Mundo
Que a fragilidade de Jesus Cristo filho de Deus na manjedoura sirva para refletirmos o quanto somos frágeis e dependentes uns dos outros nesse mundo. Que o grandioso amor de Maria e José dedicado a Jesus possa representar o infinito amor de Deus por todos nós que somos seus filhos. Feliz Natal!
Há nestes tempos e já houve em outros, muitos desastres totalmente naturais, onde grande parte foram ocasionados por conta de seu processo e de sua transformação inerente, e que de certa forma são muito difíceis de serem evitados. No entanto, há muitos outros que são causados e/ou potencializados pelo próprio ser humano, que poderiam simplesmente serem evitados, pois existe uma fonte não natural causadora, e nestes casos a sua ocorrência é influenciada pela ganância, insensibilidade, irracionalidade. Onde está a consciência humana nestes fatos.
A Máquina do Mundo
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável
pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar
toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.
Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,
assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,
a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de
teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,
olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,
essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo
se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”
As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge
distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos
e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber
no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,
e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:
e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,
tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.
Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,
a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;
como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face
que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,
passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes
em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,
baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.
(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)
Todo mundo um dia passa por um sentimento, uma reflexão ou uma sensação que não sabemos explicar. Relaxe, respire fundo, pegue tintas e comece a criar coloridamente o que sente. A arte que fazemos instintivamente, pergunta e responde a maior parte de nossas dificuldades camufladas com a maior exatidão.
Não dá para disfarçar,
que da história sou
a expectadora com agonia,
vendo a adoração cega
ao poder que nos autepsa.
Ele que nunca deu
segurança nenhuma
na vida de ninguém:
qualquer pessoa comum
nos sombrios dias de hoje
sabe reconhecer um
bajulador de longe.
Ciente disso não se iluda
fazendo culto a líderes,
porque o preço disso
é bem caro e custa
não só a tua alma.
Uma América Latina repleta
de presos políticos,
e de gente dando a vida
para se livrar de ditadores;
e o nosso povo querendo
transformar as eleições
numa passagem direta
para o inferno com direito
a marcha histérica,
com 'supremo' e com tudo.
Minhas fantasias permitem apenas que eu me mantenha feliz no MEU mundo,
Pois no mundo real onde convivo com a realidade dos outros, Minhas fantasias são apenas meus guias...
Hoje eu vi uma frase que me chamou muito a atenção..."Não, o mundo não te odeia! Você que neste momento odeia o mundo!" e é verdade, o mundo não tem como te odiar, ele não te conhece, você sim conhece ele..
Você conhece muitas coisas que pode odiar, mas será mesmo que elas te odeiam...
Eu já vi muitas vezes, e não posso deixar de me incluir nestas, que as pessoas odeiam as pessoas sem conhecer, e depois quando conhece mudam de opinião..
Vai dizer que isto nunca aconteceu com você?!
Comigo já!
é incrivel como mudamos de opinião, de gostos, de gestos, atitudes e sentimentos.. Sim! Mudamos sim de sentimentos..
quem nunca amou uma pessoa e em outro momento odiou, ou vice-versa, que atire a primeira pedra..
Já dizia minha avó que quem desdenha quer comprar!
Mas, para não fugir do assunto..
Você pode mudar o sentimento de odio, rancor, indiferença que está dentro de você, mudando a você e por você!
Comece se olhando no espelho e se aceitando.. e se não está feliz com o que vê mude!
Mude a cor dos cabelos, o corte, faça um regime, ganhe um pouquinho de peso, pinte as unhas de verde e amarelo, preto e vermelho, azul e branco, ou misture todas elas.. e seja feliz!
Não crie coisas alucinadas e não odeie as pessoas por elas não terem o mesmo sonho e a mesma ideia que você o que faz o mundo tão belo é a diversidade!
Odiar não vai te levar a nada.. aceite, você faz parte desse mundo como ele é!
Como eu queria que o mundo não tivesse regra alguma, daí eu penso, se o mundo já ta perdido com regras imagine sem? Seria chato demais tudo liberado, prefiro quebrá-las do meu jeito :) e me divertir um pouco.
Descobri outra "maior mentira do mundo", além das conhecidas. É quando alguém fala em "anônimo". Se há algo que tudo e todos temos é exatamente nome.
Segundas chances são tão raras entre si
O desejo de mudar essa situação ainda me ilude
Eu deveria criar outra concha na qual eu viva?
Eu deveria criar outra concha e não perdoar?
Pois eu não acredito mais nesse mundo,não mais
Eu não acredito em mim
Adeus mundo cruel na ultima vez que você me vê afogar
A última coisa do mundo que desejo
é não magoar a mim mesmo.
Por que, com o fim do mundo, eu
pensaria em você, hein?
O mundo é a mentira que se auto-apresenta como verdade. Deus é a Verdade que o mundo quer nos apresentar como mentira.
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