Mulheres que Brigam por Amor
"Minha Amada Angela Gonçalves de Sousa"
Hoje, quero celebrar não apenas o nosso amor, mas também a incrível jornada que estamos prestes a começar juntos. Ver você grávida novamente é um milagre da vida, uma bênção que nos enche de alegria e gratidão e muitas preocupações.
Você está carregando em seu ventre o nosso futuro, um pequeno ser que será a manifestação viva do nosso amor. A cada dia que passa, admiro ainda mais a força e a beleza que você irradia, à medida que nossa família cresce.
Sua dedicação e amor pela nossa futura criança são inigualáveis. Tenho certeza de que você será a mãe mais incrível e carinhosa que nosso bebê poderia desejar. Mal posso esperar para testemunhar todos os momentos maravilhosos que ainda virão.
Nossa jornada juntos está prestes a ganhar uma nova dimensão, e estou emocionado por compartilhar cada passo dela ao seu lado. Saiba que meu amor por você cresce ainda mais a cada dia, e agora, mais do que nunca, minha admiração por você é infinita.
Estou ansioso para ver você se tornar uma mãe incrível e para segurar nossa pequena tesouro nos braços. Juntos, construiremos um lar cheio de amor, cuidado e alegria para nossa família crescente.
Com todo o meu amor e gratidão,
"Jonatas Henrique de "
"Minha querida Esposa [Angela Gonçalves de Sousa],
A cada dia que passa, meu amor por você cresce mais e mais. Você é a luz da minha vida, a razão do meu sorriso e a inspiração para todos os meus sonhos. Com você, encontrei a verdadeira felicidade e a paz que sempre busquei.
Sua bondade, carinho e apoio constante enchem meu coração de gratidão. Não importa o que o futuro nos reserve, saiba que estarei sempre ao seu lado, enfrentando todos os desafios juntos, celebrando todas as alegrias e construindo um futuro repleto de amor e cumplicidade.
Você é a minha pessoa especial, minha melhor amiga e o grande amor da minha vida. Nunca esqueça o quanto você é amada e o quanto você significa para mim. Nosso amor é eterno, e cada momento ao seu lado é um presente que valorizo profundamente.
Com todo o meu amor e carinho,
"Jonatas Henrique de Medeiros Borges"
Quero sair!
Quero sair pois o motivo é um, já dizia.
O coração não aceita, tamanha falta de amor. E na verdade, onde está o amor? O amor se resume às paredes de seu mundo? Aos vidros do seu carro?
Dê-me uma moeda, não um banho de água fria! Dê-me atenção, não uma sequência de palavrões.
Sinto poder observar pessoas vendo da janela a vida passar...
Sozinhas em suas bolhas, as protegem de modo agressivo, onde os seres humanos são os verdadeiros objetos.
Quero sair, pois lá fora é bem mais simples e eu não sabia.
Quem disse que amor não mata, não sabe o que é sofrer o luto por um filho que não morreu em vida. Mas em vida ele matou algo dentro de você!
Eu tirei a venda
E eu liberto minha alma
Do medo que me colocam
Liberdade em minha vida
O amor que eu não posso negar
Livre para ver
- Into The Woods
Eu acredito no Sol
Mesmo quando ele não está brilhando
Eu acredito no amor
Mesmo quando eu não consigo senti-lo
- Bitter Lamentations
Raiva, não prova nada
Amor, às vezes não é tudo
Você precisa se recriar
Pensando nas consequências
- Species
Vou ficar do teu lado pra sempre
Quero viver um amor sincero
Vou navegar no teu mar de sensações
Vou me afogar no meu mar de ilusões
- "Mar de Sensações"
A gratidão olha para o passado e o amor, para o presente; já o medo, a avareza, a luxúria e a ambição têm os olhos no que está por vir.
VEJAM O QUE ACONTECEU COM O AMOR ATRAVÉS DOS TEMPOS
> Década de 10
> Ele de terno, colete e cravo na lapela, embaixo da janela dela, canta :
>
> "Tão longe, de mim distante,
> onde irá, onde irá teu pensamento?
> Quisera saber agora se esqueceste,
> se esqueceste o juramento.
> Quem sabe se és constante,
> se ainda é meu teu pensamento
> e minh'alma toda de fora,
> da saudade, agro tormento!
> "
>
> Década de 20
> Ele de terno branco e chapéu de palha, embaixo do sobrado em que ela mora, canta:
>
> "Ó linda imagem de mulher que me seduz!
> Ah, se eu pudesse tu estarias num altar!
> És a rainha dos meus sonhos és a luz,
> és malandrinha, não precisas trabalhar."
>
>
> Década de 30
> Ele de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta:
>
> "Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa!
> Do amor por Deus esculturada.
> És formada com o ardor da alma da mais linda flor
> de mais ativo olor,
> que na vida és preferida pelo beija-flor"
>
>
> Década de 40
> Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira, escreve para a Rádio Nacional
> e manda oferecer a ela uma linda música:
>
> "A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua,
> costuma se embriagar.
> Nos seus olhos eu suponho,
> que o sol num dourado sonho,
> vai claridade buscar"
>
>
> Década de 50
> Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:
>
> "Olha que coisa mais linda,
> mais cheia de graça.
> É ela a menina que vem e que passa,
> no doce balanço a caminho do mar.
> Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema.
> O teu balançado é mais que um poema.
> É a coisa mais linda que eu já vi passar."
>
>
> Década de 60
> Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço,
> ajeita a calça lee e coloca na vitrola uma música papo firme:
>
> "Nem mesmo o céu, nem as estrelas,
> nem mesmo o mar e o infinito
> não é maior que o meu amor nem mais bonito,
> me desespero a procurar
> alguma forma de lhe falar,
> como é grande o meu amor por você"
>
>
> Década de 70
> Ele chega em seu fusca, com tala larga, sacode o cabelão,
> abre a porta pra mina entrar e bota uma melo jóia no toca-fitas:
>
> "Foi assim, como ver o mar.
> A primeira vez que os meus olhos,
> se viram no teu olhar,
> quando eu mergulhei no azul do mar,
> sabia que era amor e vinha pra ficar... "
>
>
> Década de 80
> Ele telefona pra ela e deixa rolar um som:
>
> "Fonte de mel,
> nuns olhos de gueixa,
> Kabuki, máscara.
> Choque entre o azul e os cachos de acácias,
> luz das acácias, você é mãe do sol."
>
>
> Década de 90
> Ele liga pra ela e deixa gravada uma música, na secretária eletrônica:
>
> "Bem que se quis,
> depois de tudo
> ainda ser feliz,
> mas já não há caminhos pra voltar.
> E o que é que a vida fez da nossa vida?
> O que é que a gente não faz por amor?"
>
>
> Em 2001
> Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail
>
> "Tchutchuca!
> Vem aqui com o teu Tigrão.
> Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
> Eu vou passar cerol na mão,
> vou sim, vou sim!
> Eu vou te cortar na mão!
> Vou sim, vou sim!
> Vou aparar pela rabiola!
> Vou sim!"
>
>
> Década de 2010
> Deverá ter acabado o Amor
Dia ensolarado
Amor, pra mim, é algo sem cor.
Um sentimento que te rouba tudo, sem pudor.
Faz nascer em mim o mais agonizante ardor,
aquele calor que nada deve-te,
apenas por não te precaver de tanto.
E eu… eu nem tenho palavras.
Como descrever essa sensação
que me rouba o coração?
Às vezes, sinto-me tão elevado
que deixo de olhar as nuvens de baixo —
estou entre elas, envolto, perdido.
Ah, sensação desgastante…
Não consigo não temer
toda essa falta de controle.
Só queria poder deitar em braços
que nunca, nunca me soltassem.
