Frases sobre músicos que expressam emoção, talento e verdade

⁠Menino bonito
Menina na dela
É essa novela que eu vou te contar
Mas vou te dizer
Tem muita história dessa por aí
Abre o olho que pode ser com você

Inserida por pensador

⁠Eu tava lembrando da gente
Como tudo foi diferente
Eu te vi tão rapidamente
Porém já me apaixonei

Inserida por pensador

⁠Ninguém aguenta mais me ouvir falar
Nem eu aguento mais lembrar
Então me diz o que eu devo fazer
Pra te mostrar
Que eu ainda te amo
E ainda existe verdade
Nada disso foi engano
Cê vai ignorar a saudade?

Inserida por pensador

⁠Não sei se você percebeu, mas esse som
Tá marcado por cada traço teu
Tudo que a gente viveu e
Tudo que eu ainda pretendo viver
Tô com saudade da tua voz rouca de manhã cedo
Do teu jeito de acabar com todos os meus medos

Inserida por pensador

⁠Vim pra resolver
Não pra dizer que tudo é triste
Nem pra saber o que eu já sei
Está escrito em nossas caras
Eu vim pra clarear
Pra esquecer tudo que faz pesar teu olhar
Te ver chorar só de alívio ou alegria

Inserida por pensador

⁠Buscar a nossa paz interior, irradiar
Amar sem pé atrás, acreditar que a vida faz
Viver é uma questão de ir atrás daquilo que acredita
Amar é coração, inexplicavelmente viciante
Me faz querer e faz de mim sua metade

Inserida por pensador

⁠Fecha os olhos e esqueça onde está
Deixa o grito do silêncio falar, ouça
Abra as portas e as janelas do ar
Deixe a luz do sentimento entrar

Inserida por pensador

⁠Toda vez que eu te encontro
Já me dá um arrepio
Os olhares se cruzam
Mas eu não consigo te olhar
Eu não posso entender
Se o que eu quero é você
Por que não me entregar?
Se o coração diz que sim

Inserida por pensador

⁠O ciclo
É a bola conduzida no pé do menino
É perceber que o rei não está na nossa barriga
Mas só na culpa de nossa fome
É o lembrete que somos juntos pólvora
Que o mundo não gira só no nosso umbigo
É a fé na fera
Na coragem de mãe defendendo a cria
No diâmetro do balaio cheio
Fazendo a feira
Pra festa e pra farra

Inserida por pensador

⁠Lembre-se
Não existe fim, apenas novos começos
Não existe tropeço quando se alça voo

Inserida por pensador

⁠Calma
Caminha devagar
Aproveita cada passo antes de tropeçar
A calma também tem o seu valor
Ela escuta o silêncio

Inserida por pensador

⁠Ouve o som que te acalma
Vê do que transpassa a alma
E caminha devagar nas ondas do teu próprio mar

Inserida por pensador

⁠Bom dia, saudade, vem cá
Senta aqui, tô fazendo um café

Inserida por pensador

⁠Je vois la vie en rose
O tal cupido me flechou de jeito
Romance pesadão, clichê
Moi mais tu
Cachaça de Jambu flambada com glacê
Très bon
O nosso lance é sabor de pimenta
Mon dieu

Inserida por pensador

⁠Dia do Compositor

Hoje é dia do compositor
Aquele que por vezes não aparece
Mas que da música é autor
E com suas canções nos enriquece

Quem compõe tem um lindo dom
Em forma de versos deve escrever
Junta palavras, melodias e faz um som
Conta uma história, faz a música acontecer

Tem música que é muito cantada
Em vários ritmos, com novas batidas
Com várias formas de ser interpretada
Lembrada por toda vida

Inserida por thaiscritocomamor

⁠Meu primeiro pensamento do dia é feito de poesia.

Inserida por Clovis2020

A Cultura Evangélica Brasileira e a Elite Cultural.

O tapa que a cultura pop deu na cara da conservadora elite cultural brasileira nos anos 90, dói até hoje. Expressões como “neoliberalismo”, “sustentabilidade” e (a mais queridinha de todas) “globalização”, eram como biscoito de polvilho na boca de estadistas, intelectuais, jornalistas e outros. Já para alguns da dita “classe popular”, eram como água de piscina que entrou no ouvido. Enquanto a Europa ainda se esforçava para despachar os resquícios dos entulhos do Muro Berlim, e o Brasil vivia aquela aflição de noiva em dia de esponsais às vésperas da ECO 92, simultaneamente explodiam três bombas no território guarani: o axé, o funk e a música evangélica.
Embora os dois primeiros sejam considerados fenômenos culturais de grandes proporções e, no entanto, de baixa qualidade artística e de pouca relevância, a música evangélica não mereceu nem isso. Foi relegada ao mais sutil dos silêncios: o desprezo.
Enquanto os elitistas caiam de joelhos ante a invasão de toda sorte de lixo cultural norte-americano, músicos, técnicos, cantores e instrumentistas se especializavam buscando o aperfeiçoamento e, em consequência, a profissionalização da música gospel. E isso se dava numa conjuntura cultural totalmente desfavorável: nessa época, qualquer um virava cantor no Brasil, qualquer coisa apoiada numa simples nota era chamada de “música”, tanto que a música eletrônica sem letra passou a ser o hino de muitos jovens nas festas RAVE. Enquanto que para ser um simples cantor evangélico, mesmo um dessas igrejinhas de bairros pobres, exigiam-se mais e mais habilidades e técnicas – não bastava ter voz bonita ou ser o filho ou a filha do pastor.
A década acabou. Mas o silêncio da elite cultural não. Foi necessário que o reconhecimento viesse do estrangeiro: o Grammy latino com Aline Barros. Ainda assim não foi bastante para que a elite enxergasse aquilo que está a um palmo de seu nariz: as múltiplas qualidades da música cristã. É claro que o objetivo de tal gênero não é o reconhecimento, é louvar ao Senhor e com um só propósito: honrá-lo glorificando-o. Mas a falácia do discurso que a elite cultural apregoa aos quatro ventos de “valorização da diversidade cultural brasileira” é de fazer doer! De doer em sua própria pele.
E não é só isso. A rica contribuição linguística ao idioma de Camões atingiu a todas as classes sociais. Jargões como “irmão”, “abençoado”, “varão”, “A paz de Cristo”, “vigia” entre outras, são conhecidos até por aqueles que não creem em Deus.
Dos retiros espirituais que são perfeitas expressões de festividade e harmonia entre os participantes, às encenações de peças teatrais e à dança profética, os evangélicos dão vários exemplos de verdadeira cultura. E não é preciso citar as produções cinematográficas que, embora incipientes, com pouco público e com divulgação precária, vão pouco a pouco ganhando espaço e a admiração de muitos. A saber: meu objetivo aqui não é classificar tal cultura como boa, melhor, superior a esta ou aquela, e sim provar, baseando-me em fatos verificáveis, que é cultura também e merece ser respeitada como tal.
Não obstante, o reconhecimento seja mesmo difícil por sua inerência intrinsecamente lógica. Sim, lógica: a cultura evangélica brasileira cresce como semente plantada na rocha pura. Então, estupefata, a elite cultural brasileira questiona:
“Como pode uma semente ter germinado na rocha pura?!”

Não encontram outra resposta senão o silêncio. Eis sua postura.

Inserida por alexandredejesus

"As notas de um piano variam do branco para o preto, e do preto para o branco. Eu vejo pessoas, mas não as conheço. Era você que me mantinha a salvo do desconhecido. Foi só um jogo? Agora não sei mais. As mais sombrias noites eram meu refúgio, seu timbre. O ritmo continua a fluir, mas eu me sinto desamparada. Toca, e toca e continua tocar. Nós encontráramos nosso lugar algum dia. Mas, nem ao menos você sabe que esse meu lugar fica aonde suas pegadas estão. O rangido da soleira é inquietante, as janelas batem com força e as cartas rasgadas são a única coisa que sobrou da chama que fora apagada. Porque você me pegou em seus braços e agora eu caio repetitivamente. Lentamente. As sobras estão sendo dilaceradas enquanto eu toco essa música."

Inserida por caaamilici

"Doce melodia ao bater de assas da noite
perdida entre utopias e devaneios
Alma dançante, flauteado ritmado
Em pleno silenciamento de bocas
resplandece de repente teu sorriso
Já não se pode respirar, frente a ti
já não se pode respirar sem ti
Cabeça funciona pouco
coração trabalha dobrado
Quero estar ao teu lado
sob embalos compassados e lençóis amassados
Minta-me a verdade, preciso entrar neste passo
Mesmo quando não acontece, acontesse
mesmo quando não se tem, se tem demais
Sentimento florescente, sem a chuva morre
E logo ouve-se o chorar dos violinos, e então silêncio
Quando se acaba a música, se acaba o amor"

Inserida por anaclaudiatxavier

⁠Quando modulamos a emoção, modulamos o corpo.
Quando modulamos o som, tocamos a emoção.

Inserida por Zaika_Capita