Frases sobre músicos que expressam emoção, talento e verdade
A Vida não é só música, mas sim se inspirar em uma melodia e fazer seu dia ser melhor do que ontem. Pois a melodia do seu coração é a que define sua vida
Descobri que nem toda letra vira música,
Mas cada palavra pode ser uma canção.
Às vezes o silêncio é mais profundo que a voz,
E a verdade está no que não é dito.
A gente vai, aprende, se perde, se encontra,
A cada erro, uma lição que nos afronta.
Mas no fundo, sabemos que é assim,
A vida insiste, e ainda estamos aqui.
Descobrir que a dor é só o começo,
Sempre pronto para o próximo abraço, o próximo beijo.
A fantasia começa outra vez,
Sem perguntas, sem porquês,
Expressar os sonhos, e deixar o medo pra trás,
Tudo se refaz, tudo se refaz.
Às vezes o tempo não faz sentido,
mas cada momento é único e precioso.
A estrada pode ser longa e tortuosa,
mas cada curva revela uma nova vista.
A gente vai, aprende, se perde, se encontra,
A cada erro, uma lição que nos afronta.
Mas no fundo, sabemos que é assim,
A vida insiste, e ainda estamos aqui.
Descobrir que a dor é só o começo,
Sempre pronto para o próximo abraço, o próximo beijo.
A fantasia começa outra vez,
Sem perguntas, sem porquês,
Expressar os sonhos, e deixar o medo pra trás,
Tudo se refaz, tudo se refaz.
Mesmo quando o caminho é incerto,
No final, sempre há um novo despertar.
O que nos faz humanos é o que sentimos,
E o amor que nunca deixa de brilhar.
Descobrir que a dor é só o começo,
Sempre pronto para o próximo abraço, o próximo beijo.
A fantasia começa outra vez,
Sem perguntas, sem porquês,
Expressar os sonhos, e deixar o medo pra trás,
Tudo se refaz, tudo se refaz.
Nem toda letra vira música, mas toda dor vira verso.
O silêncio, quando canta, é mais profundo que o universo.
A verdade mora no que se esconde entre as linhas,
Nos vazios que a voz não preenche, mas ilumina.
A gente vai, tropeça, sangra, aprende —
Cada queda, um mapa; cada erro, um norte.
E mesmo quando a noite pesa no peito,
Amanhece. Sempre. O sol se põe no nosso jeito.
A dor? Só o primeiro acorde.
O amor? O refrão que insiste e reverbera.
Pronto pro beijo, pro abraço, pro recomeço,
Porque a vida é um disco riscado que gira no mesmo preceito.
Fantasia de novo, sem porquês, sem escalas:
Os sonhos não pedem licença, rompem as muralhas.
O medo é só tinta escura num quadro em branco —
Apago, recomeço. Tudo se refaz. Tudo é tanto.
O tempo não é linha — é espiral.
Cada volta traz a mesma estrela com luz diferente.
A estrada dobra, mas não some:
Ela é a cicatriz que virou ponte.
E quando o caminho parecer só incerteza,
Lembre: até o deserto guarda o eco de uma prece.
O que nos faz humanos é a fissura, não a perfeição —
O amor que racha, mas nunca perde a canção.
A dor é só o começo.
O abraço? O verso que se alonga no peito.
Fantasia outra vez, sem medo de ser brecha:
Os sonhos são asas. O resto? Só trincheira.
Tudo se refaz.
Tudo se refaz.
O homem à sua frente, mergulhado na música de um passado que não volta, já não é seu pai.
É uma sombra do que foi, alguém que o tempo esculpiu em silêncio e esquecimento.
E você, parado ali, percebe que o tempo não apenas passou — ele levou tudo com ele.
A música que visita o nosso coração e nossa alma,
A música que faz, pensar, lembrar, refletir e arrepiar...
A música que agita, que pondera, que embala, que acalma,
A música que nos lembra, que o mais importante é amar...
"Eu e os ecos da arte, da música e do pensamento"
por Luiza_Grochvicz.
Sinto que minha alma ressoa com figuras que, de algum modo, compartilham da mesma intensidade e busca que tenho na vida. Eles não são apenas artistas ou pensadores, mas companheiros de jornada que refletem minhas próprias inquietações e sentimentos.
Kierkegaard me fala sobre a angústia existencial e a liberdade que carregamos como uma escolha constante. Ele me lembra que a vida é feita de dúvidas que nos definem.
Nietzsche me ensina sobre a vontade de poder e a autossuperação. Como ele, acredito que a vida é uma constante busca por mais, por transcender nossos próprios limites.
Platão e sua busca pela verdade além das sombras me faz pensar que a vida cotidiana é apenas uma parte do todo. Acredito em algo maior, uma realidade invisível que nos chama.
Sartre me conecta à ideia da liberdade e da responsabilidade. A liberdade é uma maldição e, como ele, acredito que somos condenados a criar nosso próprio significado.
Com Van Gogh, vejo a arte como uma forma de transformar a dor em beleza. Ele me ensina a expressar a intensidade da vida, como uma explosão de cores que reflete a alma.
Leonardo da Vinci, com sua busca pela perfeição, me lembra que a arte é uma exploração contínua. Como ele, vejo o detalhe e o estudo como caminhos para entender o mundo.
Claude Monet me ensina que a vida, assim como a arte, é feita de momentos fugazes. Vejo o mundo como algo que se transforma, sem precisar entender tudo, apenas sentir.
Edvard Munch, com seu grito de angústia, fala da solidão e da expressão crua da dor. Como ele, acredito que devemos ser verdadeiros com nossas emoções.
Na música, Beethoven me conecta com a intensidade emocional, com a superação pessoal através da arte. Como ele, a música é minha forma de gritar as emoções mais profundas.
Chopin, com sua delicadeza, me reflete no lado mais sensível e introspectivo da vida. Suas peças me lembram de como a arte pode ser um espaço de reflexão e calma.
Mozart, com sua leveza, me inspira a ver a vida como uma celebração, onde a complexidade e a simplicidade se misturam, criando harmonia.
Vivaldi, com as suas quatro estações, me ensina que a vida é feita de ciclos — altos e baixos — e que a transformação é inevitável, mas sempre bela.
Eu não sou apenas eu.
Sou todos eles, e eles são eu.
A arte e o pensamento, juntos, me ajudam a entender o mundo e a mim mesma, criando uma visão única de quem sou e do que busco.
Eu não sou e não quero ser da resenha, e talvez esse seja meu maior pecado na profissão.
Na música e no cuidado com as pessoas, esperam que a gente viva o "depois", entre conversas, risadas e histórias. Mas eu sou do silêncio. Gosto do que vem quando o palco esvazia, do sossego com meus cães, da calma ao lado de quem amo Lucilla Helena Esteves Frasson.
Minha dualidade é essa: viver do som e buscar a paz. Se não ser da resenha for um erro, então erro consciente. E sigo em paz com isso
A vida, para muitas pessoas, é semelhante a uma caixinha de surpresas: nunca se sabe qual música entoará.
fui o escolhido para conhecer o que acontecia na terra que eu nascia, mas as músicas altas e o cheiro da comida fria tomaram meus sentidos afiados e cessou a minha velha calmaria. parecia ter vindo de longe, não era desse país, aquele em que se escondiam em bancadas hostis mas desejavam assim como a do chico buarque: aquela lei que a gente era obrigado a ser feliz. e voando bem alto, assim como eva, escolheram que hoje o sol não apareceu, escolheram não ver a preciosidade da terra que você nasceu, escolheram definir que daqui só geram capitais, não é nessa nave que vamos fugir para outros ideais (se você considera os seus como banais). gilberto cantava sobre o brasil do meu amor, terra de nosso senhor, mas djavan recitou que amar é quase uma dor.
na voz da elis, "o Brazil está matando o Brasil, o Brasil nunca foi ao Brazil" porém nos olhos dele brilha um profundo azul anil. a grama do vizinho é sempre mais verde, mas essa grama já acabou pois a renderam para o mercantil, fabril. não dão valor àquele povo gentil, "i love Brazil". nossas cores se tornaram um símbolo político, imbecil. os donos dessa terra foram calados, pau-brasil.
cazuza dizia que era só mais um cara, que via futuro repetir o passado, e nunca notaram que o tempo não pára. tim maia torcia para que o mundo inteiro lhe pudesse ouvir sobre os sete mares que chegou a descobrir e de lá, me contou que todos notaram o quanto somos o raio de sol, união numa partida de futebol, a aquarela do céu, o azul do mar, o verde da floresta, a cultura divina, a energia dos barzinhos de cada esquina. essa nave vai pra longe e se tanto a preferem, colham dessa horta, mas até eles viram a quantidade de beleza que esse país conforta.
seria mais fácil se conhecesse: a energia dos estádios quando um gol acontece, a diversidade imensa no florão da américa, às belezas que os quadros da tarsila expressa, jeitinhos que nunca serão iguais à esse, cervejinha no copo dançando um pagodão, alegria quando o funk movimenta a nação, toda forma de cor e de amor que se expresse e o orgulho quando a nossa bandeira cresce, talvez assim, entenderiam a importância de gostar do Z, mas também de dar valor ao nosso S.
Aquele vizinho que coloca som alto talvez pense que você curte as músicas dele.
Saber disso não te faz adorá-lo?
Talvez exista uma música que você não conheça mas que amaria se ouvisse.
Isso não te deixa nem um pouco ansioso em descobri-la?
Um músico profissional e aquele que faz o trabalho, entrega o produto e que se espera ser competente, porém quando o trabalho não é mais interessante ele muda de trabalho, e encerra-se o contrato e segue seu caminho em busca de novos objetivos, e está tudo certo por isso.
O músico amador é aquele que faz tudo por amor, com excelência e esmero também, pois muitos são experientes (não iniciantes, pois existe essa confusão entre os casos)e investem buscando qualidade em equipamentos sem receber nada e sem pretensão de ter honorários... É aquele que fica sim muitas vezes decepcionado por ser deixado de lado, pois seu trabalho (teoricamente inferior, porém é um estigma sem comprovação) é feito com muita entrega, como a oferta da Viúva, entregando a Deus tudo que tem, ou seja, a melhor oferta...
