meu corpo, ronronava no meu ouvido, lambia minha pele me chamando pra ele.
Mas um dia ele saiu e não encontrou o caminho de volta... Eu bem que o procurei por todos os cantos... Não era mesmo um conto de fadas. De encantado mesmo é toda a saudade que ficou.
E isso não é sobre gatinho.
Era uma vez um coelho chamado Tico, que vivia em uma floresta cheia de vida e cor. Tico tinha um grande sonho: ele queria ser o animal mais rápido da floresta. Todos os dias, ele treinava incansavelmente, correndo de um lado para o outro, tentando superar sua própria velocidade.
Um dia, Tico ouviu falar de uma grande corrida que aconteceria na floresta, onde todos os animais mais rápidos competiriam. Ele viu ali a oportunidade perfeita para provar seu valor. No dia da corrida, Tico estava nervoso, mas determinado. Ele se posicionou na linha de partida ao lado de outros animais, incluindo a veloz raposa e o ágil veado.
Quando a corrida começou, Tico deu o seu melhor. Ele correu com todas as suas forças, mas logo percebeu que, apesar de todo o seu esforço, não conseguia acompanhar os outros competidores. A raposa e o veado dispararam à frente, deixando Tico para trás. Ele terminou a corrida em último lugar, exausto e desanimado.
Sentado à sombra de uma árvore, Tico refletiu sobre seu sonho frustrado. Ele se sentia triste por não ter conseguido ser o mais rápido, mas então algo incrível aconteceu. Os outros animais se aproximaram dele, elogiando sua determinação e coragem. Eles disseram que, embora ele não tivesse vencido a corrida, ele havia ganhado o respeito de todos por nunca desistir.
A partir daquele dia, Tico percebeu que ser o mais rápido não era o mais importante. Ele entendeu que o verdadeiro valor estava em sua perseverança e em nunca desistir de seus sonhos, mesmo quando as coisas não saíam como planejado.
**Moral da história:** Às vezes, nossos sonhos podem não se realizar da maneira que esperamos, mas a jornada e a determinação que mostramos ao persegui-los são o que realmente importam. O verdadeiro sucesso está em nunca desistir, mesmo diante das dificuldades.
Era uma vez…
Tinha um pai que tinha 7 Filhos
E mãe cuidava dos 7 Filhos
E o pai abandonou os 7 Filhos
E a mãe cuidou dos 7 sozinhos
Encontraram as batalhas de rimas
Antes era 7 Filhos sem pai
Agora eles tem nome de um desenho
Os 7 monstrinhos
"Se é um fenômeno natural, dirão aqueles que tudo negam,por que é a primeira vez que se produz?Nós lhes perguntamos,por nossa vez, por que as imagens daguerreotipadas só se fixaram depois de Daguerre, de vez que nem foi ele quem inventou a luz,nem as placas de cobre,nem a prata,nem os cloretos?Há muito tempo se conhecem os efeitos da câmara escura."
Um Cataclisma de Cada Vez
a vida adulta
é um gigante tão cruel,
mas há beleza
mesmo nesta batalha terrível.
me conte em detalhes,
as utopias que tem colecionado.
relate a mim, os devaneios
tantos que armazenaste.
coloridas quimeras
e fabulação,
a fantasmagoria
das fantásticas ficções
fantasiosas.
pois sou desprovido
de imaginação,
um reles sonhador
desmemoriado,
que em sua jornada
desesperada pelos sonhos,
ainda não aprendeu a sonhar.
(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 05/11/23)
Quarto da bagunça
Tudo foi amontoado, como um quarto da bagunça e que toda vez em que abrimos esse quarto para guardar mais uma emoção, mais forte precisamos segura-las para finalmente conseguir fechar a porta.
Só gratidão
Jesus vive em mim,
Então, dane-se a depressão!
Um dia por vez, até conseguir.
Lutar nunca será uma opção,
Mas desistir, sim.
Pense em você em primeiro lugar,
Mas vá devagar,
Pois um caminho sempre nos leva
A algum lugar.
Curta o percurso,
Não o veja como longo e cansativo.
Terminá-lo não é o objetivo.
Ah, meu amigo...
A cada passo dado,
Seu coração vai ficar acelerado.
Você vai aprender que a ansiedade
É um fardo muito pesado.
À medida que se distancia de tudo,
Sua mente deixará os fantasmas
No mudo.
E então você ouvirá os pássaros cantando,
E, sem perceber, irá se curando.
Começará sozinho,
Numa jornada de autodescoberta.
Dê um passo de cada vez.
No despertar de um novo dia,
A escolha é sua: alegria ou agonia.
Do sedentarismo, é hora de emergir,
E na atividade física encontrar seu sorrir.
Corra, dance, pule, mova-se sem parar,
Libere a energia e deixe-a no ar.
Contra a ansiedade e a depressão, lute.
Encontre na movimentação sua conduta.
Na academia, na trilha, na praia ou no lar,
Há tantas formas de se exercitar.
Escolha o que te dá prazer,
E verá a vida florescer.
Seja esporte coletivo ou individual,
O importante é sentir-se vibrante e visceral.
A endorfina será sua amiga fiel,
Deixando a tristeza cair como um véu.
Com o corpo em movimento, a mente se acalma,
E os pensamentos negativos encontram sua palma.
O suor escorre, levando embora a aflição,
A solidão, o medo e a frustração.
A serotonina traz paz ao coração,
E, a cada passo, surge a superação.
A autoestima cresce, é sua evolução.
Abandone o sofá, a inércia e o tédio,
Descubra a alegria no movimento diário,
Seu melhor remédio.
Lembre-se: não importa o quão pequeno seja o começo,
A constância e o empenho são o sucesso.
Dia após dia, construa sua rotina.
Levante-se,
Vista uma roupa leve, um tênis,
E não se importe com a direção.
A atividade física é a ação
Que combate ansiedade, depressão
E até o medo.
Encontre no movimento o enredo
Para escrever uma nova página na vida.
Esse será o seu segredo.
Que essa jornada seja cheia de conquistas,
Assim como tem sido a minha.
Superando limites, deixo aqui o convite:
Vem pra rua, vem se exercitar!
A atividade física será seu farol,
Guiando-o rumo ao bem-estar total.
E acabou mais um vez, aconteceu de novo cada um seguiu seu caminho e o que restou de tudo isso ? os bons momentos?, memórias ? Hoje somos apenas estranhos perdidos nesse mundão .
@vitinhosaints
Pela primeira vez eu desejei ser forte como um tigre para poder proteger a pessoa que eu amava.
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