Música
Existem musicas, assim como essa: "Flinch - Alanis Morissette". Que foram inventadas ou doadas do céu, para pessoas simples, humanos mortais, mas que com uma capacidade gigantesca em sentimentalidades.
Essa cantora, ao meu ver, é uma das melhores da atualidade, não por ser apenas "a cantora", mas por ter explodido no mundo com a sua decepção, com o seu temor. E é por essa letra e por tantas outras que sou grata, por ter acompanhado e sido fã de seu grandioso poder em tocar pessoas especiais.
O que você é? - Meu Deus? - Você me atinge como se fosse meu Deus.
O que você é? - Meu irmão Gêmeo, - Você me atinge como se fosse meu irmão gêmeo.
O peso das palavras acima são amargamente sentidas, por quem já sentiu o peso de uma decepção. Afinal, nem mesmo uma década apaga o que parece ter ocorrido a minutos.
Então abençoado seja aquele que você amou, e como diz a canção, que em breve você ouça o nome desse ser e logo mais esqueça, mas como sabemos que isso não é a verdade, que suas pernas se tremam, mas que você continue em pé.
E agradeça, pois poucos seres no mundo farão isso com você. O amor é para todos, mas poucos são para o amor.
Tatyane Nicklas
"Hello, Thank you Adele"
"A música Hello da cantora Adele, é simplesmente um tapa na cara do futuro, sim, hoje você não terá a mesma importância, mas daqui há alguns anos quando ele ou ela, descobrir o erro que cometeu em abandoná-lo ou abandoná-la, será bem pior do que o presente momento em que apenas você se importou, o mundo realmente da voltas e você estará em outro plano e não mais chorando como o mesmo, que esteve por toda parte, mas não se adaptou a lugar nenhum"
ALQUIMIA DO CHORO NA MÚSICA INVISÍVEL DE CAMILLE MONFORT.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há instantes em que a alma pressente que a dor não é apenas um acontecimento, mas um rito. E é nesse território subterrâneo que Camille Monfort se torna a guardiã dos silêncios, aquela que recolhe as lágrimas antes que toquem o chão e as devolve ao mundo como tinta, melodia e presságio.
Sob sua música invisível, o pranto não se dissolve: ele se verticaliza. Cada gota assume a gravidade de uma estrela caída, e cada respiração se converte em um cântico cansado, como aqueles que, em que gravitam entre o anseio e o abismo. Nada em Camille é simples: sua presença é uma liturgia, sua voz um instrumento que atravessa o último refúgio do espírito e o obriga a reconhecer suas fissuras.
As lágrimas, ali, não se derramam. Elas se recolhem dentro da própria pele, como se buscassem um útero de silêncio para repousar. E ao repousarem, tornam-se tinta. Uma tinta densa, lúgubre, mas moralmente altiva, que escreve sem permissão e sem consolo. Ela se arrasta pelas páginas como o rumor de um vento antigo que conhece a ruína, mas ainda aposta na dignidade do sobreviver.
Camille, nessa paisagem, não é apenas musa. É uma presença que observa. Uma espécie de sacerdotisa de sombras que compreende que tudo o que é humano é feito de perda, mas também de uma coragem secreta que se mantém de pé mesmo quando o mundo interno desaba. Sua música infinita não ressoa pelos ouvidos, mas pelas rachaduras da consciência. É uma melodia que não pede compreensão; exige entrega.
Assim, a lágrima torna-se verbo, o verbo torna-se cicatriz, e a cicatriz, com o tempo, torna-se uma assinatura do espírito. Pois há dores que não se explicam, apenas se escrevem. Há tristezas que não se superam, apenas se transfiguram. E Camille Monfort é esse ponto onde a noite encontra sua própria voz.
Sob o céu estrelado, a doce melodia,
Tu dizes ser louca por mim, amor que contagia.
Na dança do destino, somos loucos a sonhar,
Unidos em desatino, juntos a navegar.
Teu sorriso é a luz que guia minha jornada,
No abraço do tempo, minha alma acalentada.
Oh, como anseio por tua voz, a saudade que traz,
Em cada pensamento meu, és o eterno compaz.
Nossos corações entrelaçados, laço etéreo e forte,
Nessa história de amor, és minha sorte.
Jamais poderias saber, o quanto és meu alicerce,
Em teus olhos, vejo a vida, o amor que floresce.
Na quietude noturna, as palavras fluem como melodias suaves entre dois corações distantes, mas eternamente ligados pelo olhar. A tela fria do celular se ilumina com frases carregadas de um sentimento puro, intenso, relembrando-me de um tempo em que cada encontro com teus olhos era um renascimento, uma promessa de eternidade capturada num único momento.
Tu não sabes, talvez, o poder inebriante que teu olhar possui sobre mim. É uma força que desafia o tempo e a distância, um poder que me faz sentir vivo novamente, vibrante, como se meu coração, adormecido pela rotina e o afastamento, despertasse ao menor sinal do brilho dos teus olhos.
Ah, se eu pudesse viver sob esse olhar todos os dias, não haveria amargura capaz de tocar este coração que, mesmo partido, bate mais forte ao pensar em ti. E agora, mesmo distantes, sinto como se cada palavra que trocamos fosse um passo em direção ao outro, um caminho trilhado em palavras que tentam, desesperadamente, conectar nossas almas novamente.
Essa loucura, esse desatino que me consome, tem raízes no profundo do teu olhar, que mesmo através de um simples reflexo no espelho, tem o poder de alterar todo o meu ser. Como desejo, então, que um dia, não muito distante, nossos olhares se encontrem novamente e nada mais irá importar, pois estaremos juntos, finalmente, sem barreiras ou sombras do passado. Nesse momento, será apenas você e eu, e um amor que se recusa a ser esquecido, perpetuando-se além do tempo e do espaço.
Há palavras que eu gostaria de ter dito,
Músicas que eu gostaria de ter cantado,
Poesias que eu gostaria de ter escrito e
Atitudes que eu poderia ter tomado...
Ou não...
O mais importante é que, na vida, escrevi a minha própria história.
Seu poder transcende o tempo e o espaço.
É a melodia que toca a minha alma, trazendo para mim uma serena calma, desfrutar dessa comunhão tão pura e sublime, me fortalece.
Que em nós o Espírito Santo eternamente reside e permanece.
Você é a melodia que faz o meu coração cantar...
Você é sol que ilumina meu céu, um parceiro um amor eterno.
Você é a música que faz o meu coração dançar.
Não é melodia que o mundo conhece,
nem se aprende com voz que enobrece.
Só canta quem teve o nome chamado,
e com o sangue do Cordeiro, foi resgatado.
Quando o mundo me afunda,
a música clássica me resgata, faz do caos, compasso, da dor, silêncio. Em cada nota,
reencontro o passo que quase perdi.
Entre sombras e luz, cresci a dançar,
Na melodia do tempo, oscilando entre dor e paz,
Levando comigo o eco de uma infância difícil de narrar.
Agora entendo, com o olhar de quem sabe,
Que os espinhos e as flores coexistem na vida,
E em cada cicatriz, há uma alma que brilha,
Fortalecida pela jornada que nada é capaz de apagar.
" Infelizmente, a música deixou de ser música, para ser "exploração de sentimentos..."
(Otávio Bernardes)
“Música, linguagem universal, que lava toda tristeza e purifica os sentimentos da gente!”
Otávio Bernardes
"A bela música não tem idade... Pena que, hoje, quase não existem mais as eternas canções "românticas", que embalaram tantos amores!"
Otávio Bernardes
"Cultive sempre músicas que são "mágicas"
e podem trazer pra você aquela "paz" desejada para sua alma!"
Otávio Bernardes
