Na Boca em vez de um Beijo um Chiclete de Menta
Um romance? Eu poderia escrever, desejando uma linda história de amor sobre nós dois, digna de um livro, ou conto de fadas: “Uma princesa que encontra o seu príncipe, decidem se amar, acabam com todas as barreiras e vivem felizes para sempre”. Mas onde estaria o Rei nesta história? Em que momento seria buscada a autorização, a confirmação e o interesse em saber a vontade Dele? Definitivamente, não nos encaixaríamos nesta história. Mas não adianta ficar forçando a mente para inventar histórias românticas clichês. A nossa está sendo escrita por Deus. Quando é Ele que escreve, é a vontade Dele que permanece, e assim estamos nós, buscando a vontade do Rei, que se quiser, pode unir o príncipe e a princesa. Mas, se não quiser, não unirá. Confiamos Nele, no nosso pai, que sabe o melhor para nós.
Quando o sol se põe
e um vento soturno começa a soprar,
tudo pode acontecer.
E é bem provável que logo se descubra
o verdadeiro sentido da palavra desespero.
Chega um dia em que você percebe que virar a página é a melhor sensação do mundo, porque você percebe que existe muito mais no livro do que aquela página em que você estava preso.
Ser madrinha é ser duas vezes escolhida: pelos pais e por Deus. É pertencer a um serzinho, mesmo que ele não te pertença, e querer cuidar dele como você cuidaria de um filho. Porque, afinal de contas, ele é. É um filho que nasceu do seu coração.
A vida é um ciclo, somos todos girassóis
O girassol alegra os olhos de todos, forte radiante, otimista acorda e logo busca a luz.
Quando nublado mesmo triste; procura abrigo no ombro de um amigo.
Porém não desiste, ora divide suas energias, ora é valente e quando amadurecido solta suas sementes.
Sua função agora é semear, para um novo cultivo, para uma nova florada, renascer, recomeçar!
É assim com a gente, um dia somos sementes, nascemos, crescemos, evoluímos, amadurecemos.
Mas as vezes morremos por dentro, é preciso recomeçar quantas vezes for preciso.
Até que um dia; chega o final do ciclo, pelo caminho fica nossas sementes espalhadas.
Que a gente espalhe o bem; sem olhar a quem!
Autora #Andrea_Domingues ©
Direitos autorais reservados 19/10/2018 às 9:15
Não sobrou muita coisa que valha nos dias atuais, mas a palavra de um homem, isso ainda tem que significar alguma coisa, certo?
O que há em comum entre um bolo queimado, cerveja estourada no congelador e mulher grávida?
Nada, mas se você tivesse tirado antes nada disso teria acontecido...
AMOR DE ECLIPSE
O que seria da Lua sem o brilho do Sol?
Seria um satélite apático, sem graça e sem vida. O sol brilha de dia para a lua iluminar a noite. A luz é do sol, mas só notamos o seu brilho ao anoitecer, através da graciosidade da lua.
O que seria do Sol sem a existência da Lua?
Seria uma estrela sem palco, um artista sem fã. Não haveriam noites para expressarem a sua luz. Não haveria expectativa para a sua chegada ao amanhecer.
A beleza do eclipse, este encontro perfeito do sol e da lua, é não saber onde um começa e o outro termina. Um completa o outro, o outro não existe sem um, por isso que quando se juntam se confundem. E juntos, eles fazem o espetáculo mais belo da natureza.
O que seríamos de nós sem estes dois astros?
Nem se quer apenas um nos seria suficiente. Este amor que ambos sentem um pelo outro é o amor de Deus pela humanidade. Um amor imortal, incondicional e infinito.
O ciúme é um ácido altamente corrosivo, e o amor não tem a menor chance perante o seu poder de destruição.
Um brinde à vida. Pois quando menos esperamos, Deus nos manda algo que era muito mais que imaginávamos, que esperávamos. Algo tipo: você.
“Já não é infelicidade, é uma sensação de sentimento nulo. É um vazio intenso - é um nada que sabe de tudo.”
Ontem à noite pedi a um anjo que fosse proteger-te enquanto dormias. Pouco depois voltou e lhe perguntei por que tinha voltado. Uma anja não precisa que outro o proteja, respondeu-me.
Testamento de um Cão
Minhas posses materiais são poucas
e eu deixo tudo para você...
Uma coleira mastigada em uma das extremidades,
faltando dois botões, uma desajeitada cama de cachorro
e uma vasilha de água que se encontra rachada na borda.
Deixo para você a metade de uma bola de borracha,
uma boneca rasgada que você vai encontrar
debaixo da geladeira, um ratinho de borracha sem apito
que está debaixo do fogão da cozinha
e uma porção de ossos enterrados no canteiro de rosas
e sob o assoalho da minha casinha.
Além disso, eu deixo para você a memória, que aliás são muitas.
Deixo para você a memória de dois enormes
e meigos olhos cor de mel, de um nariz molhado
e de choradeiras atrás da porta.
Deixo para você uma mancha no tapete da sala de estar
junto à janela, quando nas tardes de inverno
eu me apropriava daquele lugar, como se fosse meu,
e me enrolava feito uma bolinha para pegar um pouco de sol.
Deixo para você um tapete esfarrapado
em frente de sua cadeira preferida,
o qual nunca foi consertado com o tipo de linha certo....isso é verdade.
Eu o mastiguei todinho, quando ainda tinha
cinco meses de idade, lembra-se?
Também deixo para para você
as memórias da primeira surra que levei quando comi seu celular
e também todo o meu esquecimento ...
Deixo para você um esconderijo que fiz no jardim
debaixo dos arbustos perto da varanda da frente,
onde eu costumava me esconder do sol nos dias de verão.
Ele deve estar cheio de folhas agora
e por isso talvez você tenha dificuldades em encontrá-lo.
Sinto muito!
Deixo também só para você, o barulho que eu fazia
ao sair correndo sobre as folhas de abril,
quando vagabundeávamos pelo sítio.
Deixo ainda, a lembrança de momentos pelas manhãs,
quando saíamos junto pela margem das lagoas do condomínio
e você me dava aqueles biscrocks coloridos.
Recordo-me das suas risadas, porque eu não consegui
alcançar aquele coelho impertinente.
Deixo-lhe como herança minha devoção, minha simpatia,
meu apoio quando as coisas não andavam bem,
meus latidos quando você levantava a voz aborrecido...
e minha frustração por você ter ralhado comigo
todas as vezes que eu colocava o nariz debaixo da cauda.
Eu nunca fui à igreja, nunca escutei um sermão,
e sem ter dito sequer uma palavra em minha vida,
deixo para você lições de paciência, de tolerância,
e amor e compreensão.
Sua vida tem sido mais rica porque eu vivi.
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