Música

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"Saudade, um instrumento de cordas a tocar em meu coração a música da sua ausência,
a canção de um amor perdido...!"
Haredita Angel
28.11.25

não existe música antiga,
o que existe são pessoas novas,
que não sabem o que realmente
é uma música de verdade!



"Houve um tempo em que os jovens ouviam ótimas músicas, havia bons programas na televisão, filmes agradáveis no cinema, amigos leais, diversão sadia nas discotecas ou nos bailinhos!... O que foi que aconteceu?!"

E, olhando para ti,
Canto a minha canção melódica
Que outrora fora lágrimas
De um aguerrido espírito
Confiante de que te encontraria
Novamente nessa jornada maluca
Que chamamos de vida - Mas
incerto de que fazia jus a tal -
Canto a ti, minha musa
A melodia que ouvido nenhum
É capaz de decifrar
Não digo que seja de tal modo
Sinfônico ou doce
Mas, certo de que fi-lo por ti,
Afirmo-te: há amor, há meu coração
A ti me entrego, sem medo
Foste aquela que me recebeu com alento
És aquela com quem desejo investir minhas risadas despretensiosas
Por isso, canto a ti
Que, antes de tudo, não me abondonaste
Canto fervorosamente
Deixando transparecer a mais profunda vibração da minha alma junto à tua…

Música: Figura de política.
Autor: Dênisson Hélder Dinéh.
Um dia, a linguagem literal foi exilada pela figura de linguagem.


Quando o bolso pesar, dizem que a Antítese alivia.


Se a Metáfora faltar, não adianta gritar com Onomatopeia.


Se o modelo prioriza ditaduras amigas, a gente dissimula, trabalha em dobro e espera a Hipérbole passar.


Nas contas públicas no vermelho? Use a Hipérbole, jamais a Comparação.


Onde houver comissionado incompetente, a Prosopopeia se faz presente, dando vida a quem nada produz.


Basta a Catacrese sentir uma Sinestesia para o povo tomar uma Antonomásia (o apelido que vira condenação).


No fim, vai bater a saudade da linguagem real e direta.


Aquela que diziam doer, que diziam ser de ódio, que diziam ser bruta...


Mas era apenas a verdade sem filtro.


Só não vale repetir que foi GOLPE.


Aí já não é figura de linguagem... é Ironia do Destino

Música: Cérebro artificial.
De: Dênisson Hélder Nogueira Rocha (Dinéh).
Cérebro artificial, mente sobrenatural, Máquina de fabricar ignorância digital. Atrofia o pensar, limita o horizonte, Secando a inteligência que bebia na fonte.


Pra quê produzir? Pra quê raciocinar? Se a procrastinação é o novo "ar". Uma arte que asfixia, que sufoca o progresso, Vendendo a evolução pelo preço do acesso.


Onde vamos parar? Tudo vira "IA". A mente que era joia, hoje é peça vazia. Sem lapidação, sem esforço, sem trilha, O cérebro humano virou só uma pilha. E o fim já começou, sem aviso ou remorso: Levamos o "mestre" dentro do nosso bolso.

Você é a minha inspiração, a minha eterna melodia.
Me sinto com você na Itália, passeando á noite de mãos dadas pelas vielas da Toscana.
Meus pensamentos viajam lentamente, a Itália prende a nossa respiração entre pedras antigas e um céu verdadeiro.
Cada sombra parece se lembrar de um amor que nasceu sem idade, esta noite silenciosa não terminará, suas mãos procuram as minhas, como ruas que sabem como retornar.
Um beijo roubado do destino antes mesmo de mesmo de ser pedido.
No coração lento da Itália, onde o amor disse sim, e enquanto o tempo nos observa passar, sinto o teu nome permanecer no meu coração.
Sob um céu que nunca dorme entre fontes e sonhos antigos meu amor vai permanecer em você.
Entre as sombras e poesia você é a luz que me guia e a minha melodia eterna.
E sob o céu da Itália vamos nos amar trocando juras de amor.
Na linda Toscana.
Por John Novinski.

(Letra de música)- O grito da alma




(Verso 1)
No silêncio da noite, um grito ecoa,
Alma ferida, a dor que me açoita.
Coração em prantos, aa lágrimas caem,
Em busca de paz, a alma que se revolta.


(Verso 2)
As sombras dançam, a escuridão me abraça,
Memórias vêm e vão, a saudade que traça.
Um turbilhão de emoções que me desmonta,
Em cada verso, a alma que se desfaça.


(Verso 3)
A voz que clama, um lamento profundo,
Em cada nota, um grito do mundo.
A esperança some, em um instante infundo,
Em busca de um novo, um novo segundo.


(Verso 4)
Mas a chama arde, a fé não se apaga,
Em cada verso, a alma que se afaga.
A luta continua, a vida que se alaga,
Em um grito eterno, a alma que se propaga.

Os desejos e a solidão ( letra de música)




(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.


(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.


(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito

Destinos (Letra de música)




(Verso 1)


Em destinos traçados, na jornada a seguir,
Um encontro marcado, onde o amor vai surgir.
No desengano, a busca, em lugares a sós,
A essência perdida, em segredos e nós.


(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.


(Verso 2)
No lamento desnudo, a profundidade a sentir,
Perdido no vazio, a verdade a descobrir.
Barreiras desmoronam, o óbvio a se mostrar,
Em cada olhar, a alma a se encontrar.


(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.


(Ponte)
Em cada verso, a melodia a ecoar,
Em cada nota, o amor a se firmar.


(Refrão)
Oh, destinos, caminhos, almas em sintonia,
Em meio às cinzas, a luz irradia.
A força na fraqueza, um milagre a encontrar,
Em cada passagem, a paz vai reinar.

Viver o intenso ( Letra de música)


[Verso]
Planos que o vento levou
Aplausos ecoam
Mas quem ficou
Chegou pintado de glória


[Pré-Refrão]
Fogo que arde
Inacabável voz
Uma sinfonia que nunca se desfaz


[Refrão]
Viver o intenso, sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos


[Verso 2]
Glória que pesa mas não me prende
Fogo no peito que sempre acende
Correntezas que levam e trazem


[Refrão]
Viver o intenso sentindo os momentos
Ventos e correntezas com suas urgências e tormentos
Contemplar as nuvens com seus indomáveis desejos
Lágrimas caem os tempos são mágicos


[Ponte]
Desejos guardados indomáveis e gritantes
Lágrimas que contam histórias distantes,
Tempos que passam mas deixam um brilho constante.

Oitavo ano (Letra de música)




(Verso 1))


Oitavo ano, sem expectativas ou preocupações


Focado em viver até as últimas consequências


Doces paixões, um poder dominador paralisa as razões dando sentido à história




(Verso 2)


No quadro negro, a sensação de medo e vazio


Viagens que moldam o tempo que escapa paixões aladas


Lutas travadas, sonhos que se tornam reais relembrando amores de verão


Valores que nos guiam as sombras do passado que dança com o presente




(Verso 3)


A chama que arde em nosso peito são histórias reais implorando o retorno aos pedestais dos desejos


Escritas com coragem a estrada continua, sem temer a miragem de tantos rostos e tantas vozes a ecoar cada segundo




(Verso 4)


A cada passo dado as viagens nos levam a novos horizontes desenhando sonhos constantes, com o coração em chamas lutamos juntos, sem soltar as mãos valores são âncoras, amores são asas


Em cada momento, encontramos nossas causas o tempo não para, mas seguimos em frente, o começo é eterno o passado é presente.

Coração bêbado


(Verso 1) Letra de música.


Os abraços que não dou se engraçaram com o tempo que já voou


A saudade não para de pulsar e Nunca parou,


Coração tropeça mas sempre ficou de pé nesse ciclo sem fim de inocência e amor


Na neblina me perdi com o abraço na ponte da saudade, gritos são ouvidos perdidos no horizonte da indiferença sem piedade





(Verso 2)


No Impacto do vazio o capuz da solidão me cobre


O eco me conduz bêbado de memórias a mais um gole de saudade Aventureira minha mente busca por liberdade mas se mantém perpetuamente rodando nesse labirinto faminto por mais um encontro de corações sadios


E mesmo perdido no frio da vergonha, as lágrimas caem quebrando a distância de um coração vadio e bêbado mas cheio de esperanças


(Verso 3)


E quando a caneta se perdeu, os sentimentos deixaram seus efeitos colaterais espalhados fazendo valer o poder da sua voz


Sufocado pela saudade a minha versão no futuro foi engolida e deixou de ser um presente na realidade


Um iceberg passou flutuando entre as ondas e nele estava preso a última imagem do meu coração.

Perturbador e puro




A tua voz ainda é música, ela preenchi,


Se esconder no jardim do talvez foi uma doce mentira de outras próximas vezes,


O intenso é perverso e se deixa escapar quando o impossível repousa,


O tentar desistir apenas ensina "que aquilo que não volta é porque nunca foi seu",


sendo assim, no amor a confiança tem um ritmo perturbador e puro.

Foi de coração quando pedi para lançarem aquela música no rádio,


A matemática é simples, quem planta coragem colhe alguma riqueza da ação e nesse progresso a conexão cria raízes.

Como seria ?




No véu da razão o ciclo da saudade entoa sua melodia,


Nas lembranças a nostalgia,


Nas lágrimas, autonomia,


Na cumplicidade da inocência, a curiosidade de como seria se...

Em cima das revelações, lamentos,
No palco das músicas tristes, sofrimento,
A liberdade foi transformada em ilusão, humilhação,
A máscara da alma caiu, reflexo.

Uma Música não precisa ter Mil Palavras, mas que suas frequências sejam bem sintonizadas com os nossos ouvidos.




(Kelvin Mateus Maciel)

IDENTIDADES

Como cordas tensionadas entre pontos fixos produzem música, também nós precisamos de limites para dar voz à nossa singularidade. É precisamente através das nossas fronteiras que descobrimos a vastidão do que podemos ser.




Escutaremos
Um bom cérebro encontra sempre a música adequada ao seu estado de espírito...
só é necessário tempo