Mundo
Por mais que busquemos entender o mundo, nunca encontremos uma explicação cabal que nos leve a perceber em concreto o motivo da nossa real existência.
A lógica alcançada pelo nosso pensamento acerca do mundo, nunca será suficiente para entendermos os fenômenos que abalam a natureza humana.
Nascemos para encontrar a nossa liberdade espiritual, mas, depois que nos envolvemos com o mundo material, deixamos de parte a convicção de continuarmos a caminhada em busca de satisfação imaterial e nos tornamos em instrumentos atípicos do mundo.
O povo choro e clame por um prato de comida a mesa, a insensibilidade dos Governos no mundo, levam-lhes a simular a busca de solução por intermédio de realização de galas de doações, mas, estas doações satisfazem os interesses dos seus promotores.
Fornecer energia e água ao povo é um dever básico dos governos pelo mundo, porém, se estes bens elementares não chegam a população em tempos normais, que garantia tem o povo, que agora com a pandemia e sob pressão do reinício das aulas a água jorrará em abundância nas escolas?!
A melhor fórmula para vivermos as alegrias ínfimas do mundo, passa por sabermos falar mais de nós e da nossa curta metragem que é a nossa vida, porque muitos irão nos julgar por sermos bons e outros nos irão julgar por sermos maus, daí que, no final de tudo, o que mais importa é termos um carácter digno.
Cravamos os mistérios sobre a nossa passagem pelo mundo, como se de um teatro se tratasse, onde a certeza sobre o final previsto no guião da vida, encontra-se secretamente escondido na mente do seu director de produção, que no teatro real da nossa vida chama-se DEUS.
Santificamos o dia em que nascemos sob o mérito do esforço da mulher que nos trouxe ao mundo, como guerreiros altivos e destacados, aprendemos a lutar pela vida, num campo de batalha cujo inimigo são apenas expressões nostálgicas da nossa mente.
Há geração COVID irá revolucionar o mundo, pois, a forma como os países se estão a preparar para formar os seus cidadãos, mostra que a filosofia do ensino presencial e as relações interpessoais físicas, estarão ultrapassadas no tempo e no espaço.
Poucos sabem manejar a banca e, muitos dos que sabem, não se predispõem a ensinar, daí que, o mundo apenas sorri para quem torna a banca a sua empregada, que mesmo dormindo, muitos ganham na proporção justa em que uma instituição financeira bancária ganha.
Quando os intelectuais do mundo usarem a sua capacidade para fabricarem dinheiro, usando a sua inteligência, tornando as instituições financeiras como suas fiéis parceiras comercias e empregadas indiretas, teremos uma humanidade cada vez mais próspera e pouco miserável.
Muita gente no mundo e pelo mundo se quer formar, mas, poucos querem absorver e obsorvem conhecimentos, daí que, somente alguns quantos, conseguem atingir a prosperidade econômica e social usando o seu intelecto e as suas habilidades natas e inatas.
Angola deu mostras ao mundo que é um País capaz de se tornar próspero, mas, a maior de todas as bases para o desenvolvimento deste nobre País, passa por todos nos engajarmos e vestirmos o sentimento patriótico, como fundamento para alcançarmos a autossuficiência econômica.
De todos os remédios que conhecemos na humanidade, capaz de curar todas as enfermidades do mundo, o melhor de todos eles, se encontra no ventre sacro e Santo de uma mulher, que na sua pureza é capaz de trazer ao mundo o ser mais controverso que é o homem.
O pequeno mundo dos grandes homens é o seu coração, que nas adversidades impostas pela vida, o consegue amparar sobre os suspiros das suas forças sufragadas pelo sangue puro do seu ser espiritual.
Formar opinião sobre o mundo que nos rodeia, muitas vezes parece ser mais fácil, a tal ponto que, nos esquecemos, que o mais fácil na vida seria formarmos uma opinião concreta sobre nós.
Os parlamentos deixaram de produzir leis, porque perceberam que tu não és uma cidadã do mundo, és antes, o mundo e a lei dos habitantes da terra.
A vida é um arco-íris, cujas cores significam os vaários momentos que passamos pelo mundo e, as pessoas que cruzam a nossa caminhada, são rios por onde repousamos em um determinado momento da nossa marcha.
Rasgo as minhas vestes que nem pilotos, pela dor de ver mulheres guerreiras chorando pelo mundo, motivdas pela dor causada pelos muitos homens, que acovardados pela ilusória aventura da vida, deixam para trás o triste cenário de um filho sem pai e sem afecto paternal.
