Música em forma de poema
MATEMÁTICA DE SOLTEIRO
"Nós", solteiros, de certa forma, estamos todos nas prateleiras, sendo escolhidos e escolhendo pelo sabor e pela embalagem. Por descuido somos substituídos pelo produto mais novo, que também será substituído, numa sucessão frenética que alimenta a solidão e não aplaca a fome. Tornamos-nos mais um rostinho na lista de nomes do "Whatsapp" e do "Facebook", tornamos-nos estatística e vaga lembrança. Nunca gostei de matemática, mas não tem como a ignorar, afinal nos tornamos números de uma simples equação que fazemos questão de complicar.
Eu ando pensando, penso parado também, o que de certa forma me faz um andarilho da mente, um ausente ser presente. Ando, não importa aonde, paro não interessa onde, sempre estou sentindo os meus pensamentos, sempre estou pensando sobre meus sentimentos.
Quando pensamos em pessoas, cada uma irá agir de uma forma única e especial, talvez egoísta. Não existem tradutores para expressar as diferenças existenciais. O inferno de alguém pode ser apenas o pedaço do céu em outra pessoa, nunca se sabe. E claro, nesses becos da alma nem nós nos entendemos por completo. Mas o que custaria alguém chegar e arrumar um pouco da nossa bagunça?
Não dá para confiar nos seus olhos, no que você fala, na forma como me faz rir, nos minutos que me pego pensando em nós, nos poréns que nunca eternizam, nos abraços que criam uma felicidade passageira e muito menos, nas bobagens que viram paranoias. Definitivamente, não dá para confiar nem no que estou sentindo por você.
Somos como um livro esquecido nas areias do tempo. Somos pó, um pedaço de papel, a magia em forma de palavras. Fazemos parte do desconhecido, adormecemos na penumbra perpétua. Somos ignorados, somos a capa cor de vinho que não condiz com as letras douradas. Talvez não somos nada, nem ninguém, para alguém. Mas sempre existe um outro alguém e esse ninguém nos encontrará. Seremos folheados e nossos lábios dirão o que as palavras insistem em negar: um romance, que se desvenda além do corpo e da mente. Não é para ser lido, mas sentido.
Diariamente eu chego à conclusão de que a melhor forma de viver em uma pessoa não é necessariamente ao lado dela, mas nela em si. Quando damos algo a alguém, somos praticamente um parasita que não se vai até o último suspiro. Corroemos memórias, vivemos em feridas que cicatrizam e renascemos a cada carta retirada do fundo da imaginação. Cuidado com esses rostos cansados, ali se escondem sonhos que se foram, sorrisos que nunca mais se entrelaçaram e beijos que caíram no inevitável. Pois de fato, tudo o que dissemos e fizemos é marcado para sempre em alguém. Somos como poetas mortos que eternizam no que não se pode mais tocar.
Toda vez que Deus quer nos ensina alguma coisa Ele nos TIRA algo, assim Ele não forma filhos chatos e mimados.
"Não sei se vivo da forma certa ou errada ou se sou um homem bom ou ruim, sei apenas que as tragadas dadas no cigarro aliviam a falta daquilo que ainda não sei."
A gente conhece uma pessoa, não pela forma que ela começa um romance, mas pela forma como ela termina.
Nos meus momentos está Deus, e em meu coração está o seu amor, dessa forma vivo a vida, curtindo os momentos da vida com muito amor em meu coração...
Apenas Acho...
Ser diferente é ser de Deus, não importa a forma como todos olham pra gente, o que vale mesmo é sempre agradar a Deus.
O cérebro humano forma a sua própria versão daquilo que ocorre no mundo externo, consistente com o mundo interno do indivíduo.
Jamais limite sua capacidade de forma alguma, por nada nem ninguém. Isso é como um crime contra a tua própria essência.
Por mais que em alguns aspectos a terra esteja sem forma e vazia (caos), precisamos ter em mente que o Espírito de Deus continua se movendo (gerando vida) sobre a face das águas.
Às vezes, quando priorizamos algo, desprezamos em forma de renúncia outro algo, é necessário. Tem coisas que não dá pra conciliar, porque o tempo não nos permite. Portanto, ser sincero consigo mesmo e enfrentar o possível, possa ser que sejam ações difíceis, mas surtem efeitos, sejam eles bons ou ruins. Escolha, mas suporte às consequências.
A matemática do sucesso tem a seguinte forma: diminuir os gaps, somar habilidades, dividir conhecimentos e multiplicar atitudes.
A educação emancipadora é um espaço social para a valorização cultural e, dessa forma, deve propiciar oportunidades educacionais para o encontro de diferentes saberes.
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