Mulheres Falam mal uma das outras
Lenda - A Perna Cabeluda
Uma entidade sobrenatural que teria assombrado as ruas do Recife durante a década de 1970. Aparecendo onde menos se esperava, esta criatura era o oposto-simétrico do Saci Pererê. Ou seja, era uma perna-sem-pessoa, em vez de uma pessoa-sem-perna. Surgia pulando (eu já ia dizer “pulando num pé só”), atacava os transeuntes, dava chute em todo mundo, e depois fugia pulando.
A vida é um ciclo? ...Talvez...
A vida é uma espiral? ...Talvez...
Mas a verdade é que tudo o que vai... um dia volta.
Todo fim é recomeço
Mas é preciso despedir-se do passado...
é preciso por uma pedra...
fechar os buracos...
costurar os rasgos...
doar as roupas velhas...
zerar a contabilidade
e recomeçar...
Quando olho para as pessoas aqui, vejo o amor de um pai por um filho. De uma mãe por uma filha. De uma esposa pelo marido a quem é apegada. Também vejo o poderoso amor da amizade. Da amizade nova. Da amizade improvável. O tipo de amizade que faz uma pessoa, depois de anos tentando, finalmente se sentir pertencente.
Bom, dado o momento da noite densa e complexa... que enleia mais uma vez as marionetes do mundo no camarim do teatro, as cortinas do palco da vida fecham-se na alegria de esperar novos espectadores ao amanhecer... sairei agora de cena sem despedir-me... pois logo..logo... eis que o espetáculo volta a acontecer!
Quem dera um dia que os adultos resolvessem sua vida como uma criança, certamente seriam mais felizes. (Discussões sobre a vida)
Não importa quantas vezes eu caia... o importante que sempre levantarei uma vez mais! Mais fortalecida, mais independente, mais consciente... mais temente a Deus!
Em época de Eleição, vale uma reflexão:
Não adianta querer alimentar a alma de um povo faminto de pão... melhorem as bases estruturais da vida que a poesia virá por si só! Barriga vazia não faz poesia!
A Arte
Ah! A arte...
mais uma vez ela: é a doença e a cura...
como viver sem ela... difícil...
o artista sofre a cada vez que revela
sua arte para o mundo,
mas se deleita ao expurgá-la
aos quatro ventos...
digamos que seria uma relação intrínseca
entre o amor e ódio...
amor por senti-la... ódio por sofrê-la...
mas não teria a menor graça
se ela não fosse essa
turbulência de sentimentos
envolta com a boa e velha razão,
no lapidar das palavras
e na sofreguidão da expressão.
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