Músicas Catedral
Cativar não é ser responsavel
É nao ser qualquer um
É olhar para minha verdade
E sentir que o presente é pra se viver
Eu Cativo aquilo que quero
Como é bom a gente viver
Sem receios, sem medo e sem culpa
Vou com Cristo a cada amanhecer.
Chame a Deus
Se você não sabe para onde seguir Se você perceber e não quer mais fingir
Levante a cabeça e não olhe para trás Chame a Deus
Chame a Deus Se sua vida anda um abismo sem fim
Se teus olhos choram e não querem este fim
Levante a cabeça e não olhe para trás Chame a Deus
Chame a Deus Chame a Deus que a tua vida logo mudará Ele cura a ferida te libertará A verdade e a vida Ele quer te dar
Chame a Deus Chame a Deus Chame a Deus que o tempo passa e não volta mais Será chance ,sua vida pode se acabar
Ele cura a ferida te libertará Chame a Deus Chame a Deus Chame a Deus
Entre Eu e Você
Para onde ir?
Sem teu amor
Como prosseguir?
Será que você não vê o amor que eu sinto por ti?
Deus me concedeu o amor mais lindo que um dia pude ter
Ele fez nascer o infinito amor
Entre eu e você.
Diga, então, porque se aborrecer por coisas banais?
Será que você não vê o amor que eu sinto por ti?
Deus me concedeu o amor mais lindo que um dia pude ter
Ele fez nascer o infinito amor
Entre eu e você.
Dom de Amar
As horas se passaram aqui tanta coisa eu não percebi Mas eu sei que sempre eu senti e você me fez sempre feliz
Me ensinado como caminhar, me ajudando para eu não errar estendendo a mão pra me Mostrar o maior dos dons o dom de amar.
Eu quero sentir nessa hora tua presença agora falando ao meu coração com carinho e emoção
Te quero pra sempre em minha vida o amor cicatriza a ferida eu quero levar esse amorPara todos que eu encontre a onde ee eu for.
Quero ver de perto a luz do sol,
E nunca parar de acreditar,
Quero estar bem certo desse amor,
E perder o medo de amar,
Qual é a invasão do seu olhar?
Tudo é bonito,
Tudo é simples sem saber,
Mas o que eu sinto,
Impossível sem você,
Tudo é poesia, sem a óbvia explicação,
Imagem invertida o amor e o coração.
O amor de Deus é Ilimitado.
Há de se buscá lo com boas intenções.
Suas intenções ao procurar a Deus, são as dos Reis Magos, que fizeram uma grande viagem, e com sinceridade procuraram o menino Deus ?
Ou
Suas intencoes ao procurar Deus são as de Herodes?
Santo Agostinho nos diz: nem sempre faremos peregrinações ao exterior ou grandes viagenspara encontrar a Deus. Ele está no nosso íntimo.
Quem procura a Deus no interior de si, não precisa fazer grandes viagens.
E Deus ,ao longo de nossas vidas, nos colocará luzes, faróis, estrelas no céu e magos a nos indicar o caminho da fé.
Sejamos sempre uma estrela na vida para indicar o caminho a Deus.
Nossa vida é A perfeita oferenda a Deus é aos irmãos.
Missa Catedral da Sé
08.01.2017
LEMBRO D VC AMOR, TODA VEZ Q PASSO AQUI.
NOIT D LUAR, MANHÃ DE SOL,
PRA ILUMINAR, OS NOSSOS DESTINOS.
SEI Q N HÁ MAIS NINGUEM,
QUE M POSSA PREENCHER, POIS SEI Q NOSSO AMOR É MAIS BONITO,
COMO A LUZ NO MAR, VEM SER FELIZ Ó MEU BEM.
COM VC TUDO É DIFERENT, EU T QUERO PRA SE]MPRE Ó MEU BEM,
NOSSO AMOR É SUBLIME É NASCENTE, EU T QUERO PRA SEMPRE Ó MEU BEM,
Ó MEU BEM.
"O universo é uma catedral sem paredes, onde o fôlego de quem ama é a única prece capaz de atravessar o silêncio das galáxias."
"O destino não é um evento que nos atinge, mas uma catedral que levantamos com o suor de cada escolha diária."
“A Catedral dos Lamentos”
Sob arcos quebrados, o céu se cala,
A névoa dança onde o tempo embala.
Catedrais choram com vitrais partidos,
Guardam segredos, amores esquecidos.
Anjos caídos vigiam em pedra,
Olhos vazios, memória que medra.
O sino ecoa em tom de agonia,
Marcando o fim da última alegria.
Nos corredores, passos sem dono,
Sombras deslizam em eterno abandono.
Um véu de pranto cobre o altar,
Onde promessas vieram a se quebrar.
E ali, entre ruínas e dor silente,
O amor renasce… sombrio e ardente.
Catedral da Noite
Na abadia do crepúsculo, sombria e ancestral,
Onde teias pratejam o mármore funeral,
As estátuas choram lágrimas de pó e solidão,
Guardando um segredo morto em cada coração.
A lua, farol pálido de um destino amaldiçoado,
Beija os vitrais quebrados do tempo condenado.
Sombras se arrastam lentas,em dança sem perdão,
Vestidas de nevoeiro e eterna desilusão.
Os corvos são os monges deste claustro sem fé,
Gravando em suas asas o eco de um réquiem.
O vento sussurra salmos de um hymno funeral,
Enquanto a podridão exala seu perfume eternal.
E na nave do abismo, onde o tempo desmorona,
Uma alma ainda vaga,pálida e abandonada.
Ela busca um reflexo na fonte do esquecimento,
Preso no laço eterno de um frio tormento.
O órgão toca uma fuga de notas de agonia,
É a música das almas que a luz já não guia.
E cada gota que cai da umidade sem fim,
É um verso da poesia que a morte escreve aqui.
Assim, na catedral que o musgo vai coroar,
O gótico se ergue,sem fim para findar.
Onde a beleza mora na mais profunda dor,
E o silêncio é o verso mais puro do terror.
Andei por muitas avenidas, mas nunca encontrei
a "Catedral".
...Contudo destruí altares
[rebuscando a História.
S. Garcia Vilches, em Abril de 2003
(fragmento de "Cores do meu tempo")
Na fuga encontrei o que não havia encontrado fugindo
Ao longe posso ouvir o sino da catedral
Nos braços do real
Me entrego em saber se é bem ou mau
Na porta a chave que marcava
413 é o esconderijo
Não adianta fugir pra um mundo tão grande
Se no final, o mundo inteiro cabe em um quarto
Jurei seguir nesse trilho
O trem sou eu, a carga o que sinto
As pedras nos trilhos o julgamento
O combustível, a confiança
O trem com o único destino
413 é o número
Amor é o leito em que dormimos
Esperança é o despertador que nos acorda
Meus sentimentos habitam a catedral da minha alma, das quais os fantasmas cantam uma canção de dor,
a melodia dos meus gritos silenciosos.
Um por um eles levam minha alma,
eles consomem cada pedaço de mim.
Eu acho que é uma vingança apropriada,
ser consumido pela sua própria mente e coração, e no final, a minha ganância me consumirá também...
Nessa catedral não é por fé que eles rezam,
é pelo sofrimento eterno,
uma canção melódica de dor e morte.
Meu próprio inferno escondido no disfarce do meu lindo paraíso.
A FORMIGA E O DIVINO
Há apenas uma formiga ocupando a catedral
A catedral estava dentro da formiga
Em seu ventre dormia o divino
PÁGINAS LIDAS E NÃO LIDAS (B.A.S)
Sou a minha catedral, meu templo
Dos meus deuses e meu Deus
Moldados ou não à revelia, à rebeldia...
São minhas dores, torturas...
Que busca a cura, a paz, a salvação...
Sou minha casa, minha rua, minha cidade...
Em todas moradas e lugares...
Memórias gravadas, computadas
Sou o relógio, a medida do meu tempo
São minhas horas contadas
São dias de labutas e de esperas
São meus dias de ócio e preguiça...
Sou mais do que tudo
O livro de minha vida
Dos meus encontros e desencontros
Minhas chegadas e partidas
Sonhos vividos e negados
Meu riso e meu choro
Páginas lidas e não lidas...
Meu jardim de saudades
Verde catedral marinha
E cuja reza caminha
Pelas roboantes naves.
Ai flores do verde pinho
Dizei que novas sabedes
Da minha alma cujas sedes
M'a perderam no caminho.
Revejo-te e venho exangue,
Acolhe-me com piedade
Longo jardim da saudade
Que me puseste no sangue.
Ai flores do verde ramo
Dizei que novas sabedes
Da minha alma cujas sedes
M'alongaram do que eu amo.
A tua alma em mim existe
E anda no aroma das flores
Que te falam dos amores
De tudo o que lindo e triste.
A tua alma com carinho
Eu guardo-a e deito-a a cantar
Das flores do verde pinho
quelas ondas do mar.
Ai flores do verde ramo
Dizei que novas sabedes
Da minha alma cujas sedes
M'alongaram do que eu amo.
A Catedral do meu ammor
Na minha alma há um Sitio encantado
e,nele em algum tempo passado
uma linda Catedral ergui!
Imagens de ilusões doiradas
entre risos e fantasias esculpi...
Altares de ideal,eu construí!
E muito além do impossível
nos vitrais coloridos,imprimí
as marcas de um amor inesquecível,
muito e muito além do impossivel.
Os sinos de cristal a minha Catedral
repicavam badaladas de esperanças
anunciando aleluias de felicidade!
E o tempo obstinamente passou...
Mas, os meus sonhos resistem
e, as marcas do meu amor
nos vitrais da minha alma,persistem!
